The Beatles Story em Liverpool: por dentro da história de uma das principais bandas de rock do mundo

Eu não comecei a gostar dos Beatles à  toa. Meu primeiro namorado sempre foi fã incondicional dos caras. Diz ele que na década de 80 tinha um poster do John Lennon atrás da porta do quarto, onde todos os dias lia a letra de Imagine.

Põe o som na caixa aí e curte o post com a trilha do John em tempos de Yoko!

Hum… Já sei, as datas não estão batendo, né? Pois é, meu primeiro namorado já tem seus 51 anos. E na verdade é meu pai! Piadinha interna que para mim faz todo sentido. 🙂

Devo a ele algumas das minhas principais paixões. Entre elas, o glorioso verdão (Coritiba Football Club) e os Beatles – sem contar ele mesmo, minha mãe e meus irmãos, é claro.

Lembro que quando era pequena ia pra escola com o dads curtindo os caras de Liverpool naquelas fitinhas de rádio.

Depois, lembro que em 2001 comprei meu primeiro CD do quarteto, a coletânia “1”, que reúne boa parte dos clássicos que qualquer beatlemaníaco sabe decor e salteado. No dia em que eu curtia pela primeira vez o CD, meu pai entrou no meu quarto com uma carinha que eu nunca vou esquecer e disse: “ouve Penny Lane, você vai gostar!”.

Ele tinha razão…

is in my ears and in my eyes
is in my ears and in my eyes

Okok, chega de enrolação. Falei tudo isso só pra que você entenda o quanto eu esperei essa visita a Liverpool. Fora meu pai, tem ainda minha tia (Marieee), meu tio Lelo e bons amigos como Thatali e Kinho que também me ajudaram a ser ainda mais fã de John, Paulo, George e Ringo.

Ah, e só a título de curiosidade: tive um cachorro chamado Ringo (pastor alemão que foi nosso companheiro por 13 anos) e tenho outro chamado Lennon (também pastor). Entendeu, né?! 🙂

Mas, vamos ao que interessa: The Beatles Story Exhibition, o museu que conta a história dessa banda que, na minha opinião, é a melhor da história do mundo!

O museu

Casal faceirão na entrada do museu!
Casal faceirão na entrada do museu!

Nem sempre os Beatles foram “The Beatles”. Explico! Quando John começou a banda ela se chamava The Quarrymen, e os primeiros integrantes eram amigos dele da escola (Quarry).

PAUSA: Logo logo faremos um post de dica cultural que vai fazê-lo saber maaais sobre o líder dos Beatles (o John!). =)

Play de novo!

Em pouco tempo, Paul foi apresentado à  banda e passou a fazer parte dela. Na sequência, o caçula George Harrison entrou pr’aquela bandinha que fazia um som que impressionava nas festas da escola e da igreja da região. Hehe

Instrumentos que pertenciam os músicos do The Quarrymen em exibição no museu
Instrumentos que pertenciam os músicos do The Quarrymen em exibição no museu

O The Quarrymen fazia um som muito bacana mesmo. O estilo, conhecido como skiffle, era uma espécie de folk com cara de caipira americano. Humm… Não sei explicar. Fica com o vídeo! hehe

Mas não demorou muito para a formação da Quarrymen chegar a que conhecemos como Beatles e a banda começar a ganhar fama.

E depois que The Quarrymen vira The Beatles, então, a história impressiona. Entre conquistar Liverpool, a Inglaterra, a Europa e o mundo vão apenas poucos meses.

Na primeira passagem dos meninos pelos Estados Unidos um terço da população do país parou para vê-los na TV, como o João disse no último post. Impressionante, né?

O Cavern Club "está" dentro do museu! Impossível não ficar imaginando eles tocando ali...
O Cavern Club “está” dentro do museu! Impossível não ficar imaginando eles tocando ali…
Achei isso o MÁXIMO. Os comerciantes da época já inventavam maneiras de convencer os fãs a comprarem coisas! haha
Achei isso o MÁXIMO. Os comerciantes da época já inventavam maneiras de convencer os fãs a comprarem coisas! haha
Não precisa de legenda, né? É claro que a mais famosa foto dos caras (na Abbey Road, aqui em Londres) tinha que estar no museu. Pra quem não sabe, é na Abbey Road que fica um dos estúdios em que os Beatles gravavam seus discos – e essa foto aí foi a capa do CD que tem o mesmo nome! ;)
Não precisa de legenda, né? É claro que a mais famosa foto dos caras (na Abbey Road, aqui em Londres) tinha que estar no museu. Pra quem não sabe, é na Abbey Road que fica um dos estúdios em que os Beatles gravavam seus discos – e essa foto aí foi a capa do CD que tem o mesmo nome! 😉
A fase psicodélica dos Beatles foi bem produtiva. Que fã não curte Magical Mistery Tour?
A fase psicodélica dos Beatles foi bem produtiva. Que fã não curte Magical Mistery Tour?

Com o fim dos Beatles (os motivos até hoje não são claros, mas eu não gosto da Yoko Ono!), a história dos quatro continuou, é claro.

E o museu conta isso de uma forma brilhante. Uma seção para cada um deles, com os detalhes do que eles fizeram depois da separação. A gente tava tão entretido que acabamos deixando de fotografar. Só registramos a seção do John. Mas, não dá nada, quando você for vai ter uma surpresa beeem legal. (Desculpa esfarrapada, eu sei! Sorry about that, guys!)

As ideias de John
As ideias de John
John completamente diferente. Na fase John + Yoko. Eu não gosto dela, mas fazer o que se ele gostava, né?
John completamente diferente. Na fase John + Yoko. Eu não gosto dela, mas fazer o que se ele gostava, né?

No fim do passeio, um trecho com frases de músicos importantes contando como se influenciaram pelos Beatles e uma seção dedicada a Imagine. Coisa liiiiiinda.

Para e imagina ele compondo aquela beleeeeza de música aí... =D
Para e imagina ele compondo aquela beleeeeza de música aí… =D

Eu tenho que admitir que o John me decepcionou um pouco no fim da vida dele. Tááá, eu sei que em 8 de dezembro de 1980 eu ainda nem era viva, mas pelo que li acho que ele morreu beeem diferente do John dos Beatles.

Nas palavras dele, a única crença que ele tinha era nele e na Yoko. Não acreditava nos Beatles e dizia que o sonho tinha chegado ao fim. Uma pena, porque realmente a carreira antes da Yoko dava uma sensação completamente diferente do cara. haha. Tá, eu tenho birra com a mulher mesmo.

Mas, de qualquer forma, nada apaga o brilho desse que foi um dos grandes poetas da humanidade.

Eu espero, sinceramente, que meus filhos curtam a música dos Beatles assim como eu, e que um dia eu possa voltar a Liverpool com eles (e mais meus pais, meus irmãos e meu amor!).

... but I'm not the only one. I hope someday you'll join us and the world will live as one!
… but I’m not the only one. I hope someday you’ll join us and the world will live as one!

Espero ter conseguido despertar em você a vontade de conhecer mais sobre os Beatles e de visitar o museu, que custa £12,95 para adulto e realmente vale a visita.

O que você viu aqui é apenas um resumo do resumo. Um aperitivo pra você ficar com fome! hehe

Para saber mais (e descobrir como chegar lá), acesse o site oficial clicando aqui.

Um beijo e até o próximo post,

Nah.

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Primeiro encontro Pra Ver em Londres

Quem acompanha o Pra Ver em Londres e está atento aos comentários que recebemos diariamente, já deve ter percebido que existem algumas pessoas que estão seeeempre deixando mensagens pra gente.

Fora meus pais e as amiiiigas Monique e Má Ramos, grande parte dos comentários vem de gente que nunca nos viu na vida e que descobriu o blog ao acaso. Gente que como nós tem planos de morar aqui, de passar uma temporada nessa terrinha ou até de conhecer a cidade.

Desde o começo do blog recebemos emails de leitores dizendo que viriam para cá e que gostariam de tomar uma pint com a gente, o que sempre nos deixou muuuito felizes. Só que os planos de encontrar a galera nunca saíam dos emails… =/

Até que na semana passada fomos procurados por três meninas (a Josi, a Dyana e a Camilla) e decidimos que desse fim de semana o primeiro encontro do Pra Ver em Londres não podia passar.

Por skype, email e telefone decidimos que Camden Town seria nosso ponto de encontro, pois o lugar é bacana (já falamos sobre o bairro aqui e aqui) e sempre tem um pub legal pra tomar uma cervejinha gelada. Às 16 horas de sábado estávamos na frente da estação esperando as meninas e seus namorados.

O encontro

A primeira chegar foi a Josi. Uma paulistana fofa que é cidadã do mundo de verdade! Já morou em Curitiba, São Paulo e em outros vários lugares que agora eu não lembro e há três anos está em Buenos Aires. Quase ~una hermana!

Ela nos reconheceu na porta da estação e eu confesso que achei isso divertido! =) Só que ela imaginava que eu era menor (isso é possível?!) e o João maior. Hahaha

Logo a Dyana e seu namorado Rodrigo também chegaram. O casal, também da terra da garoa, tem muitas coisas em comum comigo e com o João: ambos trabalham no mercado financeiro, adoram viajar e, é claro, vieram para cá juntos! Ah, e o pai do Rodrigo gosta dos Beatles que nem meu pai! 😉

Por último, chegaram Camilla e Bruno, um casal carioca que tem aquela vibe Riiiio que não tem como não gostar, sabe? A Camilla quase congelou em Curitiba no começo de julho e o Bruno é um flamenguiiiiixta gente boa que mora pertiiinho do Maraca (meu sonho e do João é morar perto do Couto!).

Todos eles estão aqui para estudar, são brasileiros com sonhos, medos e muuuita vontade de explorar o mundão. E por isso tudo nosso encontro foi demaaais. Não rolou timidez básica, todo mundo contou suas histórias e a gente passou boas horas juntos.

Foi um dia para ter certeza que a gente tem os leitores mais legais do muuundo. Heheh. E também foi legal para ver que algo que fazemos com amor ajuda pessoas com sonhos parecidos com os nossos. =)

Rodrigo, João, eu, Josi, Bruno e Camila. A Dyana tava tirando a foto e aquela de todo mundo, que combinamos de tirar depois, acabou sendo esquecida. =/
Rodrigo, João, eu, Josi, Bruno e Camila. A Dyana tava tirando a foto e aquela de todo mundo, que combinamos de tirar depois, acabou sendo esquecida. =/
Pra Dyana não ficar de fora... =) No domingo, depois do Notting Hill Carnival fomos pra um pub. Rodrigo, Dyana, Nah e João!
Pra Dyana não ficar de fora… =) No domingo, depois do Notting Hill Carnival fomos pra um pub. Rodrigo, Dyana, Nah e João!

Depois do pub ainda demos uma circulada pelo bairro, comemos umas comidinhas de rua e decidimos que no domingo nos encontraríamos para ir todos juntos ao Notting Hill Carnival.

O objetivo desse texto é fazer um agradecimento a você que nos acompanha e para dizer que fazer novos amigos por meio do blog é algo inexplicável! Apesar de não termos dados dicas, nem contado coisas suuuper diferentes sobre a cidade, acho que esse texto serve também para mostrar como é legal conhecer gente diferente, mas com objetivos parecidos, mesmo estando tão longe da nossa terrinha!

Ah, e que sirva de recado para você que nos lê e que vem para cá também antes de 18 de outubro: avisa a genteee. Vamos sair, conversar, tomar uma cerveja gelada e compartilhar ideias, sonhos e planos.

No Fale Conosco você encontra algumas das formas de comunicação com a gente, mas os comentários estão sempre abertos e nosso email também (praveremlondres@gmail.com). 😉

Um beijo,

Nah.

Um fim de semana na Escócia: Parte III – Highlands Scotland

Depois de uma noite bem dormida no albergue da juventude de Stirling (que o João falou neste post), acordamos no domingo cedo, entramos no ônibus e seguimos para Highlands Scotland, as terras altas da Escócia, conhecida por suas montanhas e lagos.

Reynold foi junto nos contando diversas historinhas e lendas do país e até cantando musiquinhas que até hoje estão na nossa cabeça, como esta do vídeo abaixo.

O passeio

O dia foi beeem diferente do que imaginávamos. Passamos a maior parte do tempo dentro do ônibus, apenas vendo pela janela paisagens praticamente indescritíveis, de tão lindas. Os lagos da Escócia são maravilhosos e as montanhas ao redor me fizeram lembrar daqueles filmes que passam na sessão da tarde, em que famílias americanas vão passar um fim de semana em regiões inóspitas e são atacadas por ursos. Clássico, né? haha.

Achei melhor contar um pouco mais da viagem por meio de fotos (com legendas explicativas) porque assim dá pra você ter uma ideia melhor de tudo o que vimos. Ah, e antes que você saia procurando uma foto do monstro do lago Ness, ou do próprio Loch Ness (como eles chamam no “dialeto escocês”), eu já adianto: ele não está aí. Vimos vários importantes e enoooormes lochs, mas o Ness era longe de onde estávamos, por isso não o conhecemos.

Antes das fotos, nossa “conclusão”: apesar de termos adoraaaado tudo o que vimos, o fato de termos feito apenas duas paradas ao longo de umas seis horas de viagens nos deixou um pouco frustrados. Queríamos poder sair andando por todos os cantos, explorando aquilo tudo. Mas, como era um grupo de turismo grande e a viagem era curta, entendemos a “fórmula”.

Porém, sugerimos que você faça diferente se tiver mais tempo. Alugar um carro e sair dirigindo por lá deve ser sensacional!! Já fizemos uma viagem de carro (para Stonehenge, Winchester e Andover) e achamos que é uma opção beeem interessante. Vale dar uma olhada!

Esse aí é o Hamish, um animal escocês que se adapta ao inverno e ao verão local, mesmo com todo esse pêlo. O Reynold nos contou que ele é o xodozão da Escócia. A gente adorou o dito cujo!
Esse aí é o Hamish, um animal escocês que se adapta ao inverno e ao verão local, mesmo com todo esse pêlo. O Reynold nos contou que ele é o xodozão da Escócia. A gente adorou o dito cujo!
Chegando no vilarejo de Killin. Lindo, lindo.
Pra posteridade: Highlands Scotland e amor
Chegando no vilarejo de Killin. Lindo, lindo.
Chegando no vilarejo de Killin. Lindo, lindo.
A impressão que dá, no vilarejo de Killin e em todos os outros das Highlands, é que a vida para quem mora lá é até mais fácil por causa da beleza toda em volta... Queríamos que nossas avós pudessem estar como essa senhorinha! =)
A impressão que dá, no vilarejo de Killin e em todos os outros das Highlands, é que a vida para quem mora lá é até mais fácil por causa da beleza toda em volta… Queríamos que nossas avós pudessem estar como essa senhorinha! =)

 

A beleza dos lagos e das montanhas se reflete até nas casas dos vilarejos da região.
A beleza dos lagos e das montanhas se reflete até nas casas dos vilarejos da região.

 

Depois da parada em Killin, mais lagos e montanhas. Segundo o Reynold, a lenda diz que os monstros não saem de dentro dos lagos, mas sim que descem as montanhas para assustar as pessoas que estão nos lagos.
Depois da parada em Killin, mais lagos e montanhas. Segundo o Reynold, a lenda diz que os monstros não saem de dentro dos lagos, mas sim que descem as montanhas para assustar as pessoas que estão nos lagos.
Outra versão da lenda diz que o monstro é o próprio lago, já que as águas são muuuito geladas e muitas pessoas já morreram neles porque congelaram enquanto davam um mergulho. =/
Outra versão da lenda diz que o monstro é o próprio lago, já que as águas são muuuito geladas e muitas pessoas já morreram neles porque congelaram enquanto davam um mergulho. =/

 

Os escoceses fazem dos lagos suas praias. Até topless eu vi da janela do ônibus. =)
Os escoceses fazem dos lagos suas praias. Até topless eu vi da janela do ônibus. =)

 

Na volta, parada nas Forth Bridges. Uma delas é essa aí... Te lembra alguma outra ponte beeem conhecida?! =)
Na volta, parada nas Forth Bridges. Uma delas é essa aí… Te lembra alguma outra ponte beeem conhecida?! =)
E essa é a outra, que, segundo o Reynold, passa constantemente por pinturas pois seu material se "corrói" com o clima local.
E essa é a outra, que, segundo o Reynold, passa constantemente por pinturas pois seu material se “corrói” com o clima local.

*Quer saber mais sobre essas pontes? Clique aqui e confira o site oficial.

É isso aí. Mais uma viagem e mais uma super indicação para você que nos lê.

Talvez a Escócia nunca tenha passado pela sua cabeça como um bom lugar para conhecer, assim como não passava muito pela nossa, mas pelo pouco que vimos o país é sensacional e vale muuuito ser explorado. Queríamos poder ter mais tempo para poder conhecer tudo, mas já ficamos felizes com isso tudo. 🙂

Espero que você tenha gostado e se animado ainda mais para vir para o Reino Unido. É fácil demais ir de Londres para lá. Trens, ônibus e aviões não faltam. Basta você pesquisar e encontrar a melhor alternativa!

Precisando de ajuda conte conosco. Nosso email contato@praveremlondres.com.br está sempre à disposição.

Um beijo e até o próximo post,

Nah.

Dica cultural: Eliza Doolittle

Pausa na Escócia para voltarmos para Londres! =) Mas hoje não vou dar dicas de passeios ou de questões burocráticas, e sim apresentar uma cantora local que conhecemos há pouco tempo e que nos agradou bastante: Eliza Doolittle.

A primeira vez que ouvi a voz dessa londoner de apenas 22 anos foi no site da Julia Petit. Lembro que achei o single “Pack Up” suuuper legal, mas quando vi que ela só lançaria seu primeiro cd em julho deste ano nem me animei muito. Pensei “ah, então depois eu conheço ela melhor”. Escutei a música algumas vezes seguidas (cantando junto o refrão “I don’t care what the people may say about me… lalala”, que fica meeesmo na cabeça), fechei o site e abandonei a inglesinha.

Porém, nas últimas semanas esse hit tem tocado bastante por aqui. Ouvimos uma vez na tevê, outra enquanto estávamos em um pub e hoje a mocinha apareceu de novo nas nossas vidas e nos fez ter certeza que devíamos falar sobre ela aqui! =)

Tá aí, ó. Assiste aí e depois me conta se saiu cantando o refrão junto e se a mocinha conseguiu te convencer. hehe

*O clipe oficial não dá mais pra colocar aqui… =( Achei essa versão bonitinha, mas vale a pena assistir no Youtube a versão “original”! 😉

O som de Eliza Doolittle

As vááárias referências trazidas na capa do primeiro cd de Eliza (pepinão, torre da BT, Big Ben, etc. etc. etc.) já dão uma ideia de como a música dela é "variada"
As vááárias referências trazidas na capa do primeiro cd de Eliza (pepinão, torre da BT, Big Ben, etc. etc. etc.) já dão uma ideia de como a música dela é “variada”

Muita gente está comparando a novata com Lily Allen e Kate Nash (que já indicamos aqui anteriormente). Mas, putz, sinceramente eu achei ela diferente. Talvez por ainda não ter sido “enlatada” por uma grande gravadora, ela é originalíssima (ok, às vezes até demais, como você vai ver no vídeo abaixo). Dá a impressão de que decide o que vai cantar de acordo com o seu humor. Tem musiquinha mais pop, tem baladinha romântica, tem r&b… tem o que ela gosta, uai. E isso é bacana demais.

*Pois é, produção quase zero. Mas e daí? Feche os olhos e ouça a voz e a energia que a Eliza repassa. É isso que interessa!

Uma jovem talentosíssima que, pelo visto, faz o que gosta, do jeito que gosta. O que eu ouvi eu gostei, e você?

Como ela ainda não é muito conhecida é meio complicado achar suas músicas por aí. Mais fácil mesmo é encontrá-la no seu próprio MySpace e no site oficial. Se curtiu, clique nos links e saiba mais sobre ela! 😉

Quer baixar o cd? Clique aqui e comece a curtir melhor o som de Eliza Doolittle. A gente tá aqui curtindo enquanto trabalha.

Boa quinta-feira para você!

Um beijo e até o próximo post (o último sobre a nossa viagem à  Escócia),

Nah.

Um fim de semana na Escócia: Parte I – Edimburgo

Hey, pessoal. Sentiram nossa falta?! =/

A semana passada foi bem corrida por aqui. Muito trabalho e planos para as próximas viagens, já que nosso visto termina em outubro e ainda não sabemos se conseguiremos voltar para cá depois. Por isso, temos que aproveitar ao máximo cada minuto.

Estivemos ausentes por esses motivos, mas agora que já está tudo planejado e organizado (logo teremos várias viagens para registrar por aqui) podemos voltar a nos dedicar a vocês. =)

Esse fim de semana estivemos na Escócia. Voltamos ontem e temos muitas coisas pra compartilhar aqui e para deixá-los com vontade de conhecer esse país maravilhoooso. Para começar, vou falar sobre Edimburgo (ou “Edimbrᔝ, como eles pronunciam “Edinburgh”) e sobre a viagem de ida para lá.

Indo de ônibus para a Escócia

Já falamos várias vezes sobre como somos adeptos das estradas para viagens curtinhas (esse e esse post são bons exemplos). Para mim, dá para curtir as paisagens e conhecer melhor os lugares do que quando vamos de avião e, ainda por cima, muitas vezes sai mais barato.

Dessa vez, pegamos um ônibus na estação de Hatton Cross e enfrentamos nove horas de chão até capital da Escócia (tá bom, admito, a viagem não era tão curtinha, mas valeu a pena!).

Como viajamos à  noite, não vimos muita coisa na estrada, mas quando já estávamos quase chegando eu consegui abrir os olhos por alguns instantes e vi que a paisagem era magnífica. Sério, o sol estava nascendo e a vista da janela do ônibus era demais. Umas montanhas daquelas de filme. Pena que esses instantes duraram pouco, porque eu realmente não consigo ficar acordada por muito tempo quando estou dentro de ônibus, avião, trem, etc. =/

Chegando lá, conhecemos nosso guia (fomos como convidados em um tour da Uk Study, assim como fomos pra Paris), um escocês chamado Reynold, que sabia muuuuuito de história, cultura da Escócia e que fez nosso fim de semana mais agradável! =)

Nossa primeira parada foi o o castelo de Edimburgo, mas ao longo da caminhada entre a estação de ônibus e o Castelo ele foi mostrando alguns dos pontos turísticos da cidade e contando curiosidades. Tudo de uma maneira muito divertida e cheia de informações interessantes.

Uma das primeiras imagens que vimos em Edimburgo foi a mais característica possível: um músico tocando gaita de fole e vestindo kilt*
Uma das primeiras imagens que vimos em Edimburgo foi a mais característica possível: um músico tocando gaita de fole e vestindo kilt*

*kilt é uma vestimenta utilizada pelos escoceses (homens) há milhaaares de anos. O Reynold explicou que a origem do kilt não é muito clara, mas que bem provavelmente ele começou a ser utilizado para facilitar a locomoção pelos planaltos escoceses (montanhosos, úmidos e cheios de riachos), já que de calças seria mais difícil percorrer esses trajetos, e também servia como cobertor – já que na época eles não começavam na cintura, mas no peito!

O Scott Monument foi erguido em homenagem ao escritor escocês Walter Scott, famoso por ser um dos criadores do romance histórico, um tipo de romance que mistura ficção e história. Confesso que fiquei admirada (POSITIVAMENTE) pela importância que os escoceses dão a um escritor. Bonito de se ver!
O Scott Monument foi erguido em homenagem ao escritor escocês Walter Scott, famoso por ser um dos criadores do romance histórico, um tipo de romance que mistura ficção e história. Confesso que fiquei admirada (POSITIVAMENTE) pela importância que os escoceses dão a um escritor. Bonito de se ver!

*Quer saber mais sobre o Scott Monument? Clique aqui. Sobre Walter Scott? Aqui.

Conhecendo Edimburgo a pé

Fomos até o castelo, demos uma circulada pela região e achamos que o investimento de £14  por cabeça para visitar o interior dele não valia a pena – o Reynold tinha falado que era legal, mas que não era imperdível. Como tínhamos apenas aquele dia na cidade, resolvemos seguir a pé para explorá-la.

PARÊNTESES: Hoje, porém, analisando a situação acho que devíamos ter entrado no Castelo. Ou seja, #ficadica: pense duas vezes antes de “economizar” algumas librinhas (ou eurinhos, reaizinhos…) e deixar de visitar uma atração com tanta história. 🙂

E Edimbrá é linda!!! Não é como qualquer cidade turística, cheia de coisas para visitar, mas tem uma beleza medieval que me encantou. Neste fim de semana estava rolando o Fringe (festival de arte da cidade) e a gente ainda pôde presenciar algumas apresentações bacanas. Vimos vários músicos com suas gaitas de fole, alguns “artistas” fazendo uns tipos de arte meio esquisita (veja a foto!!) para ganhar uns trocados e muitos “personagens” teatrais nos convidaram para ver suas peças.

Liberdade nobre? Com certeza! E os escoceses sabem muito bem disso. Já viu o filme Braveheart (Coração Valente)? Conta um pouco da história do país e faz com que essa frase, registrada em uma viela da cidade, faça todo o sentido.
Liberdade nobre? Com certeza! E os escoceses sabem muito bem disso. Já viu o filme Braveheart (Coração Valente)? Conta um pouco da história do país e faz com que essa frase, registrada em uma viela da cidade, faça todo o sentido.

Fringe

apresentaçãozinha particular. Bom demais!
apresentaçãozinha particular. Bom demais!
você entende? eu juro que não!
você entende? eu juro que não!

Mas o mais bacana veio no fim da nossa caminhada pelo centro…

Depois de observarmos tudo o que havia ao nosso redor avistamos uma colina que parecia trazer uma visão belíssima da cidade. Fomos até lá e descobrimos que estávamos aos pés do St. John’s Hill, uma montanha beeem alta e que tem uma trilha que leva ao topo.

Pegamos a trilha e subimos, subimos, subimos até chegar a uma altura que consideramos ideal – já que não tínhamos tempo e (eu) fôlego para continuar subindo! 🙂

Mas o ponto em que chegamos foi suficiente para nos fazer querer passar um tempão lá. Foram uns bons 40 minutos de uma boa conversa, muitos planos sendo traçados e admirando uma vista que para sempre ficará na nossa lembrança…

a subida não é das mais fáceis...
a subida não é das mais fáceis…

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A MELHOR parte de Edimburgo: a vista do St. John Hill. Vale muito a pena a caminhadinha!
A MELHOR parte de Edimburgo: a vista do St. John Hill. Vale muito a pena a caminhadinha!

O Reynold também tinha nos recomendado uma subida ao Calton Hill (esse sim famosos, clique aqui e confira) e foi o que fizemos no fim do nosso dia em Edimburgo. E, mais uma vez, foi sensacional. Mesmo com o frio, deu para curtir bastante a vista incrível da cidade.

No topo do Calton Hill a versão escocesa do Partenon de Atenas. :)
No topo do Calton Hill a versão escocesa do Partenon de Atenas. 🙂
breathtaking
breathtaking

Ou seja, Edimburgo é um luar muito legal para quem gosta de passeios para apreciar um lugar. É uma fuga das grandes metrópoles e dos principais pontos turísticos do mundo. Vale a visita, mas achamos que um dia é bom para curtir bem tudo. Gaste a sola do calçado andandoooo. Não tem por que pegar ônibus por lá. Caminhe e aprecie tudo de lindo que essa cidade tem a mostrar. 😉

Não pudemos conhecer a noite da cidade pois nosso hostel ficava em Stirling, uma cidade próxima a Edimburgo e sobre a qual falaremos aqui logo logo! 😉

Para terminar, mais algumas fotos para deixá-lo com vontade de conhecer essa cidade lindona. =)

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êdimbrá

 

Depois de que descemos do St. John's Hill, passamos de novo por esse parque onde várias crianças se divertiam muito naquela mini-piscina ali no meio. A cena era tão bonita que deu até vontade de ser criança pra se jogar ali - e olha que tava frio. :)
Depois de que descemos do St. John’s Hill, passamos de novo por esse parque onde várias crianças se divertiam muito naquela mini-piscina ali no meio. A cena era tão bonita que deu até vontade de ser criança pra se jogar ali – e olha que tava frio. 🙂
não é só em Londres que o povo curte lagartear nos gramados dos parques.
não é só em Londres que o povo curte lagartear nos gramados dos parques.

E aí, curtiu? 🙂

Beijos e até o próximo post,

Nah.

 

É notícia em Londres: camisetas para os ciclistas se sentirem mais seguros

Sei que o assunto “bikes em Londres” já rendeu muita notícia por aqui, mas é que realmente a cidade está vivendo um momento de paixão pelo veículo de duas rodas desde que as “bikes do prefeito” começaram a operar por aqui.

Ontem eu li uma notícia que achei bem bacana. Um designer chamado Anthony Lau, que é bem engajado no movimento pró-bike, criou umas camisetas coloridonas em que se lê “I bike London” para que os ciclistas sejam identificados de longe e, assim, trafeguem com mais segurança pelas ruas de Londres. Eu confesso que tô querendo uma. =)

quero essa!! :)
quero essa!! 🙂

O projeto tem um site, o http://www.ibikelondon.com/, e as camisetas são vendidas lá e também na loja Velorution (clique aqui e saiba mais), que fica no Soho.

Números atualizados do Barclays Cycle Hire

  • Em uma semana (30 de julho a 06 de agosto), as bikes do prefeito foram usadas cerca de 50.000 vezes;
  • Mais de 32.000 pessoas se cadastraram para utilizá-las (clique aqui e se cadastre também);
  • Cinco mil bikes estão funcionando no momento, não seis mil, como era previsto;
  • A partir de setembro, quem não for cadastrado e quiser alugar uma bike poderá passar seu cartão de crédito em qualquer uma das docking stations e sair pedalando.

É isso aí! I bike London!! =)

bora pedalar?
bora pedalar?

Beijos e até o próximo post,

Nah.

É notícia em Londres: Victorias viajam de graça por causa de um homem apaixonado

Antes de irmos ao que interessa, uma explicação necessária. Estamos meios ausentes por aqui recentemente e pedimos desculpas, mas é que estamos trabalhando muitão. Hehe. Prometemos que semana que vem tudo volta ao normal, ok? 😉

São 7h20 no horário de Brasília; 11h20 aqui em Londres. Estamos nos preparando para um sábado com passeios que vão render posts, mas enquanto eles não vêm vou contar algumas notícias que li ao longo da semana no London Evening Standard e que ficaram acumuladas. Vamos à  primeira?

Chama-se Victoria? Tá com sorte, honey!

Essa notícia é mais engraçada e curiosa do que importante para a cidade. Li ela na quinta-feira e na hora lembrei da minha amiga Victoria Rocha. Tem mais alguma Vick lendo o blog? Vocês deviam estar aqui até o dia 10 de agosto, moças.

Uma das maiores estações de metrô/trem/ônibus de Londres é a Victoria Station. E ela está promovendo uma ação bem diferente. Todas as Victorias da cidade podem garantir tickets de trem de graça de 4 a 10 de agosto.

Para retirar o ticket, que só vale para “viagens” foram dos horários de pico, as Vicks devem acessar o Facebook do Loco Toledo, um mexicano doidão que veste uma roupa de super herói e que é apaixonado pela estação e quer encontrar uma namorada que tenha esse lindo nome.

No Facebook dele tem um voucher para ser impresso e apresentado na estação. Mas, sinceramente, eu acho que todo mundo devia acessar a página do personagem. É muito engraçado. Perdeu o link ali de cima? Clique aqui e confira!

olha só que fofura!
olha só que fofura!
tá aí o regulamento!
tá aí o regulamento!

Mas o Loco diz que os caras da estação, seus “amigos” (está escrito amigos mesmo, já que ele é mexicano) são tão gente boa que além de ajudarem-no a encontrar uma Victoria para eles também estão dando descontos para nós que temos outros nomes. Se a gente imprimir o tal do voucher ganhamos 25% de desconto nas passagens. Que tal? Divertido, né?! =)

Mas bem que podia ter uma Natasha Station. Eu ia adorar.

Logo trago mais uma notícia. 😉

Um beijo e bom sábado,

Nah.

Algumas horas em Paris

a-tal-da-torre

Quando João e eu ainda nem éramos namorados (só peguetes! hehe) uma vez a gente assistiu um filme francês que se chamava “Dois dias em Paris”, ou algo do tipo. Era uma quarta-feira à  noite e eu estava matando aula na faculdade para ir à Cinemateca com o cara que eu sonhava que fosse meu namorado. =)

Tá, mas não é esse o assunto desse post e eu prometo parar com melação por aqui. Só falei disso porque naquele dia sonhei com um fim de semana em Paris com mon amour. E eu achei que ia realizar esse sonho no fim do mês passado. Mas não foi bem assim… =/

A viagem

A convite da UkStudy (que oferece viagens baratas e de curta duração, já que os estudantes precisam voltar para casa no domingo e estar de pé cedinho na segunda para ir à escola), participamos do tour de fim de semana deles a Paris – que normalmente custa £145,00 por pessoa – o que inclui passagens de ida e volta de ônibus e uma noite de hotel no Ibis.

Assim, na sexta-feira 23 de julho, às 19h daqui (15h do Brasil) estávamos na Victoria Station para encontrar o pessoal que ia com a gente.

A viagem não foi das mais fáceis. O banheiro do ônibus estava trancado e não seria aberto de jeito nenhum (o motorista fazia pequenas paradas ao longo do caminho) e as poltronas não eram as melhores do mundo. Mas deu pra dar uma dormida bacana até chegarmos no ferry boat onde todos tiveram que descer e se deliciar no free shop, nas lanchonetes e nos caça-níqueis por 1h30. SÉRIO, QUE DIVERSÃO! =D

De volta ao ônibus, faltava cerca de 300km pra Paris. O João resolveu tomar um vinhozinho enquanto lia um livro (eu estava dormindo, é claro) e… meia hora depois me acorda desesperado dizendo que precisava muito fazer xixi e que eu precisava pedir pro motorista a chave do banheiro. Eu ri da cara de desespero dele, porque rio quando fico nervosa, mas saí correndo pedir socorro. Implorei para o motorista abrir a porta e ele disse que era para o João ter paciência que pararíamos dali 10km. Dito e feito! Namorado aliviado, hora de voltar para a estrada! 😉

Parrí, Parrí

Chegamos em Paris e já era quase 11h de sábado. Como vocês viram aqui recentemente, ao invés de curtirmos a cidade corremos para Disneyland Paris, para passar o dia.

No caminho, vimos a Torre Eiffel e o comecinho da Champs-Élysées e só. O dia foi todo de Mickey Mouse e companhia – e foi demais!

Voltamos pra Paris perto da meia noite. Comemos um crepe de presunto e queijo, típico francês ,e fomos ver a torre iluminada. Aqui, pausa para os risos: há há há. Doce ilusão. Ela estava acesa quando paramos pra comprar o crepe. Quando chegamos perto dela tudo se apagou e foi-se embora o sonho de vê-la iluminada. =(

Antes de irmos para o hotel, porém, fomos para a Champs-Élysées e vimos o Arco do Triunfo iluminado. Liiindo!!!!

 

Apesar da cara de cansados (um dia de criança na Disney não é fácil. hehe), ver o Arco do Triunfo iluminado foi demais!
Apesar da cara de cansados (um dia de criança na Disney não é fácil. hehe), ver o Arco do Triunfo iluminado foi demais!

Eram quase 2h da matina quando deitamos no hotel… para acordar freneticamente às 10h atrasadíssimos para visitar o resto da cidade. =/

Só deu tempo de dar uma passadinha na Basílica de Sacré Coeur (maravilhosa, e com uma vista encantadora), no Louvre (para fotos turísticas, =/) e na Champs-Élysées – que estava lotaaada por causa da chegada do Le Tour de France (a principal corrida de bikes do mundo). Tínhamos que estar de volta ao hotel às 14h porque o ônibus saía esse horário. =(

Ah, mas é claro que paramos na tal da Ladurée, para provar os melhores macarons do mundo. E eles são absolutamente fantásticos. Uns sabores loucos e deliciosos e outros loucos e horrorosos, tipo um de flor que tinha gosto de purificador de ar de banheiro. Hahaha

Ficam as fotos de registro! 😉

As escadas que levam à  Sacré Coeur são de matar, maaas...
As escadas que levam à Sacré Coeur são de matar, maaas…
... a vista lá de cima (e o interior da Basílica, que é incrível!), compensam o esforço.
… a vista lá de cima (e o interior da Basílica, que é incrível!), compensam o esforço.
Nós passamos longe do glamour da mais famosa rua de Paris. Com a chegada dos ciclistas que competiram no Le Tour de France foi impossível ver as grifes famosas.
Nós passamos longe do glamour da mais famosa rua de Paris. Com a chegada dos ciclistas que competiram no Le Tour de France foi impossível ver as grifes famosas. Fica pra próxima (ou não).
Apesar da correria, não podíamos ir embora sem provar os tais macarons da Ladurée
Apesar da correria, não podíamos ir embora sem provar os tais macarons da Ladurée
e, gente, valeu a pena, hein? que coisa mais incrível!
e, gente, valeu a pena, hein? que coisa mais incrível!
Pelo tempo curto, a visita ao Louvre também teve que ficar para a próxima (esse com certeza temos que visitar com calma!), mas a foto foi feita. =/
Pelo tempo curto, a visita ao Louvre também teve que ficar para a próxima (esse com certeza temos que visitar com calma!), mas a foto foi feita. =/

Logo vamos pra Escócia. Prometemos nos planejar melhor, já que vamos novamente com a UKstudy para poder curtir de verdade Edimburgo. 😉

As trips da UKstudy

Concluímos que as trips tipo bate-volta da UKstudy valem a pena pelo preço e por você conhecer uma galera bacana. No entanto, se você tem tempo para curtir bem cada cidade que vai visitar essa não é a melhor opção, já que é preciso correr bastanteee para poder fazer tudo de legal que as cidades oferecem.

Se você quiser saber mais, clique aqui e confira todas as opções de tours da UkStudy.

Um beijo e até o próximo post,

Nah.

É notícia em Londres: primeiro metrô com ar-condicionado começa a operar

central-line

Como só tivemos manifestações favoráveis à nova seção do blog, hoje damos continuidade à ela com uma notícia muito boa: começou a operar ontem o primeiro metrô com ar-condicionado de Londres!! =)

Notícia fantástica, eu diria. hehe

No verão, em horários de pico o metrô por aqui fica INSUPORTÁVEL. Esses dias achei que ia desmaiar no meio daquela muvuca toda. JURO. #drama

Voltando ao que interessa… Desde ontem, um trem na Metropolitan Line circula pela cidade um pouco mais agradável.

No entanto, de acordo com o London Evening Standard, os londoners não gostaram muito da ideia. Não, não porque gostam de passar calor no caminho de ida/volta pra casa, mas porque não entenderem por que justamente a Metropolitan Line (umas das que têm menor movimento) foi abençoada.

O jornal consultou, então, o Transport for London (TfL, departamento de transporte da cidade, sobre o qual já falamos bastante, como aqui e aqui), que explicou que a linha bordô foi escolhida nela estão os trens mais velhos e que mereciam essa modernização.

No entanto, no começo o trem não vai operar na linha toda, apenas da estação de Wembley Park até Watford. Logo, porém, o trajeto deverá ser estendido.

O Standard ouviu alguns dos passageiros que testaram a novidade e, é claro, todos aprovaram.

Para Maryam Shahiba, de 24 anos, com o ar-condicionado as viagens se tornarão muito mais prazerosas. “Eu evitava usar o metrô em horários de pico, porque eles estão sempre lotados e o calor é insuportável. Agora será mais prazeroso utilizar esse serviço”, afirmou.

O projeto

O jornal informou ainda que o objetivo do Transport for London é instalar ar-condicionado em 191 trens do metrô londrino. Inicialmente, serão instalados aparelhos nos trens da Metropolitan Line (até o ano que vem deverá ser encerrada a instalação). Na sequência, as linhas Circle e Hammersmith and City serão refrescadas (com finalização prevista em 2012) e a District Line ganhará refrigeração até 2013.

Bacana, né?! =)

Beijos e até o próximo post,

Nah.

É notícia em Londres: um labirinto na Trafalgar e as bikes do prefeito

Todos os dias, quando saímos da escola, pegamos um exemplar do jornal London Evening Standard para ler enquanto estamos no metrô ou no trem. Já falamos desse jornal algumas vezes aqui (como neste e neste post), já que ele é um dos nossos principais meios de informação sobre a cidade.

A seção que estreia hoje aqui tem bem a cara de dois jornalistas, mas a gente acha que pode ajudar você que quer vir para cá a começar entrar no clima da tal “London”. Por isso, a “É notícia em Londres” vai aparecer por aqui frequentemente. Sempre que acharmos uma notícia bacana, que mereça a divulgação aqui no blog, daremos ao post o nome de “É notícia em Londres”, ok? 🙂

E para inaugurarmos essa seção vou falar sobre duas matérias que li hoje no jornal e que achei bem legal.

Um labirinto na Trafalgar Square

A Trafalgar Square é uma praça bem conhecida aqui em Londres. Um ponto turístico que diariamente reúne milhares de turistas e que existe para celebrar a vitória da Marinha Real Britânica na Batalha de Trafalgar nas Guerras Napoleônicas. Para saber mais, clique aqui.

Mas o que foi notícia hoje no Standard não foi o fato de a praça existir e de ser um dos pontos turísticos mais importantes da cidade, mas sim o fato de nesta semana algo novo aparecer por lá: um labirinto feito de plantas no qual as pessoas percorrerão importantes ruas da cidade e conhecerão mais sobre a região em que a rua está localizada lendo placas que contam fatos interessantes, históricos ou até mesmo curiosos.

Por exemplo, na placa sobre a Trafalgar Square o visitante fica sabendo que a tal praça turística da cidade abriga a menor estação de polícia do mundo! Tá, não é a informação mais útil do planeta, mas é no mínimo curioso, não?

Ou seja, o visitante vai literalmente se perder pelas ruas de Londres e por sua história. Uma iniciativa muito bacana que fará com que Londoners e turistas saibam cada vez mais sobre essa metrópole.

Quer ter uma ideia do que se trate o labirinto? Clique aqui e confira o vídeo feito pelo jornal (em inglês). A matéria completa (também em inglês) você confere aqui.

Aproveitando: há pouco falamos aqui sobre o Museum of London. Para quem quer conhecer toda a história de Londres, a melhor forma é visitando esse fantástico museu. Se quiser reler nosso post, basta clicar aqui.

Nós, a Nica e o Leo (dos posts de Stonehenge, da London Eye e do Madame Tussauds) na tal praça
Nós, a Nica e o Leo (dos posts de Stonehenge, da London Eye e do Madame Tussauds) na tal praça
Na nossa primeira visita à Trafalgar Square, a prefeitura promovia um show em homenagem ao dia de St. George e centenas de pessoas assistiam show com artistas locais
Na nossa primeira visita à Trafalgar Square, a prefeitura promovia um show em homenagem ao dia de St. George e centenas de pessoas assistiam show com artistas locais

Os primeiros dias das bikes do prefeito

Sei que já falamos bastante sobre o novo projeto de bikes (aqui e aqui) como meio de transporte aqui em Londres, mas como esse é um assunto MUITO importante, acho que é bacana a gente registrar aqui as primeiras impressões dos usuários.

Desde sábado as bikes estão nas ruas. Mas a galera que está usando está enfrentando alguns problemas. Na hora da devolução da bike alugada, por exemplo, muita gente não está esperando aparecer a luz verde que confirma a bike foi devolvida e vai embora. Aí, pouco tempo depois, o TfL (Transport for London, departamento de transporte da cidade) liga para o usuário reclamando a não-devolução da bike e o cara se assusta: “ué, mas eu devolvi”. =/

Pois é, tá rolando isso aqui. Mas parece que o TfL está lidando bem com a situação. Eles confiam na palavra dos seus clientes e tudo fica bem. Para garantir que isso não se repita, eles explicam o processo de devolução para os usuários novamente e seguem em frente.

No entanto, esse não é o único problema do Barclays Cycle Hire nesse início: alguns usuários tiveram debitado em suas contas o valor da tarifa cobrada para o uso diário (£1) ou semanal (£5) dobrado e estão dizendo que o que era para ser um facilitador da vida dos Londoners está sendo um complicador.

Bom, quis trazer essa notícia para vocês principalmente com o caráter informativo, mas também vale para a gente ver que não é só no Brasil que os novos projetos são implantados sem estarem 100% perfeitos. Isso acontece aqui também.

De qualquer forma, a ideia é fantástica e deve estar 99% funcionando logo logo. Com certeza o Brasil precisa começar a pensar em algo do gênero para as principais cidades, já que o trânsito em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Curitiba muitas vezes é caótico.

a bike do prefeito na visâo do João! =)
a bike do prefeito na visâo do João! =)

Aproveitando 2: Aos nossos leitores de Curitiba, aproveito o assunto bikes em Londres para sugerir que conheçam o projeto http://www.votolivre.org/, que é uma nova iniciativa em prol das bikes na capital paranaense.

E aí?!

Bom, como essa é a estreia da seção, queria saber a sua opinião. Achou interessante? Devemos continuar trazendo notícias sobre Londres (retiradas dos jornais locais) para o Pra Ver em Londres?

Como já dissemos várias vezes, fazemos o blog pensando em você, que gosta da cidade, quer vir para cá (ou vai vir para cá) e quer saber mais sobre a vida aqui. Por isso, sua opinião é muito importante para nós.

Escreva contando o que achou da “É notícia em Londres” e nos ajude a fazer um blog cada vez melhor. 🙂

Um beijo e até o próximo post,
Natasha.