Eu sei que datas como o Dia dos Pais existem mais para aquecer o comércio do que por qualquer outro motivo, mas como sou daquelas pessoas que adora um motivozinho extra pra dar e receber presente amor, achei que não podia deixar de começar o post de hoje homenageando o meu pai e todos os pais que nos leem. Afinal, a semana que se inicia hoje termina com o dia deles, e a gente é quem é porque eles fizeram o que fizeram por nós, né? 🙂
Dads, gosto muito!
Claroclaro que separei um programa com cara de pai e filho pro domingones, mas antes dele tem outras seis sugestões que espero que você curta. Vamos lá?
O que vem à cabeça pra você quando o assunto é “México”? Eu logo penso em comida bem temperada (e gostosa. Hummm!) e muitas cores. Do “muitas cores” vem, claro, arte. E arte boniiiita.
A exposição Mexico: A Revolution In Art, 1910-1940, em cartaz na Royal Academy of Arts até 29 de setembro, é uma das provas disso…
A entrada custa £11 e todas as informações que você precisa para programar sua visita estão aqui. Não deixe de ir. 😉
Pedalar em Londres é sempre uma delícia. Com um verão maravilhoso como o deste ano fica melhor ainda. Assim, para comemorar os 3 anos de Boris Bike (as bicicletas de aluguel da cidade, que a gente testou antes mesmo de serem oficializadas, lembra? Também falamos delas aqui e aqui) sugerimos que esta semana você alugue a sua e faça o Thames Cultural Cycling Tour, um roteiro suuuper legal que o VisitLondon sugere aqui – com informações extras aqui.
Pare e pense: é legal, diferente e barato. Não podia ser melhor, podia? 🙂
Quando eu trabalhei na Disney (não sabia? Falei sobre isso aqui), “meu brinquedo” era o Dinosaur. E apesar de no começo eu MORRER de medo dos dinossauros – tinha CERTEZA que um dia eles iam escapar e sair correndo atrá de mim. haha -, no fm eu acabei me apaixonando por eles… <3
Assim, quando vi que ia rolar dinos no Regent’s Park Open Air Theatre (que indiquei neste post!), dei pulinhos de alegria e resolvi colocar na lista de sugestões desta semana! 🙂
Pois é, eu sei que é bem infantil. haha. Mas, pô, às vezes é bom voltar a ser criança, nénão? Aproveita o clima de Dia dos Pais pra relembrar a infância e viver a experiência de interagir com dinossauros. 😉
Clique aquipara saber mais e comprar seu ingresso (a partir de £15.00).
Todas as quintas-feiras até dia 29/08 Camden Town ganha um brilho extra com o Camden Lock Summer Night Markets, que reúne bons drinks, torneios de ping pong, música ao vivo, comida de rua de qualidade e muito mais. Interesting, hun? Clique aqui, saiba mais e programe-se para ir. Com certeza vai valer a pena!
Curte uma boa peça de teatro, mas curte também economizar boas librinhas? Esta sugestão é pra você!
Ao longo do mês de agosto, às sextas e sábados tem teatro de graça na frente do National Theatre. A programação completa está aqui.#ficadica
Entre 8 e 21 de agosto os jardins da Somerset House se transformam em sala de cinema e os londoners e turistas têm a oportunidade de assistir a ótimos filmes tendo o céu como teto…
Boa parte dos filmes já estão com os ingressos esgotados, mas ainda há algumas opções com vagas livres. Sinceramente, mesmo que o filme não seja o que você mais quer ver, acho que vale a pena pela experiência.
Tudo o que você precisa saber para garantir seu ingresso e programar esse dia inesquecível você encontra aqui e aqui. Aproveite!
Pro domingão de Dia dos Pais no Brasil sil sil (no Reino Unido o terceiro domingo de junho marca a data!), minha sugestão é simples: que tal jogar ping pong para relembrar a infância?
Sim, porque acredito que a maioria dos nossos leitores que está em Londres ou estará no domingo não estará com seus pais, certo? E aí, o bom mesmo é relembrar coisas que vocês faziam juntos. Uma partidinha de ping pong é um bom exemplo. E como em Londres há mesas gratuitas espalhadas pela cidade, a dica vem em boa hora.
Neste site você encontra os endereços das mesas e os eventos programados. Anima? 🙂
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Well, e por hoje é só. Espero que você possa aproveitar pelo menos uma das dicas reunidas aqui e que depois me conte como foi.
Boa semana e um Feliz Dia dos Pais!
Beijobeijo,
Nah.
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Ei, aproveita que você tá por aqui para assinar nossa newsletter! 😉
Chegamos ao terceiro post da série “Act like a local”, na qual minha amiga Thalita Uba (tá esperando o que pra conhecer o blog dela? O Entretenha-me é incrível. Vai lá!) traz dicas pra quem quer curtir algumas das cidades mais interessantes da Europa como os locais fazem…
Já passmos por Bruxelas, Bruges e Antuérpia. O destino de hoje é Budapeste. Bora saber o que a Thali trouxe de lá?
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Nossa viagem pelo mundo dos cidadãos europeus chega hoje a uma das capitais mais lindas que eu conheço: Budapeste! É tanta coisa legal que eu não sei nem por onde começar. Mas vamos lá.
Budapeste – Budapest
O centro corporativo, econômico e cultural da Hungria tem quase 2 milhões de habitantes distribuídos em uma área de 525 km2. Sexta maior cidade da União Europeia, Budapeste foi classificada como cidade global alpha (indicador de que a cidade é um ponto importante no sistema econômico global)pela Globalization and World Cities Study Group & Network (GaWC). Fundada em 1893, essa capital maravilhosa nasceu da união das cidades de Buda, na margem direta do Danúbio, com Peste, que ficava à esquerda.Por sua proximidade com Viena (que fica a apenas 217 km), era considerada a segunda capital do Império Austro-Húngaro, e era lá que Sissi, a famosa imperatriz, sempre ia passear (dizem por aí que ela, na verdade, era amante do primeiro ministro húngaro, mas abafa o caso).
Act like a local in Budapest
Não tem como não pensar em Budapeste como duas coisas distintas, pois a parte de Buda e a parte de Peste são realmente bem diferentes e devem ser aproveitadas também de maneira diferente.
Buda é a parte mais histórica, onde fica o imenso Castelo de Buda, a igreja de São Matias (que é absolutamente maravilhosa), a Citadela, o Bastião dos Pescadores e a famosa casa de banhos Gellert.Esse é o dia em que você deve vestir a carapuça de turista mesmo e fazer os passeios mais usuais (esses todos que eu falei ali em cima), pois são todos pontos obrigatórios e ver tudo isso leva muitas horas. É de Buda, também, que se tem a melhor vista do parlamento húngaro, que é uma das construções mais lindas do mundo. A dica aqui é nunca, jamais, sob hipótese alguma comer, beber ou comprar qualquer coisa no castelo e seus arredores. Passeio pra turista, preço pra turista. Não custa nada dar uma andadinha a mais pelas ruas próximas pra achar restaurantes e lojinhas com preços bem mais camaradas.
Oi! Essa sou eu 🙂
Em Peste é que nossa diversão começa! Pra começar, alugue uma bike. Budapeste, como tantas outras cidades da Europa, tem ciclovias em todos os lugares e os motoristas realmente respeitam os ciclistas.Além disso, essa parte da cidade é toda plana (ao contrário de Buda, que é montanhosa), então pedalar por lá é supertranquilo. Depois de visitar o parlamento (que também é parada obrigatória), pegue sua bike e dê umas voltas pelas ruas em torno da praça Erzsébet, ali tem um monte de restaurantezinhos pequenos e caseiros onde você não pode deixar de apreciar algumas das delícias locais, herança do extinto Império Austro-Húngaro: goulasch (uma sopa apimentada feita com pedaços de carne), túrós batyu (uma espécie de pastel recheado com requeijão) para sobremesa e, pra acompanhar, um vinho tinto Egri Bikavér (gente, deu até água na boca!). O restaurante onde eu fui foi indicado por um nativo, que disse que era o lugar onde ele ia “pra relembrar a comida da avó” e era realmente simples e gostoso: o Kisharang, que fica aqui.
o tal goulasch
Budapeste também é o lugar onde você vai encontrar os bares mais doidos e divertidos do mundo. Os chamados “ruinpubs” são bares que foram construídos em locais que foram abandonados depois da guerra e onde a decoração se resume a um amontoado de sucatas e velharias das mais diversas que você pode imaginar. Tem pedaços de bicicletas, vinis, cartazes antigos da URSS, manequins, brinquedos, fotos, aparelhos eletrônicos, enfim, de tudo mesmo.
Um dos ruinpubs mais legais para se parar durante o dia (ou seja, durante seu passeio turístico de bike por Peste) é o Kertem, que fica bem no meio do maior parque da cidade, o Varosliget, que é um dos meus lugares preferidos na cidade toda. Com poucos turistas, muitas pessoas locais, cerveja gelada e uma paisagem absolutamente maravilhosa, o Kertem é um lugar bem agradável pra fazer aquela pausa no meio da tarde. Além disso, volta e meia tem música ao vivo por lá (mesmo durante a semana e no meio da tarde!).
Kertem! (Fonte: http://www.kapcsolodj.be/)
Dentro deste mesmo parque tem uma casa de banhos superbadalada, a Széchenyi. Eu confesso que não fui (fui só à Gellert), mas quem foi me garantiu que é bem legal.
Pra fechar o dia (depois que você devolver a sua bike), duas opções. A primeira: conhecer o ruinpub mais antigo da cidade: o Szimpla kert! Aberto em 2002, o pioneiro dos ruinpubs é provavelmente o bar mais maluco a que eu já fui na vida – e simplesmente sensacional! Localizado em um prédio bem antigo e no meio do “nada” (é até estranho o caminho desértico até lá, mas não se assustem, é bem tranquilo!), o Szimpla tem uma série de cervejas locais, drinks dos mais variados e uma decoração completamente doida (e superdivertida). Sempre tem um DJ animando a noite e o ambiente é pra lá de descontraído.
A segunda opção é para aqueles que gostam de arte e música: um espetáculo na ópera. A ópera de Budapeste é simplesmente linda e os ingressos mais caros custam apenas 60 euros.Isso mesmo. Ou seja: mesmo que você não queira gastar tanto, dá pra assistir a algo bem bacana por 20, 40 euros – um preço, cá entre nós, bastante razoável. Os estudantes de música da universidade costumam comprar os ingressos mais baratos (de 6 euros) pra ficar láááá em cima e estudar a música tocada pela orquestra que geralmente acompanha o espetáculo. Então aqui fica outra dica: se você quiser mergulhar de cabeça na cultura local fazer o mesmo, vá em frente! Certamente vai render algumas conversas interessantes com os músicos.
Nossa próxima parada é (infelizmente) a última! Encontro vocês na bela capital austríaca. Até lá!
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Mais uma cidade pra bucket list, né? 🙂
Adorei, Thali. Muito obrigada pelas dicas preciosas. Esperamos você (já com saudade) na semana que vem. Tenho certeza que o último post vai encerrar a série com chave de ouro.
Segunda-feira chegando e, com ela, nosso post de abertura da semana com sete dicas do que fazer nos próximos dias em Londres. Já adianto que a coisa tá boooooa hoje. Foi dificílimo selecionar apenas sete sugestões, então se você quiser saber o que mais eu pré-selecionei sugiro que nos acompanhe no Twitter e no Facebook. Postarei tudo por lá! 😉
Dito isso, aproveito para contar que esta semana sai nossa primeira newsletter! \o/
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Prontinho, agora vamos à programação da semana. Espero que você goste das dicas e que as aproveite. Vou esperar seu comentário contando qual ou quais das sugestões você utilizou, ok? 🙂
Não sei você, mas a gente acha que uma das melhores coisas de Londres são seus parques. Seja pra fazer um pic nic, para dar uma corridinha, jogar uma partida de tênis ou só lagartear na grama, os parques são excelentes pedidas. Programas baratos, divertidos e que fazem um dia ser inesquecível. 🙂
E aí que não podíamos deixar de apoiar o “Love Parks Week”, um movimento que tem como objetivo de lembrar a população do Reino Unido e os turistas que visitam os países do UK da importância dos parques e áreas verdes para a nossa saúde e felicidade.
A ideia é não apenas tomar os grandes parques, mas também os pequenos, o do SEU bairro, por isso eu aproveito para lembrar o post que fizemos sobre o Springfield Park, o parque que ficava a poucas quadras da nossa casa… <3
welcome
Estão previstos 480 eventos no Reino Unido inteiro entre hoje e domingo, a lista completa você confere clicando aqui. Vasculhe, descubra o que há perto de você e aproveite que o verão londrino anda colaborando para curtir o SEU parque. 😉
Fotografias contam histórias. Por isso sou tão fã de exposições fotográficas e volta e meia sugiro uma no “O que fazer em Londres esta semana?”. A de hoje chama-se “Mail Rail: A Photographic Exhibition” e me surpreendeu demais. Sabe por quê? Porque ela conta como funcionava o “metrô de cartas” de Londres.
Isso mesmo, até pouco tempo o serviço dos “Correios” de Londres contava com a ajuda de uma espécie de metrô especial para fazer entregas de correspondências na cidade. Gente, achei isso muito incrível.
O “The Post Office (London) Railway” consistia em aproximadamente seis milhas e meias de túneis e funcionou entre 1927 e 2003. As imagens da exposição mostram essa rede escondida que continua existindo em boa parte do subterrâneo de Londres.
A exposição é gratuita e está em cartaz no “The British Postal Museum & Archive”. Clique aqui, saiba mais e programe-se para visitar. Na linha do que disse no post sobre o Museum of London, que para amar de verdade algo ou alguém é preciso conhecer BEM a história do amado, essa é uma ótima oportunidade para você dizer aos quatro cantos que ama Londres. #ficadica
Depois de o Palácio de Buckingham abrir suas portas para visitação (tá ligado, né? Falei sobre isso no post da semana passada. Clique aqui para ler), chegou a vez do Palácio de Westminster, que abriga o Parlamento Britânico, dar aos londoners e aos turistas a oportunidade de conhecê-lo por dentro.
A abertura de verão do Parlamento este ano acontece entre 31 de julho a 31 de agosto e depois de 17 de setembro a 5 de outubro e os preços são estes:
Adultos: £16.50
Estudantes, idosos (a partir de 60 anos) e membros das forças armadas: £14
Crianças (5-15 years): Uma criança entra sem pagar para cada adulto que paga. £7 por criança “extra”.
Criança até 5 anos não paga
Chá da tarde na Pugin Room: £19.95 (além do preço do tour)
A gente ainda não teve a oportunidade de fazer o tour, mas eu acho que é um daqueles imperdíveis que se você puder incluir na sua programação deve fazer. É um tour que também vai ajudá-lo a entender melhor a cidade e o país que você está visitando (ou morando).
Por que tirar foto passando do lado se você pode entrar e tirar foto LÁ, né? 🙂
Animou? Clique aqui para saber mais e se programar direitinho e aqui para comprar seu ingresso.
Na quinta-feira desta semana começa o mês de agosto. E com ele uma série de walking tours gratuitos em Londres durante os dias da semana no horário de almoço.
O primeiro, que acontece dia 01/08 a partir das 13h, chama-se The Makers of Modern London e em suas duas horas de duração irá contar como Londres conseguiu se reinventar entre 1801 e 1851 para dar conta da sua população que quase triplicou.
Só por isso eu já acho legal, mas tem ainda a questão de interagir com a galera que estiver no tour, explorar umas ruazinhas da cidade que talvez você não conheça, fazer algo diferente (importantíssimo em uma vida de “rotina”) e tudo isso de graça.
Se não rolar ir nesta quinta, que tal arranjar um diazinho para ir depois? Tem várias opções bacanas. A programação completa tá aqui.Aproveita, vai! =D
“The Graffitti Life Gallery” chamou vários artistas para apresentar páginas de seus sketchooks para uma exposição que celebra o que os sketchbooks têm de melhor: a alma dos artistas…
Não encontrei muitos detalhes sobre a exposição, mas me encantei com o pouco que vi neste vídeo e li aqui. A exposição é gratuita e fica em cartaz até dia 04 de setembro por lá (para saber como chegar clique aqui. É bem facin, fica quase do lado da estação Shoreditch High Street).
Partiu?
E eu que nunca tinha indicado uma festeenha, um showzinho menos UHU procê? Desculpaê, fiquei de cara também.
Mas, ó, hoje venho com uma coisa linda – ao menos pra quem curte folk. O Nest Collective, que começou como um Folk Club em 2010 e evoluiu para algo bem maior que eu não sei explicar, mas este link sabe (haha), apresenta neste sábado (03/08) uma seleção de English Folk com uma apresentação acústica de Sarah Johns, que tem sido comparada a Billie Holliday (!) e apoio de Stephanie Hladowski e C Joynes por míseras £5 (precisa reservar!) a partir das 19h no Manero’s Bar.
Claro que antes de indicar o tal show eu fui dar uma olhada no som da galera que vai tocar e, meu, adorei a Sarah Johns. Selecionei esta aqui pra você:
Domingo, dia 04, é a sua úiltima oportunidade de ver e brincar de “Homem Aranha” na instalação Dalston House, esta psicodelia aqui, ó:
A Dalston House fica perto da Dalston Junction Station e a entrada é gratuita, mas como há uma capacidade limitada de visitantes por dia é bom chegar cedo ou se programar para enfrentar fila. Você pode visitar a instalação entre 10h da manhã e 8h da noite.
O Londonist explicou o conceito dessa obra de arte neste post.
Acho que vale a pena conferir de perto essa loucura e entender a mente do brilhante criador, nénão? 🙂
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Olha, não é por nada não, mas achei que mandei bem nas escolhas desta semana, hein? =D
Mas o importante mesmo é VOCÊ curtir e aproveitar. Sua felicidade é a minha. 🙂
Curitiba não é uma cidade plana. Em Curitiba uma chuvinha SEMPRE pode cair, mesmo que o dia comece ensolarado. Em Curitiba, muitos trechos dos 120 quilômetros de ciclovia (!)estão em péssimo estado de conservação e ainda há poucas vias destinadas a ciclistas no centro da cidade – o que dificulta a utilização da magrela como meio de transporte principalmente para quem trabalha por lá.
Pois é, apesar da imagem de cidade modelo ainda estamos longe da perfeição quando se fala em cidade bike friendly. Mas perto da revolução!
A revolução sobre duas rodas
Na capital paranaense é assim: cada vez mais gente batalha pelos direitos de quem pedala, o número de iniciativas em prol da bike é enorme (mais privadas do que públicas, é verdade, mas estamos no caminho certo!) e dá pra ver que a mentalidade do curitibano está mudando por causa disso tudo.
Vemos carros com adesivos de respeito a quem pedala, ciclistas seguindo as leis de trânsito e, assim, convivendo (quase que) pacificamente com seus “colegas” carros, ônibus e motos, empreendedores apostando na bike para criar novos negócios (a Ecobike Courier, por exemplo, oferece entregas sustentáveis. Nada de motoboys, quem leva seu pedido são os bikers!) e, claro, gente engajada para mostrar que explorar a cidade em cima de duas rodas pode ser incrível.
Esse é o caso da Kuritbike, uma empresa bem legal que a gente teve a oportunidade de conhecer no mesmo fim de semana em que saímos com o pessoal do Curitiblogando para visitar e testar os hostels da cidade (não leu o post? Clique aqui e leia djá! Dá pra se hospedar BEM pagando POUCO na terra das araucárias! ;).
A Kuritbike
Fundada em 2010, a Kuritbike é a primeira empresa do Brasil especializada em cicloturismo urbano e a primeira empresa de aluguel de bicicleta a operar diariamente em Curitiba.
A gente fez o Coffe Bike Tour em uma versão especial porque era domingo e nem todos os cafés que fazem parte da rota estavam abertos. E, olha, vou ser bem sincera com você: o tour superou todas as minhas expectativas.
Verdade seja dita: marido e eu costumamos pedalar por Curitiba. Ele muito mais do que eu, mas eu amo minha Caloi City e tirá-la da garagem para ir pelo menos até o Parque São Lourenço é um dos meus programas preferidos para um sábado de sol.
E aí que eu achava que tá, ia ser legal, mas que não traria nada de novo. Que bobinha, eu fui. haha
Mais do que um passeio de bike, o tour feito pelo Gustavo é um mergulho na história da cidade. Ele sabe de tudo, pow. Contou coisas que eu nem imaginava, como o fato de o primeiro parque de Curitiba, o Passeio Público, ter sido uma iniciativa do então “presidente da provícia” Alfredo d’Escragnolle Taunay para resolver problemas de terreno da área, que até então era um banhado.
Sério, foi tipo uma aula de história em cima de uma bike, pedalando por regiões lindas da nossa Curitiba velha de guerra. Amei muito e recomendo.
Com a galera do Curitiblogando na frente do Museu Oscar Niemeyer
Além do roteiro super bacana, as bikes são ótimas, o kit do cliente inclui capacete, seguro, assistência mecânica durante o passeio, 500 ml de água por cliente, o Gustavo cuida da segurança de todo mundo dando orientações ao longo de todo o trajeto e, no caso deste tour que fizemos, há incluso no preço ainda a degustação de cafés especiais.A gente até viu um barista decorando várias xícaras de capuccino no Lucca Cafés Especiais. Coisa fofa! <3
No Rause, outro café pelo qual passamos, dá pra apreciar cafés especiais e bons vinhos se sentindo em casa.
O Coffee Bike Tour especificamente tem 3 horas de duração, o grau de dificuldade é considerado fácil e custa R$ 90 para uma pessoa, em caso de passeio individual com o guia, e R$ 50 por pessoa para grupos.
Uma excelente opção de passeio não apenas para quem vem turistar em Curitiba, mas também para os curitibanos que querem redescobrir sua cidade de uma forma diferente.
Mas se o seu objetivo na cidade é rodar de bike sem um guia, o aluguel das bikes da Kuritbike custa R$ 7 a hora, R$ 20 o período de 4 horas, R$ 30 a diária e R$ 50 dias diárias.Alguns hostels da cidade já contam com as bicicletas da Kuritbike em suas dependências, o que pode facilitar a vida de quem está hospedado lá!
Aproveite. E #vádebike. Curitiba é linda e algumas belezas você só consegue apreciar a pé ou de bike. Eu garanto. 😉
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Fizemos este tour a convite do Kuritbike, mas a minha opinião sobre o tour é sincera. 🙂
Quer saber o que os outros blogueiros do Curitiblogando acharam do Kuritbike? Clique nos links abaixo:
Na semana passada, iniciamos a série Act like a local – de guest posts produzidos pela minha amiga Thalita Uba (do blog Entretenha-me – corre lá conhecer) – falando sobre Bruxelas, a capital da Bélgica, e sobre o que você, que viaja querendo mergulhar na cultura local, poderia fazer por lá.
Hoje, seguimos viagem e nossa parada é dupla: Bruges e Antuérpia.Como a primeira delas está há milênios na nossa bucket list eu estava super ansiosa para ler esse post. Aí a Thali apresenta uma linda Antuérpia e eu babo. Adorei. Espero que você goste também! 🙂
Manda ver, Thali!
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Continuando nosso passeio pela belíssima Bélgica, chegamos hoje a duas cidades absolutamente maravilhosas, daquelas que parecem “feitas” pra filme, sabe? E nossa primeira parada é conhecida como a “Veneza do Norte” – ou seja, não tem como não ser mágica, né? Bem vindos a Bruges.
Bruges – Brugge
Bruges é uma cidade pequenininha, de menos de 120 mil habitantes, capital da província belga de Flandres Ocidental.Oficialmente uma cidade desde 1128, Bruges já foi um ponto estratégico superimportante para a economia do país, devido aos inúmeros canais que a ligavam a outras cidades da Bélgica e dos Países Baixos, mas desde que o lodo começou a tomar conta do canal principal da cidade (o Zwin), Bruges perdeu prestígio e acabou perdendo o posto para Antuérpia (para onde vamos já, já).
Com a construção do porto de Zeebrugge, utilizado pelas tropas alemãs durante a I Guerra Mundial para atracar seus submarinos, Bruges voltou a atrair a atenção das pessoas, o turismo cresceu e, em 2002, a cidade foi eleita capital europeia da cultura.
Act like a local in Brugge
Na verdade bem verdade, dentro do centro histórico da cidade (que é a parte que você vai visitar) vivem apenas 20 mil pessoas. Isso significa que quase sempre vai ter mais turistas na rua do que pessoas locais, o que torna a vida de quem quer viver algumas horas como um cidadão de Bruges um tanto complicada. Difícil, mas não impossível.
Pra começar, saiba que a sensação térmica em Bruges é sempre menor que em Bruxelas – por estar mais perto do mar e ventar pra caramba por lá. Então mesmo que esteja calor em Bruxelas, lembre-se da sua mãe e da sua avó e leve um casaquinho. Além do casaco, tenha um mapa da cidade em mãos. Os moradores de Bruges não gostam muito de dar informações, então quanto mais você puder se virar sozinho, melhor. Uma belga amiga minha me disse que, se fosse realmente necessário pedir informação a alguém, era melhor perguntar pro pessoal que faz passeios de charrete – afinal, o trabalho deles é atender os turistas mesmo.
Ao andarilhar pela cidade, uma das mais fofas do mundo (ao menos do mundo que eu conheço), fique atento aos ciclistas – especialmente os locais. Eles têm uma tendência a tentar passar por cima dos turistas. O mesmo vale para as charretes – a maioria dos cavalos parece não conhecer as leis de trânsito e atropelará você sem dó nem piedade. Por fim, vale a mesma regra que eu mencionei em Bruxelas: nada de roubar os copos de cerveja (por mais lindos e diferentes e legais que eles sejam). Isso é coisa de turista.
Agora que você está preparado para andar pelas ruas de Bruges com segurança, vamos a o que você não pode, como um bom belga, deixar de fazer. Os canais que atravessam toda a cidade são, de fato, lindos. Se você não conseguir conter seus instintos de turista, faça o passeio de barco. Mas o “certo” mesmo é você comprar uma cerveja no mercado e ir andar ao longo dos canais, sem pressa, e sem um monte de gente tagarelando e tirando fotos sem parar. Se quiser, compre um guia da cidade e siga a rota sugerida por ele – assim, você vai ficar por dentro da história de Bruges de maneira calma e tranquila, como o clima da cidade pede.
Vale lembrar que a cerveja, como em qualquer outra cidade belga, tem que ser local – senão não tem graça. Suas opções são: Straffe Hendrik, Straffe Hendrik Quadrupel, Brugse Zot, Brugse Bok e Fort Lapin.Eu, particularmente, recomendo a Straffe Hendrik, que é uma delícia e provavelmente a mais “fácil” de agradar diversos paladares.
O pessoal de Bruges adora ficar ao ar livre – e como não adoraria, com um cenário tão lindo? Pra quem gosta de correr, então, a cidade é um prato cheio. Uma corridinha ao redor de Bruges, margeando o muro que circunda a cidade, dá pouco mais que 7 km. Depois de tanto esforço, o negócio é fazer um piquenique pra repor as energias em algum dos pequenos parques da cidade, como o Hof de Jonghe – onde, com sorte, dá até pra ver umas ovelhinhas, superbucólico. É só ir ao mercado, comprar umas cervejas, pães, queijos e chocolates e pronto. Você vai ter uma das refeições mais deliciosas da sua vida (visto que todos esses produtos, lá, são excelentes).
Depois de ir pra casa e tomar um banhinho (né?), é hora de curtir a noite. Em Bruges, é proibido vender bebidas alcoólicas das 23h às 7h, então o negócio é sair cedo. Se estiver acompanhado, vale experimentar um jantar romântico no Du Phare. Para tomar umas cervejas e curtir a “night”, tente o ‘T Poatersgat; para esnobar mesmo, o Zwart Huis; e para quem gosta de história, o Café Vlissinghe, o bar mais antigo de Bruges, de 1515 (quase a mesma idade do Brasil 😛 ).Todas as opções precisam ser seguidas de um passeio noturno pelos canais, que ficam absolutamente maravilhosos à noite. Depois de aproveitar as delícias desse pequeno pedacinho do céu, no dia seguinte seguimos para Antuérpia, a segunda maior cidade da Bélgica.
Fonte: Fonte: www.nationalgeographic.nl
Antuérpia – Antwerpen
Com cerca de 500 mil habitantes, Antuérpia é a cidade mais populosa da Bélgica e tem um dos portos mais importantes do mundo. Conhecida como centro mundial de lapidação de diamantes, aqui são negociados nada menos que 80% dos diamantes brutos e 50% dos diamantes lapidados do mundo(!). O nome da cidade tem origem em uma lenda segundo a qual um gigante chamado Antigoon, que morava perto do rio Escalda, cobrava um pedágio daqueles que queriam atravessar– os que se recusavam, tinham as mãos cortadas e jogadas no rio. Eventualmente, o gigante foi morto por um jovem herói chamado Brabo, que conseguiu cortar a mão do gigante e a atirou no rio. Daí o nome Antwerpen, do holandês werpen (mão) e wearpan (arremessar).
Act like a local in Antwerpen
Muita gente costuma tratar Antuérpia apenas como uma parada entre Paris e Amsterdam. Um bando de bobos, pois Antuérpia é uma das cidades mais agradáveis e bonitas que eu conheço. São mais de 400 bares na segunda cidade mais internacional do mundo, com moradores (registrados) de 168 nacionalidades (ficando atrás apenas de Amsterdam, com 177).Ou seja, é uma cidade, no mínimo, interessante!
A primeira coisa a se fazer em Antuérpia é alugar uma bicicleta.90% da população local anda de bike (tá, estou exagerando, mas é gente pra caramba mesmo) e, como a cidade é toda plana, é simplesmente uma delícia pedalar por lá. E, ao contrário do pessoal de Bruges, que tem certa preguiça em ajudar os turistas, as pessoas de Antuérpia são super solícitas – também, com tanto estrangeiro morando lá, acho que elas não têm muita escolha. 🙂 De qualquer forma, é bem fácil andar pela cidade, que tem ruas bem cuidadas e onde o ciclista é quem manda.
Os belgas de Antuérpia também são apaixonados pelo sol. Basta que um raio de luz apareça entre as nuvens para que todos estejam andando pelas ruas, aproveitando os bares e as praças da cidade. Andar de bike ao longo do rio Escalda é absolutamente delicioso. Aproveite para fazer esse trajeto quando for ao Museum aan de Stroom (MAS) – que é parada obrigatória em Antuérpia.Ninguém pode deixar de ir até o topo do museu pra ter uma vista 360º maravilhosa da cidade(até os belgas vão, mesmo que só pra tomar uma cerveja e jogar conversa fora, apreciando a vista).
Além do museu, não deixe de ir, também, à estação de trem da cidade, uma das mais bonitas da Europa. Mesmo que você não vá pegar trem algum, vale a pena só pela arquitetura do lugar – e, de quebra, você faz um belíssimo passeio pela cidade, pois o caminho entre o museu e a estação é lindo.
Um dos melhores programas é, sem sombra de dúvidas, escolher um dos bares próximos à Groen Plaats (a maior praça da cidade) e sentar-se às mesinhas da área externa, apreciando o sol e todos os artistas de rua que tomam conta da cidade. Uma sugestão é o Café Pelikaan, um dos pontos mais badalados recomendados pelo pessoal local. Pra quem gosta de jazz, o De Muze é uma boa opção (aos domingos, tem shows de jazz ao vivo a partir das 15h).
A cerveja local, é claro, não pode faltar. Então qualquer que seja o bar aonde você vá, peça uma Bolleke Koninck, a cerveja de Antuérpia. Para aqueles que querem experiência cervejeira mais “completa”, vale ir ao ‘T Pakhuis, onde eles fabricam a própria cerveja e dá pra dar uma espiada na microcervejaria que fica dentro do bar.Eles têm, também, uma porção de queijos locais deliciosa pra acompanhar a bebida.
Por fim, se você é uma pessoa baladeira e que gosta de festas de arromba, vai adorar Antuérpia. O pessoal de lá vive organizando festas em lugares diferentes, basta perguntar pra galera do Café Normo que eles provavelmente saberão onde rolará o próximo festerê.E se você estava triste por não ter comprado souvenires em Bruxelas, pois estavam muito caros, seus problemas acabaram! Tudo é bem mais barato aqui – inclusive aqueles copos de cerveja lindos da Kwak e da La Corne, que vocês viramno post passado (menos da metade do preço de Bruxelas). Bora gastar esses euros aí!
Semana que vem, deixaremos esse pequeno e lindo país para nos aventurar por uma das capitais mais lindas da Europa (eu diria até do mundo): Budapeste. Não vá perder!
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Budapeste? Outra da bucket list. Não perco por nada. E você? 😉
Antes de começar a falar sobre “o que fazer em Londres esta semana”, quero fazer um agradecimento a todos que leram, comentaram, curtiram e compartilharam o post de sexta-feira (8 dicas para lidar com a depressão pós-Londres). Batemos todos os nossos recordes de acesso com ele e ficamos bem felizes com isso. 🙂
E aí que um monte de gente nova chegou ao blog por causa disso, então queria aproveitar para dar as boas-vindas a essa galera e dizer que estamos aqui pra ajudar vocês a fazer viagens incríveis – seja para Londres ou para qualquer dos destinos que já visitamos. Contem conosco no espaço de comentários no fim da página, por e-mail (contato@praveremlondres.com.br), pelo Facebook ou pelo Twitter. Estamos combinados?
Well… Como sempre, passei o domingones trabalhando por você que nos lê. Reuni sete sugestões de programas bacanas pra você curtir nos próximos dias em Londres. Espero que você goste.
Se colocar algo em prática não esqueça de nos contar. A gente fica tãããão feliz em saber que ajudou… 🙂
Okok, chega de papo, aqui vai a listinha esperta da semana!
Tá aí uma exposição que parece incrível. Vermeer and Music: The Art of Love and Leisure, em cartaz até 8 de setembro na National Gallery, apresenta em forma de quadros super lindos a relação entre os pintores holandeses do século XVII e a música.
O grande destaque sãos os quadros de Johannes Vermeer, considerado um dos principais artistas da Holanda. Porém, como se já não bastasse a série de belas pinturas, a exposição ainda vai além.Durante o período da exposição, às sextas, sábados e domingos músicos apresentarão pequenos concertos de 20 minutos com músicas da época vivida pelos artistas que têm suas obras expostas, o que faz com que a experiência fique completa!
Quem gosta de mergulhar na cultura, arte e história local quando viaja e está em Londres ou planeja visitar a cidade não pode deixar de incluir uma visita ao museu Tate Britain na programação.
Lá é possível fazer uma viagem pela arte britânica (pinturas, esculturas, desenhos, etc.) e apreciar obras de arte belíssimas em ordem cronológica de criação e passeando por salas igualmente belas.
A entrada do Tate Britain é gratuita. Saiba mais clicando aqui.
Esta é a última semana para ver de pertinho mais de 300 objetos relacionados à carreira de David Bowie na exposição do Victoria & Albert Museum. Tem de tudo: músicas escritas à mão, figurinos de shows, fotos, vídeos e muito mais. O vídeo abaixo dá uma ideia da grandeza da exposição…
Se animou? Saiba que apesar de oficialmente os ingressos já estarem esgotados, diariamente o V&A libera uma cota extra para quem ainda quer poder ver tudo isso de perto. Mas, para isso, é preciso chegar cedo!
Basta fazer um passeio por Southbank para perceber que a região de Waterloo é cheia de restaurantes, pubs, cafés e bares super legais. E aí que nada mais justo do que rolar por lá um festival de comida com eventos bacanas, degustações de delícias… enfim, um montão de coisas adorááááveis!
Por isso mesmo o Waterloo Food Festival, que rola até dia 31/07 e tem entrada gratuita, é uma boa pedida. A programação, bacanérrima e com alguns eventos pagos, claro, você confere clicando aqui. Aproveite! 😉
Tá chegando um dos períodos mais esperados do ano em Londres. É a época em que visitar o Palácio de Buckingham deixa de ser um sonho para se tornar realidade. Em 2013, entre 27/07 e 29/09, por £19 (adultos e £10,85 crianças até 17 anos) os visitantes poderão passear por 19 salas decoradas com móveis e objetos da coleção real (dá pra imaginar a finesse, não dá?).
Além disso, é possível também ver a exposição “The Queen’s Coronation 1953”, que reúne fotos, vestidos, uniformes e objetos que fizeram parte da coroação da Rainha Elizabeth II.
Londoners inteligentes sabem que sediar um evento como as Olimpíadas e não deixar legado algum para a cidade-sede é uma burrice sem fim. Prova disso é a reinauguração da seção norte do revitalizado Queen Elizabeth Olympic Park, que acontece neste fim de semana com a realização do Open East Festival, um evento que tem na programação apresentações musicais, peças teatrais, performances literárias, contação de histórias e um festival gastronômico.
O ingresso para um dia do Open East Festival (que rola sábado e domingo) custa £9.50 e pode ser adquirido aqui. Para saber mais, se animar para ir e se programar vale a pena clicar aqui.
Aquela velha história de “o verão rolou hojeem Londres” não está fazendo sentido este ano. As últimas semanas têm sido quentes e ensolaradas na cidade, e meteorologistas garantem que o clima vai continuar bom nos próximos dias e até semanas.
Assim, uma prainha vai muito bem. Quando é dentro da cidade, então, melhor ainda. É com essa alegria toda que recebemos a notícia de que tem Camden Beach entre 27 de julho e 24 de agosto!
A entrada é gratuita. Saiba mais clicando aqui. E bora curtir a praia de Londres! 😉
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Agora é com você! Decida qual (ou quais) dos programas vai querer curtir nos próximos dias, clique nos links que levam aos sites oficiais e que vão ajudá-lo a programar os seus dias.
Natasha versão 2005 – ainda saudável, pobre menina nem sabia o que a aguardava. Muaaaaaháhááá
Sempre que me perguntam como meu amor por Londres começou eu conto essa história…
Minha primeira ida a Londres aconteceu em 2005. Fui pra lá passar dois meses e meio estudando inglês e morando em uma casa de família. Detalhe: no inverno – entre dezembro e fevereiro, mais precisamente. Mas o frio e os dias curtos não me deixaram depressiva; muito pelo contrário, apresentaram uma realidade completamente diferente que me encantou.
E aí, meu amigo/minha amiga, quando eu voltei pra boa e velha Curitiba eu passei os mesmos dois meses e meio chorando dia após dia. Pois é, vivi uma forte depressão pós-Londres.
Como curar a depressão pós-Londres?
Há alguns dias, minha amiga de infância e leitora fiel do blog Priscila Bastos deixou um comentário falando que depois de passar alguns dias na Europa (em Londres, inclusive) tinha voltado pra casa e estava sentindo sintomas desse mal e me perguntou o que fazer para curá-lo.
Difícil, meus caros, mas não impossível.
Inspirada no comentário da Pri resolvi reunir aqui os remédios que eu tomo contra essa doença. Parece-me que ela é doença incurável, mas dá pra amainar a dor com a ajuda deles… 🙂
Assim, obrigada pelo comentário inspirador, Pri! 😉
1) Câmeras ao vivo em Londres
Não sei se você sabe, mas há em Londres diversas câmeras espalhadas mostrando em tempo real a vida na cidade. 🙂
Infelizmente não consigo disponibilizar um vídeo aqui, mas clicando nos links ali de cima você assiste às câmeras citadas anteriormente e clicando aqui você confere uma lista de outras várias câmeras espalhadas pela cidade. Alguns links estão quebrados, mas vale a pena clicar e fuçar pra achar vistas lindas da cidade para admirar… <3
Ah, e pra quem curte a Tower Bridge e quer saber quando ela vai levantar para abrir passagem para grandes navios, este é o link para se programar!
2) Filmes
Cantinho de Londres que foi cenário de filme. Sabe de qual? Tempooooo!
Outro remédio que ajuda a combater a depressão pós-Londres são os filmes que se passam na cidade. E são muuuitos, né?
Tem Notting Hill, Match Point, Sherlock Holmes, O Discurso do Rei, A Rainha, V de Vingança, O Diário de Bridget Jones, Jean Charles, Mary Poppins (assisti esses dias, gente, tão lindo… <3), etc. etc. etc.
Qual seu preferido?
Porque eu amo Anna Scott e William Thacker, minha gente! 🙂
3) Livros
Há alguns dias comprei este livro pela capa:
Pois é, nem me preocupei muito com a história (se bem que parece legal, conto o que achar em breve), mas poutz, esse Parlamento todo lindão precisava vir pra minha estante não apenas pela imagem, mas justamente por se passar na minha cidade preferida, e porque acredito muito que os livros são a melhor forma de viajar sem sair do lugar.
E também existe um montão de livro bacana que se passa lá. Entre eles: série Becky Bloom, Anjo Mecânico, Oliver Twist (<3), A probabilidade estatística do amor à primeira vista (li recentemente e amei! :), Sherlock Holmes, Uma ponte para Londres (já falei dele, lembra?) etc.
Vale a pena viajar para Londres na companhia de personagens literários bacanas. 😉
Aliás, já que estamos falando em livros, pergunto: o que você acha de eu fazer resenhas dos livros que leio que se passam em Londres? Se gostar da ideia deixa um comentário que eu me programo. 😉
4) Músicas sobre a cidade ou de cantores locais
Aaaaah, o british accent! Ouvir uma musiquinha gostosa cantada por um cantor britânico é bom demais, né? 🙂 A gente já falou da Eliza Doolittle e da Kate Nash, mas tem muitos outros, como The Beatles (<3), Coldplay, Adele, Amy Winehouse, Lily Allen, Florence and the machine, Iron Maiden, The Clash, Kasabian, Mick Jager e por aí vai.
Tem ainda as músicas que falam sobre Londres. Reunimos algumas neste post, dois leitores acrescentaram outras duas e deve haver ainda mais outras tantas. Qual você acrescenta?
Minha preferida:
5) Ler blogs sobre Londres
“Foto espontânea” deste casal de blogueiros que te ama. hihi
Tem coisa melhor do que ouvir histórias de quem vive em Londres? Tem não! Fico feliz que você leia o Pra Ver em Londres, mas acho que você deveria ler (e curtir no Facebook, seguir no Twitter) também:
Sério, são todos incríveis e merecem sua visita. Vão ajudá-lo a sonhar ainda mais com a cidade. Lê-los é um remédio e tanto contra a depressão pós-Londres, eu agarantio! =D
6) Fazer outras viagens, nem que sejam menores
Mi Buenos Aires querido
Pois é, minha gente, em tempos de libra nas alturas e passagens para Londres com preços elevados uma boa saída pra quem curte viajar é procurar destinos mais baratenhos. A gente fez isso em 2011. Tentamos curar nossa depressão pós-Londres com uma temporada de três meses em Buenos Aires (estamos reunindo os posts de lá aqui). Não curou, mas ajudou bastante. #ficadica
7) Planejar a próxima ida
Quando você define uma meta e começa a correr atrás dela o universo conspira a seu favor (já diria Sandy Leah). Estabeleça a data da sua próxima ida a Londres, comece a economizar, fique de olho no Melhores Destinos para conseguir uma passagem com preço bom (aliás, tá rolando promo! Clique aqui para ver) e se organize. A viagem vai sair do papel! 😉
8) Assumir a doença e falar sobre Londres
Por último, uma tática muito utilizada por esta blogueira que vos fala: sair falando sobre Londres com todo mundo que sofre do mesmo mal que você.Aqui em casa isso é fácil, porque eu tenho um marido tão doente quanto eu, mas se você não tem alguém dentro da sua casa que vive essa realidade não precisa se desesperar. O Pra Ver em Londres pode ser sede do “Viciados em Londres Anônimos” com o maior prazer. haha
Comente com seu nome, idade e cidade e bora reunir a galera pra uns debates sobre o tema. Que tal? hihihi.
Bom, essa aí e a nossa receita contra a depressão pós-Londres. O que você achou da lista? Acrescentaria algo? Contaê qual o seu remédio e ajude doentes a melhorarem sua qualidade de vida! 😉
Beijobeijo e até o próximo post,
Nah.
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Não sei se você lembra, mas no mês de maio promovemos um concurso cultural para dar a um de nossos leitores um ensaio fotográfico em Londres. Pois é, e recebemos tantas respostas bacanérrimas que foi super difícil escolher uma vencedora. Como não sou boba, deixei a decisão final a cargo do fotógrafo Fernando Augusto (aliás, aproveita e clica aqui para curtir a página dele!), que depois de selecionar três finalistas acabou escolhendo a Jéssica Parizotto, uma paulistana de 22 anos que foi pra Londres passar uma temporada de 5 meses estudando inglês.
Bati um papo com a Jéssica por Skype esses dias e me convenci de que o Fernando escolheu bem. Êta menina gente boa, viu? 🙂
Na nossa conversa, ela me contou animada como eles combinaram como seria o ensaio… “Primeiro a gente combinou de se encontrar para bater um papo e decidir onde tiraríamos as fotos. Foi super legal porque fomos a um pub e pudemos nos conhecer bem. Ali, resolvemos que iríamos a Camden Town, Brick Lane e a alguns pontos turísticos da cidade como Big Ben e London Eye”.
Não dá pra negar que são cantinhos de Londres bem fotogênicos, né? 🙂
Assim eles decidiram as locações, o Fernando tirou um dia para conhecê-las e ver se realmente seriam boas opções para uma sessão de fotos (aquelas coisas de luz que são super importantes pra fotografia, sabe?). Segundo ele, “chegar para fotografar em um lugar que você não conhece pode não dar certo”. Achei isso o máximo.
Tá bom, eu sei que você não quer blábláblá, quer logo ver as fotos. Então pausa para admirar nossa modelete e já voltamos com mais historinha. hihi
Esse aí é o hostel em que o Fernando se hospedou em Londres. Levanta a mão quem quer ver post sobre ele!! \o/
Muito gata essa nossa leitora, hein, gente? =D
Admirando as fotos resolvi perguntar como eles decidiriam figurino e maquiagem, e a Jéssica respondeu assim… “Eu selecionei algumas peças de roupa que gosto e a Lilian, namorada do Fernando que estava nos acompanhando na sessão, me ajudou com a maquiagem”.
Estão de parabéns, meninas. A produção do ensaio ficou linda! 😉
E sabe o que eu achei mais legal? A Jéssica me contando dos perrengues durante o dia. Sim, durante o dia, porque eles terminaram o ensaio perto de meia-noite, gente! =O
Mas, enfim, isso não vem ao caso. Fato é que teve chuva (que fez com que eles não conseguissem fotografar em todos os lugares que queriam) e um louco achando que eles estavam zombando dele sendo que o Fernando só tinha feito uma pergunta. Sério, eles quase tiveram que sair correndo do cara. hahaha
Além disso, teve esta foto aqui, ó:
Não é montagem não, gente. A Jéssica me contou que esses caras acharam que ela era UHU uma super top model e quiseram tirar essa foto. hahaha. Adorei!
Ah, e já esquecendo outra história… a Jéssica também contou que eles estavam felizes e faceiros tirando foto em um dos barcos quando o dono chegou e… falou pra eles ficarem à vontade, que estava adorando ver a casa dele como cenário do ensaio. Gotta love british people! <3
Mas, olha, o Canal rendeu muita foto bonita, viu? Fica até difícil escolher as que vão entrar aqui. Tó mais umas:
Os dois saíram super satisfeitos do ensaio. Além de se divertirem e explorarem Londres juntos (com a namo do Fernando de parceira, claro), enquanto por um lado para a Jé foi um presentão, para o Fernando foi uma experiência e tanto… “Tudo foi super bacana pra mim; desde a escolha de quem ganharia a sessão até a expectativa da Jéssica para ver as fotos que eu tinha escolhido para esse post. A gente acaba ficando próximo das pessoas e compartilhando toda essa expectativa”, disse ele.
No fim das contas, na verdade não foram só eles que ficaram satisfeitos. A gente ficou feliz da vida também em poder fazer parte dessa experiência inesquecível para os dois. Foi o primeiro grande presente que demos aqui no blog (já tínhamos sorteado uns mimos, lembra?) e me deixou muuuito feliz. Espero que possamos ter vários outros como esse!
Eieiei, aproveito essa foto lindona pra contar que as bolsas que o Fernando e a Jéssica utilizaram no ensaio foram gentilmente cedidas pelo “Bolsas Dom Zé“. 😉 A gente agradece a parceria!Minha preferida! 🙂
E é isso aí. Espero que você tenha gostado do resultado tanto quanto eu e que se inspire a sair posando por Londres pra ter no seu arquivo fotos tão bonitas como estas. Estamos combinados? =D
Porque, assim, claro que um fotógrafo bom faz toda a diferença, mas o cenário ajuda e você mesmo pode fazer um super ensaio fotográfico até com seu celular, né? =DÉ, amigão, e esses são apenas dois cantinhos fotogênicos da cidade. Pensa você aí, em Notting Hill, na frente do Big Ben, da London Eye, no Hampstead Heath… iiiih, opção de onde fotografar não falta! 😉 #ficadica
Até a próxima!
Beijobeijo,
Nah.
PS: Muito obrigada pela parceria, Fernando. Quando alguém faz meus leitores felizes, me faz feliz. 🙂
PS2: Jéssica, querida, foi um prazer bater aquele papinho com você. Nos vemos em outubro! 😉
No mês passado, enquanto minha amiga Thalita Uba fazia uma super euro trip eu cuidava da área cervejeira do blog dela – o Entretenha-me. Na mala de volta da viagem a Thali trouxe um presente pra você que lê o Pra Ver em Londres: uma série suuuper legal de posts sobre algumas das cidades que visitou – e que estão na nossa bucket list. \o/
O primeiro você confere hoje. Com vocês, Thalita Uba!
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Salve, salve, digníssimos leitores do Pra Ver em Londres! Depois da brilhante passagem da minha querida Natasha pelo Entretenha-me durante a minha ausência (não conhece o blog? Ixi, então corre lá), chegou a minha vez de retribuir as dicas excelentes que ela deixou por lá (aliás, quem não viu devia aproveitar o embalo e ver agoraaqui, aqui, aqui e aqui).
Pra quem não me conhece, sou aThalita Uba – jornalista, tradutora, editora de livros, crítica de cinema do Literatortura, “mãe” do Entretenha-me e globe-trotter nas horas vagas, o que me traz (finalmente) a o que eu vim fazer aqui.
O Act like a local vai ser uma pequena série em que esta que vos escreve vai dar algumas dicas para quem, como eu, gosta de viajar pra se inserir de corpo e alma na cultura local, conhecendo pessoas locais, frequentando os lugares aonde elas costumam ir, comendo o que elas comem, bebendo o que elas bebem, enfim, agindo como um local! Então se você também gosta de fingir – mesmo que apenas por alguns dias – ser cidadão de um outro país, welcome aboard!
Bruxelles – Brussel – Bruxelas
Bruxelas é a capital da pequenina Bélgica – um dos menores e mais fofos países da Europa – e capital oficial, vejam só, da União Europeia.Com uma população de 145 mil habitantes e uma área de 161 km2, é uma cidade que dá para conhecer em poucos dias (e aproveitar para conhecer outras cidades próximas, como Bruge e Antuérpia), mas que tem muitas coisas legais (e gostosas) para fazer (e comer e beber!).
O maior cartão postal da cidade é, sem sombra de dúvidas, a Grande Praça (La Grand-Place, em francês, e Grote Markt, em holandês – os dois idiomas oficiais do país), onde fica uma série de construções góticas deslumbrantes (dentre elas, a residência do rei e a câmara municipal). Já viram, alguma vez, uma foto de uma praça bem grande com um tapete de flores gigante? Então, é lá (só que esse tapete é colocado só a cada dois anos, geralmente em agosto).
A Bélgica, no geral, é bastante famosa por duas coisas: a cerveja e o chocolate (ou seja, o país é praticamente o paraíso!). Então pra ser um bom belga, é preciso, em primeiro lugar, ser um bom bebedor (pra não sair do bar caindo na sarjeta que nem turista sem-noção). Além disso, como Bruxelas (tal qual todas as outras cidades da Bélgica) é uma cidade bastante pequena, você certamente vai fazer quase tudo a pé, então pode tirar seu scarpin salto 12 e botar o bom e velho tênis no pé. Por fim, não vale ser enjoado. Mesmo. Aquele papo de que as pessoas não usam desodorante, que tem rato nos restaurantes e que eles não lavam as mãos pra fazer sua comida é tudo verdade. E ninguém morreu por isso ainda, então comece a ser um bom belga agora e deixe o nojo de lado antes de ir pra Bruxelas.
Chegando lá, você obviamente vai visitar todos os pontos turísticos “obrigatórios”, como a praça central, o Atomium (a “torre Eiffell” dos belgas), a Galeria Hubert, a catedral, o palácio, a ópera, o jardim botânico e até aquele famigerado menininho que faz xixi (o Manneken Pis), uma das coisas mais sem graça que eu já vi na vida. (Aliás, prepare-se para se perder nas inúmeras ruelas estreitas rodeadas de lojas e restaurantes porque você vai se perder, pode ter certeza).
Mas depois de ter feito esse turismo “obrigatório”, você pode começar a se inserir na cultura local indo comprar chocolate nas lojinhas em que não tem ninguém. Isso mesmo: belga mesmo não compra Godiva e Cote D’Or (isso é coisa de turista trouxa :P), prefere comprar marcas locais menos famosas mas igualmente boas e bem mais em conta. São inúmeras as lojas que vendem chocolates de todos os tipos e sabores em “blocos” bem mais generosos que aquelas caixinhas com meia dúzia de bombons.Vejam só:
Deu água na boca, né? Mas guarde esses pra sobremesa, que antes você não pode deixar de comer um suculento hambúrguer gourmet acompanhado das típicas batatas com maionese belgas – que é o que muitos belgas comem no almoço e é absolutamente delicioso(mas cuidado! Os hambúrgueres são enormes e super recheados, comer sem fazer lambança é uma façanha e tanto!).
Para coroar tudo, uma cerveja local – mas tem que ser a cerveja certa! Nada de trapistas para acompanhar a comida – para os belgas, as trapistas devem ser bebidas naqueles momentos em que você está no bar, tarde da noite, com os amigos, reclamando do chefe. Para acompanhar a refeição, melhor optar por uma cerveja de trigo ou, melhor ainda, uma Kriek – cerveja tipo Lambic maturada com uma frutinha chamada amarena (para os que preferem algo mais docinho, tem também as Framboise, que são maturadas com framboesas) –, que é algo super belga.
À noite, muitos dirão pra você ir ao bar da Delirium (uma das maiores cervejarias belgas, cujo logo é um elefante rosa), que fica na badaladíssima Rue des Bouchers (bem no meio da Galeria Hubert). É uma cilada, Bino! Digo, se você gosta de gente demais, barulho demais, calor demais, enfim, aquela muvuca generalizada, vá em frente – é, definitivamente, o point dos turistas baladeiros. Mas pra quem quer vivenciar a cultura local, o melhor mesmo é tentar os bares que ficam pro lado da Bolsa de Valores – que é pra onde a galera local vai pra fugir dos turistas. Lá, você vai encontrar um monte de bares e boates bem legais e que têm as mesmas opções de cerveja que a Delirium (tá, não tem tantas, mas ninguém vai tomar mais de 300 tipos de cerveja numa noite mesmo). Não deixe de tomar a Kwak e a La Corne, que vêm em copos superdivertidos, além das trapistas (são seis, ao todo).
Por fim, se você quiser mesmo não passar recibo de turista, lute contra aquela vontade irresistível de roubar os copos. Ao invés disso, procure-os no mercado de pulgas, na Place du Jeu de Balle, que também é bem legal. Se não achar, tudo bem, renda-se e compre nas lojinhas de souvenires mesmo – mas se por acaso for à Antuérpia, deixe pra comprar lá, que é bem mais barato.
Nossa próxima parada, aliás, é lá mesmo, Antuérpia, com uma passada por Bruge. Até lá!
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YEY, obrigada pelo ótimo primeiro post da série, Thali. Eu adorei, e você aí? 🙂
Tem dúvidas sobre Bruxelas ou quer pedir alguma coisa em específico sobre Bruge ou Antuérpia? Deixa um comentário, vai. A gente agradece. 😉
A semana que começa hoje tem tudo para ser agitadíssima em Londres. Afinal, o nascimento do primeiro filho de William e Kate deve acontecer logo, logo (jornalistas e fãs já acampam em frente ao hospital!) e a previsão do tempo é animadora: sol e calor para quase todos os próximos sete dias.
Para garantir que a suasemana seja incrível fui atrás de eventos culturais bacanas e para você curtir de segunda a domingo (15 a 21 de julho). Modéstia à parte, eu achei a seleção bem legal. Tem programa pra todos os gostos (e bolsos). Espero que você concorde (e aproveite!).
Não custa lembrar que eu vou ficar felizona se você aproveitar alguma dessas dicas e depois voltar aqui para deixar um comentariozinho contando, né? 🙂
Quem curte fotografia e vai estar em Londres até antes do dia 31 de agosto não pode deixar de visitar a exposição Press Photographer’s Year 2013, que é gratuita e está em cartaz no National Theatre.
Basicamente, a exposição reúne as fotografias mais marcantes veiculadas na mídia do Reino Unido em 2011 e 2012.As fotos estão divididas em diversas categorias, como retratos, esportes, artes e entretenimento e oferecem um panorama da história local nesses dois anos.
Quer saber mais antes de programar sua visita? Clique aqui. E para saber como chegar lá das mais diversas maneiras clique aqui.
Outra exposição super legal rolando em Londres (e por ainda mais tempo – dois anos!) é a Fashion Rules, que abriu para o público no dia 04 deste mês no Kensington Palace. Nela, os visitantes podem ver vestidos usados pela Rainha Elizabeth II e pelas princesas Diana e Margaret. Os ingressos custam entre £11,40 e £15.
No site do Kensington Palace tem um material bem legal sobre a exposição. Clique aqui para ver e também para ter acesso a informações essenciais para planejar sua visita.
Entre quarta e sexta-feira o incrível músico brasileiro Hermeto Pascoal estará em Londres fazendo shows no Ronnie Scott’s jazz club, um dos mais antigos e tradicionais clubes de jazz da cidade.
Segundo o Brazilian Post, cada show será diferente. Ou seja, se você quiser ir às três apresentações verá três diferentes performances, mas você pode esperar ver ouvir as músicas do seu último CD (Bodas de Latão) e algumas composições e letras de Aline Morena, que será sua companheira de palco.
Achei o preço dos ingressos meio salgado (entre £35 e £55), mas com certeza é uma boa pedida pra quem curte boa música.
Olha, gente, eu acho isso MUITO bizarro. Confesso que este evento já tinha aparecido nas minhas timelines algumas várias vezes nos últimos meses, mas essa bizarrice me fazia não querer falar dele. Só que aí eu parei para pensar e achei que talvez alguém achasse essa loucura divertida e resolvi indicar no “O que fazer em Londres esta semana?” de hoje…
Como o nome diz, o Hot Tub Cinema é um cinema em que você assiste ao filme DENTRO DE UMA BANHEIRA QUENTINHA.Pois é. É insano. Ainda mais porque você divide a banheira com outras pessoas. Todo mundo lindo e formoso de roupa de banho. hahaha
Só que assim, por mais que eu ache loucura, parece que a galera não acha. As próximas sessões estão todas já com os ingressos esgotados. Tá se perguntando por que então eu coloquei o programa na agenda de hoje? Simples, porque se você não soubesse hoje talvez não conseguisse garantir o seu ingresso para a temporada deste ano! Então faz assim: clica aqui para conferir a programação completa e se curtir a ideia já garante seu ingresso, hein? 😉
Para reservar uma banheira para oito pessoas você desembolsa £240, a de seis pessoas custa £180 e o ticket individual sai por £30.
Levanta a mão quem gosta de blues! \o/ Pois o Ealing Blues Festival (sábado e domingo, no parque de Walpole, em Ealing) é pra vocês!
As entradas do festival custam £5 por pessoa por dia ou £8 por pessoa para os dois dias. A programação completa está no site. Dê uma olhada, anime-se e programe-se para ir. 😉
O artista brasileiro Derlon apresenta seu trabalho em uma exposição gratuita que fica até domingo, 23, aberta a visitação.
Prestigie-o! Mais informações você encontra aquie aqui.