Hotel Terminal em Milão: testado e aprovado!

Posso dizer que aqui em casa o planejador oficial de viagens é o João. Nunca vi como ele tem um faro bom para encontrar atrações bacanéééérrimas fora do roteiro turistóide, hotéis/hostels BBBs, quitutinhos goixtooosos e acessíveis… enfim, desculpaê, mas meu marido é O CARA! 🙂

Sabendo disso, deixei a missão “escolha da acomodação” de Milão nas mãos dele, é claaaaro. E ele foi direto para os nossos sites preferidos: Hostel World e Hostel Bookers. Enquanto eu listava as atrações que TÍNHAMOS que conferir, ele vasculhava esses sites em busca do cantinho ideal para nossas 3 noites à milanesa (aiquebrega!).

Em pouco tempo, ele me avisou: “Nah, achei um hotel que parece bacana. 50 euros por noite para nós dois, com café-da-manhã, wi-fi no quarto (importante, né, gente?!) e duas quadras da estação central de trem e metrô”.

Aqui, um parêntese: na temporada londrina de 2010, SEMPRE ficamos em hostels. Lembro bem que pagamos 20 euros CADA no Bob’s Youth Hostel (falamos sobre ele aqui) de Amsterdam para ficar num quarto com 12 camas. OU SEJA, achei MUITO DIGNO 50 euros para os dois para um quartinho só nosso e com todos os benefícios que contei ali em cima. Nénão?

O Hotel

Aigente, ADORO quando fotos não enganam. Sei que devia ser SEMPRE assim. Mas não é. E foi com o HT! =D

Olha só que bonitinho (fotos do hotel em si são do site. As do quarto, nossas):

É, eu sei, a gente não dá nada pela entrada. Mas, calmae... :)
É, eu sei, a gente não dá nada pela entrada. Mas, calmae… 🙂
olha a recepção, que bacaninha! :)
olha a recepção, que bacaninha! 🙂

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Pelo que vi no site, existem quartos BEM melhores que o nosso lá. Mas, pow, o que eu menos quero viajando é passar hoooras no hotel. Por que eu iria querer mais do que esse aconchego todo?
Pelo que vi no site, existem quartos BEM melhores que o nosso lá. Mas, pow, o que eu menos quero viajando é passar hoooras no hotel. Por que eu iria querer mais do que esse aconchego todo?
Com um banheiro bem limpinho, a banheira no fim do dia de passeios era ÓTEMA pedida!
Com um banheiro bem limpinho, a banheira no fim do dia de passeios era ÓTEMA pedida!

Banho bom, internet funcionava bem (até o jogo do Coxa conseguimos assistir! :), preço do frigobar justo (1 euro uma água – foi só o que consumimos), ar condicionado ok, quarto limpo… enfiiim, nesse quesito tudo nota 10.

Depois da primeira noite felizões, acordamos cedo pra o café da manhã. E aí a decepção: era MUITO RUIM. Sério, suco de laranja esquisito, café aguadããão, croissant mais esquisito ainda, abacaxi e pêssego EM CALDA – sem frutas naturais… bem fraquinho. Mas a conclusão final é: forra o estômago pra um começo de dia de turista. E, no fim das contas, é isso que importa, não? 🙂

Ah, e se serve de consolo tem yogurte disponível lá. Eu peguei um e levei comigo – ajudou a amenizar uma fomezinha no meio da manhã! 😉

O café rolava aí. Pena que o conteúdo não era tão bom quanto a aparência. =/
O café rolava aí. Pena que o conteúdo não era tão bom quanto a aparência. =/

Assim, nosso último comentário negativo é: staff not friendly.

Tínhamos lido isso nas avaliações do Hostel World, mas não nos importamos porque a gente passa tão pouco tempo dentro do hotel que isso é o que menos importa, né? Só que aí no último dia o cara da recepção foi GROSSO comigo. A camareira tinha pedido pra gente dar a chave do quarto pra ela, que ela ia arrumar, e a gente deixou. E aí que ele disse que a gente não podia ouvir a camareira, que TINHA que deixar na recepção e ficou repetindo isso por HORAS (2, minutos, ok, mas pareciam horas. Haha) e eu fiquei DE CARA. Só repetia: “ele não pode fazer isso com um cliente, ele não pode fazer isso com um cliente”. Cês concordam comigo, néam? 🙂

Mas vale os 50 euros por casal. Eu ficaria suuusse lá de novo. #ficadica

Como chegar?

Como eu disse no começo do texto, o Hotel Terminal fica BEM pertinho da estação central de Milão. Dá pra ir a pé susse, susse. O mapa abaixo mostra bem, ó:

meu mapinha tosco te ajuda a se localizar? Mission accomplished! :)
meu mapinha tosco te ajuda a se localizar? Mission accomplished! 🙂

O site deles é bem completinho e dá pra você programar direitinho sua estada lá a partir de lá. Se você gostou da dica e quer se hospedar lá também, clique aqui e comece a planejara sua viagem agora mesmo! 😉

estrelinhas

Avaliação final: o Hotel Terminal de Milão cumpre bem a sua proposta – não tem luxo, mas é aconchegante. O preço é justo. Podia melhorar no café da manhã e na equipe. Apesar disso, no nosso ranking estrelado ganhou três amarelinhas.

Gostou do post? Deixa um comentário pra fazer essa blogueira feliz, vai. Prometo retribuir com posts super legais. hehe

Beijobeijo e até a próxima,
Nah.

Navigli: ótima pedida em Milão!

pravernomundo

Na semana passada contei aqui que daríamos início à série de posts sobre a SUPER viagem que fizemos ano passado como lua de mel, lembra? Pois, então, chegou a hora de começar a falar sobre a primeira cidade que visitamos: Milão (Itália)! 🙂

Primeiras impressões

Não sei você, mas eu sempre ouvi falar que Milão não era uma cidade muito interessante. Ao longo da minha vida de viajante, ouvi várias pessoas dizerem que a cidade era “apenas” a capital da moda e do design (sem desmerecer moda e design, claro!).

Porém, a passagem de entrada na Itália mais barata SEMPRE foi a de Milão (na minha primeira ida para Londres, em 2005, fiz conexão lá também), e na época da nossa lua de mel não foi diferente. E aí que a gente quis aproveitar. “Já que vamos descer lá, vamos conhecer a cidade”, pensamos.

Com isso definido, começamos a visitar vários blogs de colegas viajantes que já tinham passado pela cidade (como Finestrino, Dri Everywhere e Básico e Necessário) para descobrir o que Milão tinha a oferecer – além do Duomo, da Galerie Vittorio Emanuelle e do Quadrilátero da Moda, que todo mundo já ouviu falar, néam? E, aos poucos, fui percebendo que esse povo que fala que Milão não tem nada pra ver só pode estar maluco. GENTE, minha lista de “o que quero fazer” era interminável. JURO! (E à medida que desbravavámos a cidade a lista só ia aumentando…)

É claaaro que o Duomo estava na nossa programação milanesa, mas a gente queria MAIS. Entende, né?! :)
É claaaro que o Duomo estava na nossa programação milanesa, mas a gente queria MAIS. Entende, né?! 🙂

E no primeiro post da série sobre a Milão que nos encantou vou falar de como começamos nossa passagem por lá. Com vocês, Navigli!

Curtindo o canal de Milão

Depois de uma maratona de 3 voos (Curitiba-SP/SP-Amsterdam/Amsterdam-Milão), chegamos em Milão na terça-feira, 28/08/12, quase 19h. Como tínhamos pouco tempo na cidade (3 noites e apenas dois dias inteiriiiinhos), chegamos ao hotel (logo falamos sobre ele!), tomamos um banho e pegamos nossa listinha de passeios para ver o que dava para fazer naquele mesmo momento.

Logo de cara Navigli pareceu uma ótima opção, pois até onde eu sabia (pelos guias) era uma região cortada por um canal que tinha vários barzinhos bacanas e restaurantes gostosos no seu entorno. Parada obrigatória – e com cara de primeira noite!

Pegamos o mapinha do metrô (a estação Centrale ficava BEM PERTINHO do nosso hotel), traçamos a rota e nos mandamos (no fim do post dou detalhes sobre como chegar!).

Antes de sairmos, porém, perguntamos ao pessoal da recepção do hotel a que horas partia o último trem do metrô. Afinal, já passava das 21h e se a gente não quisesse ficar na mão precisava se programar. Com a informação de que por volta da meia-noite o underground da cidade encerrava seus trabalhos partimos na missão. 🙂

O que achamos

Que bela decisão, hein? Navigli é SENSACIONAL!

Logo que saímos da estação Porta Genova demos de cara com MUITOS restaurantes que pareciam legais, muita gente na rua curtindo a noite quente, bicicletas espalhadas por todo canto… enfim, um ambiente super bacana.

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Escolhemos um restaurante (que era “ok”, mas, sinceramente, não vale a indicação – só a foto bonitinha :), jantamos por lá e depois seguimos a caminhada.

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E aí veio a ótEma surpresa da noite: o BQ, um bar de cerveja artesanal que oferecia uma enoooorme variedade de birra italiana boa e que o João tinha descoberto em suas pesquisas pré-viagem (mas que a gente ainda não sabia onde ficava) “estava” ALI! =D

Se você curte cerveja tanto quanto a gente e está planejando ir a Milão, não deixe de colocar o BQ na sua programação. Experimentar cerveja local é obrigação de qualquer cervejeiro-viajante (tá aí, gostei dessa denominação. :).

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pois é, uma portiiinha, mas que guarda VÁRIAS birras italianas que são uma perdição! :)
pois é, uma portiiinha, mas que guarda VÁRIAS birras italianas que são uma perdição! 🙂

Tá vendo a foto aí de cima? Preciso contar algumas coisas sobre ela (e sobre o bar)…

Na teoria, cada cerveja (400ml) custava 5€. Mas, na prática, poderia sair por 4€, porque quem devolvesse o copo recuperava 1€! Só que tem outra couuusa. Tá vendo as mulheres paradas ali na porta? Então, elas ficavam pedindo pra galera dar os copos pra elas. Enquanto a gente estava lá, quase todo mundo deu. Elas tinham umas pilhas com uns 20 copos cada uma. JURO. E aí que no fim das contas quase todo mundo paga 5€ mesmo. 🙂

Na volta para a estação, ainda compramos nosso primeiro gelato em terras italianas. Um típico fragola (morango) no Orso Bianco. Valeu a noite! 😉

Explore Navigli!

Como deve ter dado para perceber, a única coisa que tínhamos em mente era que queríamos conhecer Navigli.

Os outros programas (restaurante+cervejaria+sorvete) a gente decidiu na hora, indo com a cara de cada um. E, sinceramente, acho que isso é o melhor de tudo. Não precisa seguir à risca as indicações de amigos, familiares, blogueiros. Caminhe por Navigli e descubra o que mais faz o SEU tipo. As grandes boas aventuras surgem assim. 🙂

Além disso, apesar de a gente ter ido apenas à noite (por falta de tempo MESMO),  o passeio por Navigli é uma boa pedida pra qualquer hora do dia. Ver o pôr do sol por lá deve ser lindo, curtr uma tarde ensolarada também e até uma chuvinha pode ser romântica (ou não, né?! haha).

Enfim, o importante é curtir umas boas horas dessa região deliciosa de Milão Vale MUITO a pena! 😉

Como chegar

A maneira mais simples para chegar a esse cantinho encantador de Milão é de metrô. De onde você estiver, trace uma rota para descer na estação Porta Genova, que fica na linha M2 (a verde). Descendo da estação você estará a poucos passos do paraíso. É só procurar pra onde vai a muvuca (é fácil, garanto) e seguir o fluxo que você vai cair lá!

o mapa do metrô de Milão é bem mais simpleso do que o de Londres, nénão? :)
o mapa do metrô de Milão é bem mais simples do que o de Londres, nénão? 🙂

Aproveitando: como íamos ficar apenas 2 dias inteiros, optamos por comprar um ticket que valia para metrô/tram/ônibus por 48h (Two-Day Pass) e que custava 8,25€. Usamos e abusamos dele. Por isso, valeu a pena!

E aí, curtiu as dicas? Se na sua passagem por Milão você passou por Navigli e tem algo a acrescentar, deixa um comentário aí. Sua experiência pode fazer a viagem de uma outra pessoa ainda mais inesquecível. 🙂

Beijobeijo e até a próxima,
Nah.

Serviço

Saiba mais sobre Navigli

O site oficial de Navigli tem tudo o que você precisa saber sobre esse cantinho adorável de Milão – incluindo bares, restaurantes, pizzarias e sorveterias apresentados em um mapa. Clique aqui e confira!

BQ

TUDO o que precisa saber sobre o BQ está no site deles (aqui). Como você vai ver, não é só em Navigli que dá pra encontrar esse bareco bacana. Tem outros endereços também. 😉 #ficadica

Orso Bianco

Ao que tudo indica, o Orso Bianco não tem site. 🙁
Mas, ó, é bem facinho de achar essa sorveteria gostosa. É só sair da estação Porta Genova no sentido Navigli que na primeira quadra, quaaaase chegando no canal estará este gelatinho goixtoso – mas não o melhor de Milão (na nossa opinião, claro). O melhor mesmo (que a gente foi TRÊS VEZES em dois dias) é… well, conto num outro post. Pode ser? 🙂

O que fazer em Londres esta semana? – Programas gratuitos e pagos

Na semana passada, dei início à esta série indicando nove programas para você fazer em Londres divididos em três categorias: dia chuvoso, dia cinza e dia ensolarado. Dentre as sugestões, tem museu, musical, comida gostosa, cemitério, mercado de rua… enfim, modéstia à parte são dicas ótimas. Se você não leu, não perca mais tempo. Clique aqui, leia, anime-se para tirar todas as sugestões da lista e comece a se planejar! 😉

Hoje, dando continuidade às nossas sugestões do que fazer em Londres, resolvi fazer a separação por um quesito que todo viajante sempre leva em consideração na hora de definir sua programação: o orçamento.

Selecionei alguns programas gratuitos e outros pagos que fizemos durante a nossa temporada londrina e que achamos que você vai curtir também.

Bora lá?! 🙂

(Antes, um lembrete: nas dicas que demos semana passada existem algumas ótimas opções de programas gratuitos, como Museum of London e Borough Market. Porém, não queremos nos tornar repetitivos, então se você quiser mais dicas além das que iremos reunir aqui não se esqueça de ler o post da semana passada – além, é claro, de clicar nos links indicados ao longo do post para poder saber TUDO sobre cada um dos programas! 😉

gratuitos

1: Roteiro turistóide

Em nosso primeiro fim de semana em Londres, aproveitamos o sábado ensolarado para ter um dia típico de turista. Visitamos um parque, vimos alguns dos cartões postais mais famosos da cidade, passeamos por um bairro delicioso, entramos em uma igreja onde estava rolando um ensaio de orquestra sinfônica (!) e curtimos um showzinho na Trafalgar Square. Tudo isso gastando MUITO pouco. Mais precisamente, gastando com um quitutinho, umas cervejas e o transporte, é claro. De resto, tudo que fizemos (e curtimos!) foi ~di grátix. 🙂

Neste post, contamos como foi esse dia em detalhes. Clique aqui, leia e anime-se para fazer o mesmo roteiro. Tenho certeza que você vai curtir!

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2: Parques, esses lindos

Na época do Dia dos Namorados de 2010, preparei um post com dicas de programas para fazer a dois em Londres. Separei em duas categorias: parques e “amor rima com sabor”. 🙂  e selecionei dois parques que curto MUITO e que, é claro, são gratuitos: Hyde Park e Greenwich Park. Clique aqui, saiba mais sobre eles e separe um dia (ou vários) para eles.

greenwich-park

3: Notting Hill

Não podia deixar de fora deste post (já que também não tinha entrado no da semana passada), um dos meus passeios gratuitos favoritos em Londres: o pelo bairro que é cenário do meu filme preferido (Um lugar chamado Notting Hill). Leia o post (clicando aqui) e entenda um pouco mais sobre essa bela região da cidade.

notting-hill

Apesar de essas serem as minhas dicas de hoje, vivendo em Londres você percebe que há MUITO mais a se fazer na cidade sem gastar uma librinha sequer. Duvida? Então leia a matéria super legal que a Helô Righetto fez para a segunda edição da revista Aprendiz de Viajante reunindo 100 (AHAM. 100!) coisas para fazer de graça na cidade. Clique aqui, assine a revista (que está INCRÍVEL!), leia a matéria e decida quais desses programas você vai querer fazer! 😉

pagos

1: London Eye

Eu não sei você, mas eu ADORO ver uma cidade de cima (e olha que morro de medo de altura!) – seja do topo de uma montanha (não muito grande, por favor), de um andar alto de um edifício ou de uma roda gigante bem segurinha. Pra mim, tudo fica ainda mais lindo visto de cima… 🙂

Como ainda não tivemos a oportunidade de subir no topo do The Shard (a Lili, do Catálogo de Viagens, subiu e disse que é incrível. O post dela está aqui), a nossa sugestão de vista do alto é a da London Eye, um programa pago que, na minha opinião, vale MUITO o investimento – como contei neste post – porque, sério, proporciona algumas das vistas mais incríveis da cidade.

Partiu?! 🙂

*Update: siiiim, já subimos no The Shard. Nosso post (com texto, fotos e vídeo!!!) tá aqui: http://praveremlondres.com.br/2013/12/19/the-shard/

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2: Wimbledon

Acontece em Londres, anualmente, um dos quatro torneios de tênis mais importantes do mundo: Wimbledon. Mas o complexo onde rolam os jogos não fica aberto apenas durante a realização do Grand Slam. Você pode visitá-lo, entrar em algumas quadras, conhecer o museu e toda a história do torneio e do próprio clube (All England Club) em um tour que acontece diariamente por lá (detalhes como preços e horários você encontra aqui). E, olha, não é porque eu sou uma ex-tenista (frustrada), mas vale a pena conhecer isso tudo. É muita história (do esporte, é verdade) contada de uma bela forma.

A gente estava em Londres na época do torneio de Wimbledon em 2010 e contamos neste post como foi. Tomara que eu consiga convencê-lo a se programar para passar uma tarde lá. 🙂

wimbledon

3: Ain’t nothing but…

Pra encerrar o post de hoje, um barzinho, porque uma cervejinha vai bem pra relaxar, nénão? 🙂

Mas, calma, não é porque o Ain’t nothing but… está na lista de programas pagos que é preciso pagar para entrar nele (se bem que sexta e sábado, DEPOIS das 20h30, tem que pagar entrada sim). É que é impossível sair de lá sem gastar pelo menos £3 em uma pintzinha. Falamos sobre esse bar SUPER legal aqui.

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Foto: divulgação

Dá pra fazer um bom roteiro pra esta semana baseado nas dicas de hoje, concorda? 🙂

Se você aceitar alguma das minhas sugestões depois passa aqui para contar como foi. Vou esperar seu comentário. 😉

Pra encerrar, quero deixar uma não-dica. Ou seja, um programa que a gente fez, pagou para fazer e achou uma furada. Que tal?

furada

SeaLife Aquarium

“Um passeio ao fundo do mar? No way, bróda!”. Este é o título do post que o João escreveu sobre o aquário de Londres. Quer saber por que a gente acha esse passeio uma furada? Clique aqui e leia o texto.

#ficadica

😉

Até o próximo post,

Nah.

45 dias e um roteiro incrível: nossa lua de mel na Europa

No fim de 2007 eu me apaixonei pelo João. No começo de 2008 ficamos pela primeira vez. Em agosto do mesmo ano começamos a namorar.
Em julho de 2009 terminamos por 15 dias. No dia em que completamos um ano de namoro (sem contar esse break, claro) ele me deu uma aliança de compromisso enquanto víamos um belíssimo pôr do sol no Farol da Ilha do Mel (PR).
Em abril de 2010 embarcamos para Londres.Nos seis meses que passamos lá superamos as dificuldades iniciais de uma vida a dois e vimos que era para sempre.
Em janeiro de 2011, no Brasil, passamos a morar juntos.
Em março de 2012 decidimos nos casar – é, assim mesmo. Decidimos. Juntos. O pedido oficial veio só uma semana antes do casamento, no meu chá de lingerie, na frente das minhas amigas. #aiqueromântico 🙂
Menos de dois meses depois, no dia 19 de maio de 2012, vivemos o dia mais lindo das nossas vidas até então: o nosso casamento.

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Contei isso tudo para revelar a você o que iniciamos hoje: uma série de posts sobre a lua de mel mais incrível da vida (hihihi), que é uma viagem SUPER legal para você fazer também. Independentemente do estado civil (casado, solteiro, separado, com a família, com os amigos), com certeza você vai curtir! 😉

O roteiro

Como a gente precisava ir para a Itália (que dureza, né?! haha) para agilizar o processo da cidadania italiana do sr. Brotto, definimos que o destino inicial seria a terra da famiglia do marido – onde obrigatoriamente teríamos que ficar 30 dias (que dureza². haha). Depois, incluímos algumas algumas cidades no roteiro e fechamos a programação dos nossos 45 dias de lua de mel.

Nos próximos dias e semanas você terá aqui dicas de:

  • Milão;
  • Várias cidades/praias do Sul da Itália;
  • Berna e Genebra (Suíça);
  • Munique e Berlim (Alemanha);
  • Praga (República Tcheca).

Não preciso nem dizer que vale a pena acompanhar, né?! Só adianto uma coisa: você vai querer sair fazendo tudo o que a gente fez! Então se prepare para ver sua bucket list de cidades a conhecer crescer bastantão. 🙂

O primeiro post vem no começo da semana que vem, e vai falar da nossa primeira parada nessa viagem (Milão), mas para despertar a sua curiosidade e a certeza de que poderemos contar com a sua companhia ao longo de toda esta saga deixo você com algumas fotos que marcaram a nossa inesquecível lua de mel…

o impressionante Duomo de Millão é lindo de dia...
o impressionante Duomo de Millão é lindo de dia…
... e à noite também!
… e à noite também!
o Sul da Itália "esconde" tesouros maravilhosos. Scilla é um desses tesouros. Passamos 15 dias lá e em nossos posts vamos convencê-lo a visitar essa pequena cidade calabresa.
o Sul da Itália “esconde” tesouros maravilhosos. Scilla é um desses tesouros. Passamos 15 dias lá e em nossos posts vamos convencê-lo a visitar essa pequena cidade calabresa.
um vulcão, MUITA história, ruas incríveis. Essa é Taormina.
um vulcão, MUITA história, ruas incríveis. Essa é Taormina.
Ai, Tropea... <3
Ai, Tropea… <3
Berna é a materialização da cidade dos sonhos pra mim. QUE CIDADE LINDA!
Berna é a materialização da cidade dos sonhos pra mim. QUE CIDADE LINDA!
não faltam bandeiras em Genebra, a terra da ONU.
não faltam bandeiras em Genebra, a terra da ONU.
Uma honra pra um cervejeiro que se preze participar da verdadeira Oktoberfest (Munique).
Uma honra pra um cervejeiro que se preze participar da verdadeira Oktoberfest (Munique).
como não amar?
como não amar?
uma cidade que respira jazz não podia não ser incrivelmente linda. (Praga)
uma cidade que respira jazz não podia não ser incrivelmente linda. (Praga)

Já deu pra ver que vem coisa boa por aí, não?! =D

Eu, se fosse você, entraria aqui todo dia pra poder ver se tem novidade. hihihi

Pesquisa

Para poder fazer uma série de posts que seja útil para você que vai planejar uma viagem com um roteiro semelhante ao nosso, gostaria de saber quais são suas principais dúvidas, quais assuntos mais interessam (acomodação, custos, atrações imperdíveis, transporte, etc.), o que você acha desnecessário postar, etc. Aguardo seu comentário.

Até logo mais.

Beijos,

pravernomundoNah.

Forneria Copacabana: boa opção para conhecer cervejas paranaenses

curitiblogandoAntes de começar este post, pergunto: você é cervejeiro? Se sim, deixa um comentário respondendo a seguinte pergunta: que nota você daria, em geral, para os restaurantes da sua cidade, no quesito “carta de cerveja”? Pergunto isso porque aqui em Curitiba a gente daria uma nota bem baixinha, viu? E se na sua cidade é diferente podemos pensar seriamente em mudar pra ela. hahaha

Brincadeiras à parte, o fato é que existem muitos bons restaurantes na terra das araucárias, mas pouquíssimos que se preocupam em não apenas servir boa comida, mas também em oferecer uma boa variedade de cervejas que harmonizem com seus pratos.

No quesito “vinho”, no entanto, a avaliação já é bem melhor. Só que aí é que tá. A gente é cervejeiro, pow, e queremos jantar bem e aproveitar para conhecer novas marcas de cerveja e saborear estilos que combinem com o que estamos comendo (nem só de Pilsen e Lager vive o mundo das cervejas!), etc.

Assim, ficamos surpresos positivamente ao chegar na Forneria Copacabana na quinta-feira passada na companhia da galera do Curitiblogando e perceber que lá a coisa é diferente. Dá pra comer (super) bem e, ainda por cima, tomar uma boa cervejinha. 🙂

E é sobre isso que resolvemos falar nesse post! Antes, é claro, um breve resumo da nossa opinião sobre a Forneria Copacabana em si…

Sobre o restaurante

A gente já tinha tido a oportunidade de provar as delícias da casa em um jantar romântico no Dia dos Namorados do ano passado, e a avaliação tinha sido extremamente positiva: bons pratos, preço legal (em comparação com restaurantes do mesmo nível), ambiente bacana e atendimento de qualidade.

Na quinta-feira passada, o veredicto se repetiu. Eu escolhi o “bife do Arthur” (R$ 47,90) e o João o Carré da Vila (R$ 54,90) e gostamos muito das nossas escolhas (você pode conferir o cardápio completo clicando aqui – os preços dos pratos variam entre R$ 40 e R$ 60)…

curitiba_forneriacopacabana

 

curitiba_forneria_2

Identifiquei apenas um problema: a precária (ou romântica) iluminação na área em que ficamos (parte externa do restaurante!) dificultou a identificação dos itens no meu prato, e eu preferia ter visto onde estava a gordura da minha carne para poder retirar. Deixamos o recado pros garçons! 😉

De resto, tudo lindo. As fotos – retiradas do próprio site, já que o quesito iluminação também dificultou na produção das nossas fotos – mostram um pouco disso. Ó que belezinha é lá dentro:

escada

areaexterna

bar

A carta de cervejas

estrelinhas

 

 

Mas vamos ao que interessa: a carta de cerveja!

Nada de Skol ou Kaiser (desculpa, gente, mas essas a gente toma nos botecões da vida, nénão?), chopp Brahma e Stella e, o melhor de tudo: várias marcas artesanais de Curitiba e da região que produzem beras (birras, brejas, beers…) excelentes e que fazem combinações perfeitas com alguns dos pratos do cardápio.

Começamos com a cerveja de trigo “Madalosso” (que apesar de local a gente ainda não conhecia) e, olha, que surpresa boa. Até eu que curto as mais amargas gostei bastante!

madalosso5

Depois, seguimos para as clássicas Way, tomando uma de cada (Cream Porter, Irish Red Ales e American Pale Ale). Se você não conhece, pode colocar todas elas na lista. Qualidade excepcional!

waybeer_pint

Como se não bastasse nossas queridinhas e um clássico paranaense em formato cerveja (sim, porque “Madalosso” é isso mesmo!), ainda tem Gaudenbier (Pagan Strong Bitter e Pagan Porter), Brooklyn (Pale Ale e Lager), Estrella Barcelona e as mais comerciais Stella Artois e Budweiser.

(As cervejas que tomas custavam entre R$ 9 e R$ 13, mas existem opções mais baratas – como Bud e Stella – e outras um pouco mais caras)

Ou seja, pra quem quer juntar boa comida + boa cerveja e está em Curitiba, a Forneria Copacabana é uma ótima pedida. A gente recomenda! Só não vale sair dirigindo depois, hein?! 😉

*Volta e meia a Way abre as portas de sua fábrica (que fica em Pinhais, do ladiiinho de Curitiba) para visitação. A gente já foi em alguns eventos deles e foi sempre muito bacana. Porém, ultimamente não tem rolado o esquema do almoço + visita à fábrica aos sábados. Mas a gente recomenda que, se você tiver interesse, dê uma ligadinha lá  (41-3653-8853) para se informar sobre possíveis tours! ;) Para mais informações visite o site http://www.waybeer.com.br/home/
*Volta e meia a Way abre as portas de sua fábrica (que fica em Pinhais, do ladiiinho de Curitiba) para visitação. A gente já foi em alguns eventos deles e foi sempre muito bacana. Porém, ultimamente não tem rolado o esquema do almoço + visita à fábrica aos sábados. Mas a gente recomenda que, se você tiver interesse, dê uma ligadinha lá (41-3653-8853) para se informar sobre possíveis tours! 😉 Para mais informações visite o site http://www.waybeer.com.br/home/
Um viva aos curitiblogueiros! \o/
Um viva aos curitiblogueiros! \o/

 

Serviço

A Forneria Copacabana fica na Rua Itupava, 1155, no Alto da XV (em Curitiba, claroclaro! 🙂

Telefone: (41) 3363-5565

Site

Aberto de segunda a sábado apenas para jantar – 19h-00h00

 

curitiblogando

 

 

O jantar na Forneria Copacabana fez parte do projeto Curitiblogando.

Participaram da 1º edição do Curitiblogando que ocorreu entre 28 e 31 de março de 2013: Anna Martinelli e Mariana Fachin (Finestrino), Marcos Coqs e Amanda Malucelli (Viajão), Carol Moreno (Mochilão Trips), Beta Rodrigues e Dea Sales (Férias de Mochila), Robson Franzói (Um Viajante), Natasha Schiebel e João Guilherme Brotto (Pra Ver em Londres) , Simone Jung (Flashes de Viagem), Leidinara Batista (Férias Now), Fernanda Souza (Preciso Viajar), Jr Caimi (TipTrip Viagens). Blogueiras convidadas: Erika Marques (Outros Ares) e Renata Campos (Revivendo Viagens).

A organização das atividades do primeiro encontro dos blogueiros contou com os seguintes parceiros: CCVB – Curitiba Convention Visitors Bureau, PG1 Comunicação e Assessoria, IEME Comunicação, Home City Home, Vacanze Viaggio. Também tivemos como colaboradores: Duc Club, Forneria Copacabana, Restaurante Madalosso, Cold Stone, Serra Verde Express, Bazar Doce e Cervejaria Devassa.

O que fazer em Londres esta semana?

Apesar de não estarmos atualmente em Londres, quem nos acompanha pelo Twitter (segue!) sabe que somos ratos de notícias da cidade e que todos os dias procuramos reunir o maior número de dicas possíveis sobre a capital inglesa para quem está ou pretende ir para lá.

Pensando nisso, estreiamos hoje uma seção semanal chamada “O que fazer em Londres esta semana?”, em que reuniremos alguns dos principais destaques da programação dos dias seguintes com base no nosso gosto pessoal e no que conhecemos de vocês  – afinal, temos leitores fiéis desde 2010 e já dá pra dizer que a gente é chegado, nénão? 🙂

Mas para o primeiro post resolvi fazer algo diferente. Como estamos recebendo muitos leitores novos com o lançamento do novo projeto, as sugestões de programa para esta semana estão todas relacionadas a posts antigos. Assim, você que está chegando agora tem a oportunidade de conhecer alguns programas na cidade que a gente curte MUITO, e você que já nos acompanhava pode reler alguns dos nossos principais “best sellers”. haha

Vamos lá?! 🙂

(Pensei em fazer a programação a partir da previsão do tempo. Mas como nem sempre dá pra confiar na previsão optei por falar sobre programas de acordo com possibilidades do clima. Assim, você acorda, dá aquela olhadinha na janela e decide quais das sugestões da lista vai colocar em prática. Que tal? 🙂

(2: Já adianto: este post está CHEIO de links! Clicando neles você tem acesso às informações que precisa para programar o passeio escolhido no dia! 😉

chuvoso

Na teoria, a primavera já chegou ao hemisfério norte. Porém, o que se vê no céu de Londres e em seus termômetros tá mais com cara de inverno. E aí que pra esses dias frios e cinzas as melhores pedidas para quem quer sair de casa/do hotel são os programas bacanudos em lugares fechados. Dos que a gente conheceu, recomendamos:

1: Visitar o Museum of London

Esse é, de longe, o nosso museu preferido em Londres. De uma maneira INCRÍVEL, ele conta a história da cidade e faz com que você saia de lá ainda mais apaixonado por essa lovely London (se é que isso é possível). As chances de você passar horas lá dentro sem sentir o tempo passar são ENORMES. Não deixe de ler nosso post. Clique aqui e saiba o que o aguarda! 😉

A história de Londres é contada da melhor maneira possível no Museum of London.
A história de Londres é contada da melhor maneira possível no Museum of London.

2: Assistir a um musical

Eu costumo dizer que uma das melhores coisas de Londres é o fato de ela agradar a gregos e troianos. Tem de tudo. Pra todo mundo. E pra quem curte um bom musical (\o), não é diferente. A cidade reúne uma boa quantidade de espetáculos que se encaixam na categoria “must see”. Contamos nossa experiência neste post. Leia e anime-se para garantir seu ingresso pr’aquele musical que você tanto quer ver! 😉

O Dirty Dancing é uma das várias opções de musicais que você pode assistir em Londres!
O Dirty Dancing é uma das várias opções de musicais que você pode assistir em Londres!

3: Comer um crepe gostoso

Não sei vocês, mas em dia chuvoso uma das coisas que eu mais gosto de fazer é comer uma delícia gorda. haha

E aí que em Londres não faltam delícias gordas pra aquecer a gente em dias assim. Os crepes da Crêpe Affaire estavam no topo da nossa lista de preferidos. Não conhece? Clique aqui, leia nosso post e programe uma passadinha em uma das lojas. Você vai me agradecer por essa dica! 😉
crepe

Deu de dica pra dia chuvoso? Passamos para a segunda categoria de hoje – e a mais afamada: a dos dias cinzas…

cinza

1: Visitar Karl Marx

Não, você não leu errado. A primeira sugestão para um dia cinza e frio é mesmo uma visita a Karl Marx, que descansa em um belo cemitério de Londres, em uma região ainda mais bela da cidade. Falamos sobre o Highgate Cemetery neste post. Tá certo que fazer a visita em um dia de céu azul, sol e calorzinho gostoso é ainda melhor, mas como temos várias outras boas para dias lindões encaixamos esta aqui. Aceita?! 🙂

highgate-cemitery-karl-marx

 

2: Saborear as delícias do Borough Market

Não existe tempo ruim para visitar os mercados de rua de Londres. Qualquer hora é hora de passear por Camden Town, Portobello Market, Covent Garden, etc. Dentre todos esses, selecionamos para um dia cinza desta semana o maravilindo Borough Market que, como o João bem definiu no post que está aqui, é sinônimo de explosão de sabores.

borough

3: Admirar o belo Big Ben (e a região em que ele mora)

Esse é outro daqueles passeios que na real mesmo você deve fazer nas mais diversas condições climáticas. O cara é simplesmente O CARA. E admirá-lo com sol, chuva, de dia, à noite, é sempre uma experiência memorável. Fora que ele está extremamente bem localizado. Um montão de pontos turísticos podem ser visitados em um dia que se tem o Big Ben como ponto de partida: London Eye, Westminster Abbey, Buckingham Palace, etc.

Assim, recomendo a leitura de dois posts para planejar esse dia. O primeiro é uma homenagem a esse símbolo da cidade, post que o João chamou de “Um ensaio sobre o Big Ben”. Tá aqui. O segundo é um roteiro de dia de turista em Londres que a gente fez no nosso primeiro fim de semana em Londres e que pode ser uma boa opção pra você que tem pouco na cidade e quer ver os principais cartões postais. Clique aqui e confira!

bigben

 

Viu como não dá para desanimar de curtir Londres só porque o dia está cinza? Pode parar com drama, se agasalhar se estiver frio e sair por aí. Sempre há bons programas para fazer, independente do clima!

ensolarado

A melhor parte ficou para o final, claro. Foi difícil selecionar apenas três programas para reunir aqui porque falamos sobre muuuitos ao longo dos nossos meses em Londres. E aí que eu trapaceei. hahaha

Tem sugestões que incluem mais de um programa, mas você já vai entender por quê.

(Bora torcer pra ter um solzinho essa semana e a temperatura subir pra você poder aproveitar essas dicas! 😉

1: Pedalar por Londres!

Que metrô, ônibus, cab, ~pé dois, a forma mais deliciosa de explorar Londres é mesmo de bike. AHAM. A cidade é plana, tem bastante ciclovia (e terá ainda mais nos próximos anos – viva o prefeito ciclista!) e dá pra se sentir bem seguro pedalando por aí. Por isso, em um dia de sol alugue uma Boris Bike e APROVEITE!

A gente falou sobre o esquema de aluguel de bikes da cidade neste post. E falamos sobre um passeio SUPER legal que fizemos sobre duas rodas aqui. Nele, apresentamos um parque que é uma delícia: o Hampstead Heath. Sério, pra um dia ensolarado ele é tudo o que você precisa para fazer a tão desejada fotossíntese, curtir boas companhias e voltar pra casa feliz da vida! 🙂

park

2: Curtir o Regent’s Canal

A média de turistas que coloca Camden Town no roteiro de Londres deve ser bem alta. Porém, contudo, no entanto, acredito que poucos saiam da região clássica da área – que não vai muito longe da estação de metrô batizada com o mesmo nome.

E é aí que perdem um grande atrativo: o Regent’s Canal que, como o nome, diz é um canal que você consegue chegar descendo por uma das mais badaladas partes de Camden e que mostra um cantinho de Londres pra lá de interessante. O nosso rolê por lá foi registrado neste post. Tenho certeza que você vai ficar afim de fazer o mesmo passeio depois de ler. Não vai deixar de clicar, vai?! 🙂

canal

3: Fazer a rota da cerveja – Ale Trail

É claro que não podia faltar aqui um post cervejeiro. Afinal, loiras, morenas e ruivas estão SEMPRE no nosso planejamento quando viajamos. 🙂

O programa que recomendo que você faça em um dia de sol esta semana é um que a gente não conseguiu executar com perfeição, mas que é super legal. Conheça a rota da cerveja clicando aqui. E, se fizer, depois deixa um comentário contando como foi – e se teve mais sucesso que a gente. haha

pub
Cheers!

E aí, curtiu minha seleção? Dá pra programar uma boa semana em Londres, nénão?! 🙂

Agora é com você. Organize sua agenda, escolha os programas que têm mais a sua cara e aproveite! 😉

Semana que vem eu volto com mais sugestões do que fazer dia após dia em Londres.

Beijos,

Nah.

Seja bem-vindo ao novo Pra Ver em Londres!

openhouse

No dia 15 de abril de 2010 embarcamos, como namorados, rumo ao grande sonho de viver em Londres e curtir tudo o que a cidade tem a oferecer. Foram seis meses de MUITO aprendizado e do nascimento de novos sonhos – que estamos realizando dia após dia.

Naquele período, cuidamos deste blog como um filho, alimentando-o diariamente, buscando oferecer a ele todos os conhecimentos que achávamos importantes para o seu crescimento, apresentando boas companhias na blogosfera de viagens para ele se relacionar e… ele cresceu! Cresceu e nos trouxe muitas alegrias (inclusive amizades para a vida toda).

Porém, na volta para casa, em outubro daquele ano, deixamos nosso filho de lado por vários motivos – precisávamos nos dedicar ao trabalho, a cidade dos sonhos agora estava longe, etc. etc. etc.

Mas o tempo passou, a gente casou (\o/) e novos sonhos começaram a ganhar forma.

Onde o Pra Ver em Londres entra nessa história?

pravernomundoCom novos sonhos e novos planos, o blog ganha uma nova cara e uma nova linha editorial. Continuaremos reunindo aqui informações sobre Londres, claro, mas expandiremos um pouco nossos destinos, trazendo também uma série de posts sobre a nossa viagem de lua-de-mel (spoiler alert: tem Sul da Itália, Berlim e Munique, Praga, Genebra e Berna!) e também sobre nossas viagens dentro do Brasil, realizando enfim o sonho de tornar o blog um grande portal de viagens e tirar o Pra Ver no Mundo só do logo bonitinho. –>

Para facilitar seu entendimento, TODOS os posts que forem falar de outros destinos que não Londres estarão sempre marcados com o logo do Pra Ver no Mundo, ok? 🙂

Mas não precisa se preocupar. Você verá MUITO de Londres aqui! E em breve ficará sabendo em primeira mão de outras boas novidades relacionadas à terrinha e a gente! 😉

(Ah, e só pra constar, revisamos TODOS os posts, um a um, e atualizamos informações que consideramos importantes. Assim, mesmo os posts de 2010 podem ser lidos à vontade!)

Curitiblogando

curitiblogandoPor último, mas não menos importante, conto uma novidade que está mexendo com os blogueiros de viagem de Curitiba. Criamos, em parceria com um montão de outros blogs bem bacanas, uma rede de blogueiros de viagem da cidade!

A ideia é fortalecer o trabalho dos blogs participantes e promover debates sobre turismo por aqui! 🙂

Como você deve imaginar, por conta dessa rede passaremos a falar também sobre a nossa terra natal. Nosso objetivo é ir além do que você já ouviu falar e trazer dicas com um toque especial.

Estamos super felizes em participar dessa iniciativa (que está detalhada no Tip Trip – clique aqui para conferir) e esperamos que com isso consigamos despertar em você a vontade de conhecer nossa região. 😉

(Assim como vai acontecer com os posts de fora de Londres – marcados com o selo Pra Ver no Mundo, os que forem falar de Curitiba e região estarão marcados com o selo do Curitiblogando.)

Seja bem-vindo ao novo Pra Ver em Londres!

Nah e João

PS: Continuamos com nosso trabalho diário no twitter trazendo dicas sobre Londres e a programação da cidade. Ainda não nos segue lá? Clique aqui e siga! 😉

PS2: Aproveite também para curtir nossa página no Facebook. Para isso, basta clicar aqui.

A inesquecível Veneza

Sabe aquela história de encerrar as coisas com chave de ouro? Então, ela é praticamente um mantra pra mim. Tanto é que assim que chegamos em Londres em abril de 2010 decidimos que antes de irmos embora (em outubro do mesmo ano) teríamos que fazer uma viagem dos sonhos, pra fechar com chave de ouro os melhores seis meses das nossas vidas. O destino?! La piu bella Italia, o país dos antepassados do João, da comida gostosa, do berço do Direito, da torre torta… enfim, la piu bella Italia! 🙂

E é sobre os dez dias que passamos na terra dos antepassados do João que vamos falar nos próximos posts. A primeira parada?! Veneza!

Vem com a gente!

veneza - Pra Ver em Londres

O planejamento

Planejar uma viagem é delicioso, porém trabalhoso. É preciso pensar em cada detalhe com muito carinho para não extrapolar o orçamento, não deixar de conhecer cantinhos incríveis… enfim, para aproveitar cada lugar como ele merece.

O nosso planejamento para esta viagem começou cerca de um mês antes de ela acontecer. De cara, decidimos que seriam dez dias e que dividiríamos a trip em três partes (nesta ordem): Veneza, Firenze (+ viagem de carro pela Toscana) e Roma.

Como chegar saindo de Londres

Logo vimos que ir de trem da Inglaterra para a Itália não seria fácil (muito menos barato) e que a melhor opção mesmo eram as companhias aéreas low cost. A Ryan Air foi a escolhida para nos levar de Londres a Veneza e, na época, encontramos passagem ida e volta por cerca de 40 libras por pessoa. Vai dizer, bom DEMAIS pagar 80 libras – já com taxas (que na época dava mais ou menos 180 reais) para nós dois irmos e voltarmos de Firenze, né?

Fiz uma pesquisinha básica hoje (07/02/2013) e não encontrei preços tão bons. Na pesquisa mais barata achei por £50 (por pessoa!) ida e volta.  Mas vale sempre ficar de olho! 😉

Londres Veneza RyanAir

 

O fato é que viajar de Ryan Air vale MUITO a pena financeiramente, mas não dá pra esquecer que a companhia não é lá das melhores. É sempre bom lembrar que pra conseguir essas tarifas pequeniníssimas sua bagagem deve ter APENAS 10kg. Mais do que isso, tem que pagar, e não é pouco! Mas se você SABE que sua mala tem mais de 10kg, uma boa saída é usar esta jaqueta que a noss colega blogueira @karenbryan apresenta neste vídeo:

Bacana, né?! Os detalhes sobre essa maravilha estão neste post do blog dela. Não deixe de conferir!

Onde ficar

O segundo passo do nosso planejamento foi encontrar um hostel legal pra ficar. E aí, meu caro, nossa dica de sempre é: fuce os sites como Hostel World e Hostel Bookers e fique de olho no preço, na localização e nos comentários de quem já ficou lá. Sérião, é quase impossível errar na escolha levando isso em consideração.

A gente escolheu o Camping Alba D’oro, da rede PLUS Hostels, e ADORAMOS! O quarto em que ficamos era bacaninha (limpo, bom ressaltar!), privado e o preço era super bom (na época, pagamos 20 euros por dia para nós dois, e pelo que vi no site os preços continuam nessa faixa). O único “problema” é que ele não ficava no centrão da cidade, mas havia duas opções de transporte que faziam isso de foma rápida e barata. O ônibus que a gente pegava do outro lado da rua custava dois euros e nos deixava na principal estação de ônibus da cidade. A vanzinha que saía de dentro do hostel fazia o mesmo serviço por um pouco mais – 8 euros. A gente, é claro, ia de bus! 🙂

Reunimos quatro fotos que dão uma ideia de quão bacana é o Alba D’oro Camping, de Veneza. A primeira mostra a entradinha do albergue, super colorida; a segunda mostra como era a casinha em que nós ficamos (com duas camas e um banheiro só pra nós); a terceira mostra outras opções de acomodação (maiores e, é claro, mais caras); e a terceira mostra a área de lazer, que além da piscina conta ainda com bar e salão de jogos. A gente aprovou e recomenda!

Com esses dois detalhes definidos, só precisávamos chegar em Veneza no dia 02 de outubro de 2010 e curtir tudo o que a cidade tem a oferecer. Mas isso aí já é história pra outro post que, prometo, vem loguinho loguinho – e cheio de dicas! 🙂

Beijos,

Nah.

 

Serviço

Alba D’oro Camping – Plus Hostels

RyanAir

 

passarinho Veneza PVEL
Ps: No meio das fotos de Veneza, encontrei este incrível registro do meu excelentíssimo que mostra um passarinho tomando um banho. É um “relato do cotidiano” que se encaixa bem aqui. Afinal, quando se viaja de mochila nas costas tudo o que a gente quer é voar, que nem esse passarinho… 🙂

Blogagem Coletiva – Os sete (ou seriam 8?!) links de destaque do Pra Ver em Londres

Lembra que há algum tempo fizemos um post com as cidades que, na nossa opinião, mereciam ser visitadas várias vezes e aquelas que achávamos que um pulinho só bastava, o “Visitar uma vez só ou várias?? Então, aquela foi a primeira “Blogagem Coletiva” da qual participamos.

E aí que há uma semana percebi que tava rolando outro movimento como este na rede de twitteiros viajantes, com a proposta de reunir sete posts de destaque dos principais blogs de viagens do Brasil, mas como precisávamos ser convidados por um outro blogueiro participar, resolvemos esperar para escrever o nosso texto.

Até que ontem, a querida Claudia, do excelente A Viagem Certa, nos colocou na sua listinha de convidados e, então, começamos a pensar em quais links incluiríamos neste post. O resultado você confere a seguir! 😉

1) O post mais bonito: Um ensaio sobre o Big Ben

Ficamos bem divididos na escolha deste post, já que há muita coisa que a gente considera liiiinda por aqui. Mas no fim das contas concluímos que a homenagem que o João fez ao Big Ben era o post mais bonito de toda a história do Pra ver em Londres. Se você ainda não viu, vale o clique. Se já viu, fica a dica para reler (e rever!) e se apaixonar mais um pouquinho por este que é um dos principais símbolos da nossa eterna lovely London.

Além de ser o post mais bonito, tem algumas das fotos mais bonitas. Esta, por exemplo, a gente ADORA! :)
Além de ser o post mais bonito, tem algumas das fotos mais bonitas. Esta, por exemplo, a gente ADORA! 🙂

2) O post mais popular: Road trip 1: Stonehenge

De acordo com a nossa ferramenta de publicação, o post mais popular não é este. Porém, contudo, no entanto, destaco aqui o segundo mais popular, já que road trips pela Inglaterra são imperdíveis e day trips para quem está em Londres também é uma ótima pedida. Além disso, o conteúdo dele também é bem instigante e tem o objetivo de animá-lo a conhecer as misteriosas pedras também!

Ah, e fica a dica pra conferir nossas outras day trips (Oxford e Bath) e também a continuidade da nossa road trip: que fala sobre Andover e Winchester.

Uma viagem inesquecível, com excelentes companhias e que nos rendeu um dos posts mais populares!
Uma viagem inesquecível, com excelentes companhias e que nos rendeu um dos posts mais populares!

3) O post que gerou mais discussão/controvéria: Visitar uma vez ou várias?

Na primeira Blogagem Coletiva, falei que, na nossa opinião, Paris não merece mais do que uma visita. E aí, como eu já esperava, alguns quiseram me apedrejar. Por isso, acredito que este tenha sido o post mais polêmico do blog. Além disso, ele ótimo porque reúne boas dicas pros viajantes de plantão! 🙂

O motivo de tanta discussão é porque Parrí, na nossa opinião, merece UMA visita. Concorda ou vai criar mais polêmica?! :)
O motivo de tanta discussão é porque Parrí, na nossa opinião, merece UMA visita. Concorda ou vai criar mais polêmica?! 🙂

4) O post que ajudou/ajuda mais gente: Quantas libras um estudante precisa por mês para viver em Londres? e Dinheiro, cartão de débito/crédito, Visa Travel Money. O que trazer?

Vários de nossos posts ajudam a galera que pretende morar em Londres ou até mesmo viajar pela Europa, mas acho que os dois citados acima se destacam. Sabemos que a ideia era escolher um só, mas eles estão super relacionados e são bem importantes pra qualquer um que vai pra terrinha amada. 🙂

Lembrando que pode até ser que os dados estejam desatualizados, já que faz dois anos que voltamos de lá, mas eles refletem EXATAMENTE como era a NOSSA vida por lá, ok?!

 

Post que fala sobre dindin só podia ajudar muuuita gente mesmo, né?! :)
Post que fala sobre dindin só podia ajudar muuuita gente mesmo, né?! 🙂

 5) O post que o sucesso me surpreendeu: Trabalho em Londres e o que fazemos para nos manter

De fato, este é o post MAIS popular do Pra Ver em Londres. Mais acessado e com mais comentários. Sabemos que o tópico “trabalho no exterior” tem bastante apelo, mas achamos curioso que um texto que fala sobre como NÓS nos mantínhamos em Londres se destacasse tanto entre tantos que na nossa visão eram mais úteis para os leitores. Porém, a gente escreveu ele justamente porque MUITOS dos nossos leitores nos perguntavam como pagávamos nossas contas na cidade e o resultado foi uma enorme quantidade de acesso e de dúvidas.

Olha aí o "escritório" do João na nossa casinha londrina...
Olha aí o “escritório” do João na nossa casinha londrina…

6) O post que não recebeu a atenção que deveria: Pra Ver em Londres sob duas rodas

Em julho do ano passado, tivemos o privilégio de testar o novo sistema de transporte público de Londres: as bikes. Neste post, contamos como foi a experiência, explicamos como ia funcionar o sistema de aluguel de bicicletas na cidade e até fizemos um vídeo mostrando o nosso passeio de teste. Foi um post que fez menos sucesso do que esperávamos, já que testamos em primeira mão e achamos que todo mundo ia ficar tão empolgado quanto a gente.

Bem, esta é a oportunidade de fazê-lo ter a visualização que merecia. Bora reler?! 🙂

Pra Ver em Londres sob duas rodas é um post que merece sua visita! :)
Pra Ver em Londres sob duas rodas é um post que merece sua visita! 🙂

Aproveite pra assistir Djá o vídeo! 😉

7) O post do qual tenho mais orgulho: Disneyland Paris: toda a magia de Walt Disney World na Europa

Escrevemos este post a quatro mãos. Aham, eu escrevi uns trechos e o João outros. No texto, marcamos com negrito a opinião do João e deixamos “normal” a minha. Morro de orgulho desse post porque ele é extremamente sincero de ambas as partes e, ainda, traz a dica de Paris que, na minha opinião, é a melhor de todas! =D

Yeeeey, Branca de Neve e seu príncipe mandam um "até logo" diretamente da Disneyland Paris! ;)
Yeeeey, Branca de Neve e seu príncipe mandam um “até logo” diretamente da Disneyland Paris! 😉

E aí, curtiu relembrar estes oito posts? A gente adorou fazer parte dessa Blogagem Coletiva, e agora indicamos os seguintes blogueiros para também fazerem as suas:

The Way Travel
Caminhos Viagens
Dri Everywhere
Mapa de Londres
Canal Londres
Básico e Necessário

São todos blogs excelentes que a gente SUPER recomenda a visita! 😉

Beijos,
Nah e João.

Casa de estudante – Boa opção pra quem fica pouco tempo

Não foi uma, nem foram duas vezes que recebemos emails de leitores que vão para Londres e querem saber nossa opinião sobre as famosas residências estudantis. Porém, como a gente NUNCA ficou em uma, ficava difícil ajudar.

E aí que recentemente, graças à  nossa parceria com a UKstudy, “enviamos” uma amiga minha para fazer um curso de curta duração por lá e ela preferiu optar por esse tipo de moradia. Assim, resolvemos convidá-la a contar para você como está sendo essa experiência. O nome dela é Bruna e abaixo você confere o relato dela… 🙂

Esperamos que você goste do que ela tem pra contar. Qualquer dúvida, já sabe, né? Griiiita! 🙂 Email, Facebook, Twitter e comentários estão sempre abertos para te ajudar!

Boa leitura. A gente volta no final! 😉

Casa de estudante – Boa opção pra quem fica pouco tempo

Morar em uma casa de estudante como a minha, que mais se parece com um apartamento com muitos flats, é uma boa opção apenas para quem vai ficar pouco tempo em Londres como eu. Em termos financeiros, para os padrões brasileiros, especialmente, morar neste tipo de acomodação custa caro. Já pra quem mora pela Europa, já deu pra perceber pelas conversas que tive, o preço é normal e até barato.

Quando a Nah me convidou pra escrever sobre este assunto eu me senti super confortável, já que já beiravam duas semanas que eu estava aqui em Londres e especialmente porque a partir do décimo dia aqui, meio que eu estava me sentindo em casa. Claro que o tempo vai passando e a gente vai sentindo algumas dificuldades, como a necessidade de lavar roupa e ainda não estar a par de como isso funciona aqui, coisas básicas, hehe.

Fora isso, como disse, me sinto super em casa aqui no meu grande quarto (sim, o meu quarto é enorme!). Bem, eu moro no flat de número 80 no terceiro andar de uma das partes da Donald Hunter House. Na verdade, fora as pessoas que dividem o flat comigo, eu praticamente não vejo ninguém, não há uma área comum para todos os flats, por exemplo. Então é super privado, seguro, confortável, quaseeee como estar em casa mesmo (por um tempo…).

A casa da Bruna durante sua temporada em Londres..
A casa da Bruna durante sua temporada em Londres..
Olha aí parte do quarto da Bruna. Segundo ela, ele é enorme e confortável...
Olha aí parte do quarto da Bruna. Segundo ela, ele é enorme e confortável…

 

... parece mesmo bem gostoso! :)
… parece mesmo bem gostoso! 🙂

Cozinhona, hein? :)
Cozinhona, hein? 🙂

Relacionamento com os flatmates

No meu flat moram (ou moravam, melhor dizendo) cinco pessoas. Cada uma com seu quarto. Duas colegas, que inclusive estudavam na mesma escola que eu, já não estão mais aqui. Uma mudou de residência e outra já foi pra casa na Espanha. As outras duas meninas que moram aqui eu praticamente não vejo. Pelas poucas vezes que conversei com elas soube que elas são aqui de Londres mesmo. Uma delas é toda cheia de regras, coloca avisos na porta do banheiro e fica querendo dar algumas lições domésticas, e a outra eu quase não noto a presença…

Com as meninas que estavam morando aqui antes (uma de Portugal e uma da Espanha) a convivência era super legal e pacífica. Alguns dias fazíamos as refeições juntas, chegamos até a fazer uma sopa para dividir nos primeiros dias. Tudo super bem e na paz. Aqui praticamente só se fala em inglês, salvo alguns dias que não conseguíamos nos entender o português e o espanhol rolavam pra facilitar nossas vidas. 🙂

Conclusões

Em resumo, ficar em um lugar como o que estou vale a pena somente pra quem realmente vai ficar pouco tempo. Todas as pessoas brasileiras com quem conversei acham que pago caríssimo. São 25 libras por dia, o que dá 175 por semana e mais de 700 por mês para ter um quarto individual, pra mim super confortável. A cozinha também é enorme e há dois banheiros dentro do flat. Creio que seja bem diferente de casa de família, em que você tem bem mais regras a seguir… aqui eu chego e saio a hora que quero e me sinto super segura em deixar meus pertences no meu quarto.

A minha casa não fui eu quem escolhi, foi a escola quem indicou. Se for pelo conforto, segurança e privacidade dou quase que nota 10 pra minha casa. Ela só não é muito bem localizada, fica em Forest Gate, um bairro bem simples de Londres, mas que na verdade tem uma ótima ligação com o centro. Em meia hora eu chego na minha escola que fica em Holborn.

Forest Gate não é uma delícia de bairro para passear, mas tem de tudo. Do lado da minha residência tem mercado, loja de artigos para casa, padaria, açougue, Mc Donald’s, Pizza Hut… e também bem pertinho daqui tem um shopping enorme. Caso você que pensa em vir para Londres estudar encontre uma opção de residência mais central, não pense duas vezes. Se não rolar, isso não será um grande problema, eu me viro bem. 😉

Espero que tenha conseguido passar minhas impressões sobre viver em uma casa de estudante de forma clara. Lembrando que essa residência mais se parece com um apartamento. Falo isso porque estive em uma outra residência e ela realmente parecia uma casa de estudante com, vários quartos. Diferente daqui… Menos pessoas e, consequentemente, mais fácil de esbarrar com as outras pessoas em uma única cozinha. Aqui é como se fossem várias residências dentro de uma enorme, se é que dá pra me compreender (hehe).

Até!

Bru Tower Bridge

Bruna.


Pra encerrar

Nah e João na área de novo!

Obrigada pela participação aqui no blog, Bru. Foi muito bom ter sua história contada aqui. 🙂

Então… deu pra ter uma boa ideia de uma vida em uma residência, né?! A gente concorda com a Bruna que quem vai ficar mais tempo (de 3 meses em diante, por exemplo) não deve escolher esse tipo de acomodação, pois realmente sai mais barato achar um quarto em uma casa ou apartamento, por exemplo, e nesses lugares você se sente ainda mais EM CASA – como foi com a gente. 😉

 

Beijos,
Nah e João.