No dia 24 de junho de 2010 criei a tag “Dica Cultural” aqui no blog dizendo que iria dar sugestões de livros, músicas e filmes que de alguma forma lembrassem Londres, pois queria ajudar a alimentar a imaginação de quem pretendia ir morar na terrinha adorada!
Por isso, hoje achei que deveria recomendar a leitura de um livro que me fez sonhar antes de embarcar no dia 15 de abril do ano passado para a realização do meu maior sonho. Vamos lá?
Uma ponte para Londres
“Londres é um ninho acolhedor para todo tipo de pássaro” (Benjamin Disraeli, político e escritor inglês)
Logo que voltei da minha primeira viagem a Londres (em janeiro de 2006) comprei este livro na Fnac, em Curitiba.
Porém, ele ficou na minha estante sem ser lido (apenas folheado) até janeiro de 2010, quando decidi que deveria lê-lo.
Eu trabalhava no centro da cidade e ia e voltava do trabalho de ônibus. Quando chegava a hora de descer não queria parar de ler. O autor Marcello Rollemberg conta a sua experiência na capital inglesa de uma forma simples, apaixonante e apaixonada.
O cara dá uma aula de história sobre nossa lovely London, fala sobre o clima, a culinária, os parques (ai, saudade), o famoso chá da tarde e muuuito mais. Além disso, a diagramação é linda de viver. As páginas são todas decoradas (sem atrapalhar a leitura) e só de dar uma olhadinha no livro de novo eu já tenho vontade de chorar (#drama). Hehe
Enfim, vale MUITO ler se você, assim como eu e o Marcello (íntima do autor), ama Londres ou sonha muito em conhecer essa cidade fantástica.
Aqui você encontra os preços do livro em vários sites. 🙂
Encerro com uma frase que está no capítulo “What’s in a name? O que eles disseram e pensaram sobre Londres”, no qual o autor apresenta várias citações bem legais sobre a cidade!
Quem está cansado de Londres está cansado da vida.
(Dr. Samuel Johnson, lexicógrafo e escritor inglês)
Beijobeijo e até o próximo post,
Nah!
—
Gostou da ideia de ver aqui dicas de livro que se passam em Londres? Deixe um comentário apresentando sua própria sugestão. Quem sabe eu não escrevo um post apresentando-a para nossos amigos leitores? 😉
Quem está planejando uma viagem a Londres já deve ter ouvido falar (mal) da comida de lá.
As más línguas (ou seriam línguas amigas?!) dizem que comida boa é cara e que o resto não presta.
Eu quase concordo, mas um prato tipicamente britânico me faz dizer: isso não é verdade!
O cara
Uma cervejinha vai muuuito bem com “ele”
O fish and chips (peixe com batata!) é servido em praticamente todos os pubs da cidade, em muuuitos restaurantes e nas barraquinhas de rua conhecidas como chippies (que só vendem este prato e na forma mais tradicional – embrulhado em um papel), e além de a porção ser generosa é possível encontrar ele a preços bem bacanas.
Na nossa temporada por lá, chegamos a pagar £5 (em lugares mais “suspeitos”) e £9 (nos pubs mais chiques).
A sugestão é: fique de olho no lugar, isso influencia no prato. Hehe.
Ahaam, as chances de você comer um fish and chips deliciooooso em um pub mais requintadinho são maiores do que o mesmo acontecer em um chippies – apesar de a experiência valer a pena.
Eu sou suspeitíssima para falar, porque amo mesmo esse prato, mas acho mesmo que experimentar o fish and chips é uma obrigação de quem vai a Londres (Inglaterra, Escócia… enfim, Reino Unido).
A receita
Se você está apenas começando a planejar a sua viagem e já quer saber o que vai saborear por lá, que tal tentar fazer em casa essa maravilha?
Achei uma receita que parece boa. Clique aqui e confira.
Além disso, se você quiser também dar uma praticadinha no ouvido para o inglês britânico assista o vídeo abaixo, que também ensina a fazer o prato! 😉
E se você está em Londres (invejaaaa! Hehe), que tal passar em pub hoje mesmo, comer seu fish and chips e tirar uma foto pra gente postar aqui no blog? Manda pro praveremlondres@gmail.com que a gente publica!
Neste link você encontra algumas opções de lugares onde pode saborear o verdadeiro “peixe com batata”. Acesse e confira!
Tem fish and chips no Brasil?
Mas também tenho sugestões para quem está no Brasil, não cozinha e quer comer o tal prato. =)
Em São Paulo, encontrei dois lugares em que é possível encontrá-lo:
The Bristol Tavern – R. Min. Gastão Mesquita, 234 – Telefone: (11) 2361-3033 The London Pub – Av. Brigadeiro Luís Antônio, 1.164 – Telefone: (11) 2533-2596
Se você sabe de mais algum lugar no Brasil onde seja possível comer o tradicional fish and chips deixe um comentário que eu atualizo o post na sequência! 😉
Agora que a fome bateu… Dê um jeito de saborear essa delícia. Hehe
Em uma cidadezinha da Escócia meu almoço foi este liiiindo (e saboroso) fish and chips! =)
Antes de mais nada, preciso dizer: é bom demais voltar a escrever nesse espaço que só nos trouxe alegrias nos seis meses mais rápidos, mais lindos e mais inesquecíveis das nossas vidas!
Infelizmente, já não estamos mais em Londres. Há pouco mais de um mês desembarcamos na nossa também amada Curitiba e voltamos a viver uma vida real (sim, porque a vida de viagens baratíssimas pela Europa, de London, London, é quase uma novela. Hehe).
E nessa nossa chegada aqui foi IMPOSSÍVEL escrever no blog por vários motivos. Primeiro por falta de tempo. Estamos trabalhando muuuito e não tá rolando horas de folgas pra dedicar ao nosso filho.
Segundo por dor no coração. Sério, a volta é uma etapa muuito difícil e só de pensar em Londres já dá vontade de chorar, então às vezes é melhor nem escrever.
Porém, temos ainda muitas coisas para contar sobre a nossa vida de cidadãos londrinos e também sobre as nossas viagens. Além disso, temos uma novidade muuuito bacana que deve interessar aos nossos leitores.
Por isso, aos poucos vamos voltar a postar por aqui!
Hoje, só vim para deixá-los curiosos e contar que não é nada fácil acordar desse sonho. Mas prometo que o post com a tal novidade (e outros sobre a nossa vida ainda em terras inglesas) vem logo! =)
Enquanto isso, agradeço a toooodo mundo que reclamou da nossa ausência, que escreveu emails e comentários elogiando o blog e que continua nos acompanhando e torcendo por nós.
Fora a saudade da MELHOR CIDADE DO MUNDO, estamos bem!
Antes de me despedir, deixo vocês com algumas fotos dos nossos últimos dias em Londres e a promessa: logo teremos várias novidades por aqui! =)
Uma das últimas paradas foi, é claro, Notting Hill. Um dos lugares que mais gosto em toda Londres!
*Lembra que uma vez falei sobre o bairro em um post? Tá aqui, ó:http://bit.ly/dlg5Yx
Também fomos nos despedir de Camden. Já estamos com saudade…
*Camden foi alvo de um post do João sobre bons lugares para curtir rock’n’roll em London. http://bit.ly/cEyunk
E de lá partimos para um rolê pelo Regent’s Canal, que a gente ama muuuito! 🙂
*O Regent’s Canal também teve um post só dele. Se quiser reler, clique aqui: http://bit.ly/cMSETD
Em 2010, na nossa primeira temporada em Londres, moramos entre uma infinidade de judeus ortodoxos, africanos de diversas nações, muçulmanos, turcos e sabe-se lá mais o quê em Clapton, Hackney.
Perto de nós e dessa galera toda fica um parque que gostamos muito.
O Springfield Park estava a 5 minutos de caminhada da nossa casa. Era lá que a gente jogava tênis e corria sempre que sobrava um tempinho. 🙂
Durante os dias de semana há pouco movimento no Springfield Park. Não faltam mamães passeando com seus bebês, mas o silêncio é quase absoluto.
Clapton está longe de ser um dos melhores bairros de Londres, mas ainda assim acolhe um parque tão cuidado e preservado quanto o St James’s ou o Hyde.
E são coisas como essa que tornam Londres uma cidade tão única, cativante, acolhedora…e verde!
O objetivo deste post é mostrar este lado da rotina de Londres que pouco se percebe. Espero que goste!
going green for Londonautumnlunchtimelunchtime 2lunchtime 3could be a better place to have lunch?vintage strollerevolutionvery nice nanniesalways/everywhererun, forrest. Run!
Aldwych Theatre, onde vimos nosso primeiro musical em Londres (foto: divulgação – http://aldwych.official-theatre.co.uk)
Ainda temos muuuito o que falar de Liverpool, mas como o nome do blog é Pra Ver em Londres vou dar um tempo nas dicas da terra dos Beatles (que falamos aqui e aqui) para voltar à capital inglesa! Justo, né? =)
Há duas semanas recebemos uma grande amiga minha aqui. Como eu conheço bem a Fabi, sabia que teríamos um fim de semana diferente dos turistóides. Ela não ia querer visitar as top attractions da cidade, mas adoraria fazer programas culturais como ir a musicais, coisa que nunca tínhamos feito por falta de oportunidade.
Assim, logo que ela e a Regi (amiga dela que já virou nossa amiga também) confirmaram as datas que ficariam aqui conosco começamos a procurar um espetáculo para assistir.
A busca pelo musical perfeito
Logo de cara vimos que seria difícil encontrar um show que agradasse todo mundo, já que existem milhaaaares de opções, cada uma perfeita para um tipo de pessoa.
A tarefa da escolha estava tãããão difícil que decidimos que compraríamos na hora, já que na Leicester Square (rua em que existem muuuitas cabines que vendem ingressos para os musicais) uma mulher me disse que no dia conseguiríamos comprar os ingressos e ainda pagar pouco. Claro que ficamos com medo, maaas… resolvemos arriscar!
Antes de contar como foi o dia, acho bacana falar que quando você compra os ingressos antecipadamente é bem fácil encontrar pechinchas. Você pode comprar pessoalmente (na Leicester Square, por exemplo, ou nos próprios teatros) ou pela internet – basta “googlear” a peça que você quer ver e vários sites tipo ticket master vão aparecer. Quando estávamos pesquisando chegamos a ver ingresso para o Grease por £15, por exemplo!
A compra dos ingressos
No sábado em que queríamos assistir um musical, fomos cedo para a Leicester Square. João, eu, Fabi, Regi e o casal Dy e Rodrigo (que de leitores do blog viraram nossos amigões!).
Passamos por vários guichês e percebemos que realmente era possível encontrar ingressos para os espetáculos, mas os preços estavam meio salgados. Média de £30, £40 por pessoa, que não queríamos pagar. =/
Até que encontramos uma cabine que oferecia os últimos ingressos para o Dirty Dancing naquela noite por £20 – na úúúúltima fileira do teatro!!!!!! =D
O único problema é que o cara só tinha quatro ingressos juntos e dois separados. Mas pensamos que não íamos morrer por causa disso e decidimos comprar mesmo assim! Às 19h30 entramos no Aldwych Theatre, onde curtiríamos um espetáculo de aproximadamente duas horas de muito romance, música, dança e teatro.
O musical
Não fizemos fotos durante o espetáculo porque não podia, é claro. Mas o cenário tinha uma pista circular no meio que fez o espetáculo ganhar movimento! Muito legal!
Acredito que boa parte dos meninos e meninas da minha idade curtiram Sandy & Jr. em alguma fase da vida.
No começo da carreira deles as versões de músicas bem conhecidas no cinema eram bem constantes. E eu entrei no teatro sabendo que no fim do espetáculo ia curtir Time of My Life (a música clááááássica do filme) relembrando essa cena:
Mas foi o musical começar para eu deixar a Sandy de lado e me prender totalmente à história da Baby, que vai passar as férias em uma espécie de colônia de férias com a família, conhece um grupo de danças (e um dançarinoooo… aiiaiaiii! Hahaha) e começa a aprender a dançar – escondido dos pais.
Obviamente, ela se apaixona por ele… e aí ou você viu o filme ou vai ver o musical, porque eu não vou ficar contando os detalhes! 🙂
Dei nota 8 pro espetáculo porque ele tem uns altos e baixos nas duas horas. Confesso que dei umas “pescadas” em uns momentos mais paradinhos. Mas valeu muuuito a pena. A história é bem legal, o elenco excelente (tanto no quesito interpretação quanto no quesito dança; as coreografias eram LINDAS!) e a produção bem bacana.
Deu muita vontade de ver outros e outros musicais. O próximo vai ser Chicago, pra dar um desconto pro namoradão, né?! 😉
Ah, e como disse, nossas poltronas ficavam na ÚLTIMA fileira do teatro, mas isso não foi problema. Deu pra ver tudo beeem direitinho!
Enfim, na minha opinião ir a musicais é um programa muuuito legal para se fazer por aqui. Basta escolher o que tiver mais a sua cara e curtiiiiiir.
Achei um trailerzinho do espetáculo e fecho o post com ele. Dá pra ter uma ideia do que vimos e se animar para comprar seu ticket!
Beijos e até o próximo post, Nah.
Ps: Se seu interesse for o Dirty Dancing, os detalhes você encontra no site oficial. Clique aqui e confira.
Quem acompanha o Pra Ver em Londres e está atento aos comentários que recebemos diariamente, já deve ter percebido que existem algumas pessoas que estão seeeempre deixando mensagens pra gente.
Fora meus pais e as amiiiigas Monique e Má Ramos, grande parte dos comentários vem de gente que nunca nos viu na vida e que descobriu o blog ao acaso. Gente que como nós tem planos de morar aqui, de passar uma temporada nessa terrinha ou até de conhecer a cidade.
Desde o começo do blog recebemos emails de leitores dizendo que viriam para cá e que gostariam de tomar uma pint com a gente, o que sempre nos deixou muuuito felizes. Só que os planos de encontrar a galera nunca saíam dos emails… =/
Até que na semana passada fomos procurados por três meninas (a Josi, a Dyana e a Camilla) e decidimos que desse fim de semana o primeiro encontro do Pra Ver em Londres não podia passar.
Por skype, email e telefone decidimos que Camden Town seria nosso ponto de encontro, pois o lugar é bacana (já falamos sobre o bairro aqui e aqui) e sempre tem um pub legal pra tomar uma cervejinha gelada. Às 16 horas de sábado estávamos na frente da estação esperando as meninas e seus namorados.
O encontro
A primeira chegar foi a Josi. Uma paulistana fofa que é cidadã do mundo de verdade! Já morou em Curitiba, São Paulo e em outros vários lugares que agora eu não lembro e há três anos está em Buenos Aires. Quase ~una hermana!
Ela nos reconheceu na porta da estação e eu confesso que achei isso divertido! =) Só que ela imaginava que eu era menor (isso é possível?!) e o João maior. Hahaha
Logo a Dyana e seu namorado Rodrigo também chegaram. O casal, também da terra da garoa, tem muitas coisas em comum comigo e com o João: ambos trabalham no mercado financeiro, adoram viajar e, é claro, vieram para cá juntos! Ah, e o pai do Rodrigo gosta dos Beatles que nem meu pai! 😉
Por último, chegaram Camilla e Bruno, um casal carioca que tem aquela vibe Riiiio que não tem como não gostar, sabe? A Camilla quase congelou em Curitiba no começo de julho e o Bruno é um flamenguiiiiixta gente boa que mora pertiiinho do Maraca (meu sonho e do João é morar perto do Couto!).
Todos eles estão aqui para estudar, são brasileiros com sonhos, medos e muuuita vontade de explorar o mundão. E por isso tudo nosso encontro foi demaaais. Não rolou timidez básica, todo mundo contou suas histórias e a gente passou boas horas juntos.
Foi um dia para ter certeza que a gente tem os leitores mais legais do muuundo. Heheh. E também foi legal para ver que algo que fazemos com amor ajuda pessoas com sonhos parecidos com os nossos. =)
Rodrigo, João, eu, Josi, Bruno e Camila. A Dyana tava tirando a foto e aquela de todo mundo, que combinamos de tirar depois, acabou sendo esquecida. =/Pra Dyana não ficar de fora… =) No domingo, depois do Notting Hill Carnival fomos pra um pub. Rodrigo, Dyana, Nah e João!
Depois do pub ainda demos uma circulada pelo bairro, comemos umas comidinhas de rua e decidimos que no domingo nos encontraríamos para ir todos juntos ao Notting Hill Carnival.
O objetivo desse texto é fazer um agradecimento a você que nos acompanha e para dizer que fazer novos amigos por meio do blog é algo inexplicável! Apesar de não termos dados dicas, nem contado coisas suuuper diferentes sobre a cidade, acho que esse texto serve também para mostrar como é legal conhecer gente diferente, mas com objetivos parecidos, mesmo estando tão longe da nossa terrinha!
Ah, e que sirva de recado para você que nos lê e que vem para cá também antes de 18 de outubro: avisa a genteee. Vamos sair, conversar, tomar uma cerveja gelada e compartilhar ideias, sonhos e planos.
No Fale Conosco você encontra algumas das formas de comunicação com a gente, mas os comentários estão sempre abertos e nosso email também (praveremlondres@gmail.com). 😉
Pausa na Escócia para voltarmos para Londres! =) Mas hoje não vou dar dicas de passeios ou de questões burocráticas, e sim apresentar uma cantora local que conhecemos há pouco tempo e que nos agradou bastante: Eliza Doolittle.
A primeira vez que ouvi a voz dessa londoner de apenas 22 anos foi no site da Julia Petit. Lembro que achei o single “Pack Up” suuuper legal, mas quando vi que ela só lançaria seu primeiro cd em julho deste ano nem me animei muito. Pensei “ah, então depois eu conheço ela melhor”. Escutei a música algumas vezes seguidas (cantando junto o refrão “I don’t care what the people may say about me… lalala”, que fica meeesmo na cabeça), fechei o site e abandonei a inglesinha.
Porém, nas últimas semanas esse hit tem tocado bastante por aqui. Ouvimos uma vez na tevê, outra enquanto estávamos em um pub e hoje a mocinha apareceu de novo nas nossas vidas e nos fez ter certeza que devíamos falar sobre ela aqui! =)
Tá aí, ó. Assiste aí e depois me conta se saiu cantando o refrão junto e se a mocinha conseguiu te convencer. hehe
*O clipe oficial não dá mais pra colocar aqui… =( Achei essa versão bonitinha, mas vale a pena assistir no Youtube a versão “original”! 😉
O som de Eliza Doolittle
As vááárias referências trazidas na capa do primeiro cd de Eliza (pepinão, torre da BT, Big Ben, etc. etc. etc.) já dão uma ideia de como a música dela é “variada”
Muita gente está comparando a novata com Lily Allen e Kate Nash (que já indicamos aqui anteriormente). Mas, putz, sinceramente eu achei ela diferente. Talvez por ainda não ter sido “enlatada” por uma grande gravadora, ela é originalíssima (ok, às vezes até demais, como você vai ver no vídeo abaixo). Dá a impressão de que decide o que vai cantar de acordo com o seu humor. Tem musiquinha mais pop, tem baladinha romântica, tem r&b… tem o que ela gosta, uai. E isso é bacana demais.
*Pois é, produção quase zero. Mas e daí? Feche os olhos e ouça a voz e a energia que a Eliza repassa. É isso que interessa!
Uma jovem talentosíssima que, pelo visto, faz o que gosta, do jeito que gosta. O que eu ouvi eu gostei, e você?
Como ela ainda não é muito conhecida é meio complicado achar suas músicas por aí. Mais fácil mesmo é encontrá-la no seu próprio MySpace e no site oficial. Se curtiu, clique nos links e saiba mais sobre ela! 😉
Quer baixar o cd? Clique aqui e comece a curtir melhor o som de Eliza Doolittle. A gente tá aqui curtindo enquanto trabalha.
Boa quinta-feira para você!
Um beijo e até o próximo post (o último sobre a nossa viagem à Escócia),
Uma mistura de cheiros, cores e sabores (incríveis) do mundo todo. É assim que poderíamos resumir que é o Borough Market.
Fomos lá no sábado não sabendo muito mais sobre ele além de que era possível experimentar um monte de comidinhas nas diversas barracas do espaço.
Diferente da maioria do outros mercados de Londres, que vendem de tudo, o Borough é “o cara” do rango. São comidas típicas de diversas regiões da Inglaterra, de outros países europeus e de alguns outros cantos do mundo. As sensacionais empanadas argentinas, por exemplo, estão por lá.
Borough bombando no sábado
Além de comida, é possível encontrae uma variedade incrível de cervejas que, provavelmente, você nunca viu antes – além de vinhos, espumantes e sucos naturais produzidos com frutas orgânicas. Tem também uma ala de vegetais que de tão impecáveis que são, parecem serem lustrados. Os peixes também são destaque.
Peixes bizarros de todos os tamanhos
Acabamos não tirando muitas fotos. Falha nossa. Ficamos tão entretidos com tanta coisa legal que acabamos nos esquecendo de registrar as comidas em fotos. Para não te deixar na mão, sugiro que clique aqui e confira o grupo do Borough no Flickr. Tem bastante coisa legal!
Se me permite uma dica gastronômica, recomendo o hamburguer de avestruz (ostrich burguer). Eu nunca tinha comido essa carne e resolvi provar. O sanduíche vinha com maionese, molho de cranberry e rúcula. Mistura exótica e sabor incrível. A carne é bem suave e o molho deu um toque diferenciado ao lanche.
Outra boa pedida é a barraca que vende frango ao curry, nas versões: thailandês, malasiano e indiano. Diferentes apenas por serem menos ou beeeeeeeem mais apimentados – todos incrivelmente sabororos.
No mais, vale rodar pelas barracas de queijos, salames, patês, biscoitos, azeitonas e etc, etc, etc. O Borough é imperdível pra quem aprecia uma boa comida e gosta de ver e provar sabores diferentes.
patê de cogumelo: delicioso e não provoca efeitos colaterais
Dica para quem curte café
Na parte externa do Borough, está localizada a Monmouth, uma loja que comercializa cafés premium de todos os cantos do mundo. O legal é que você não compra o produto já embalado, mas o escolhe em meio a diversas sacas diferentes, ainda em grãos, e os caras moem na hora pra você. Quando fomos tinha até um brasileiro da fazenda Santa Helena por lá.
Os preços não são lá os mais baratos, mas um bom café é impagável.
A foto não mostra bem, mas a fila era imensa
Ficou afim de conhecer? Então dá uma olhada nas informações abaixo, elas vão ajudá-lo a programar uma visita.
Dias e horários de funcionamento
Segunda a quinta: 10h às 17h
Sexta: 10h às 18h
Sábado: 8h às 17h
*Não abre aos domingos
Estações de metrô mais próxima
London Bridge Station (Jubilee e Northern Line): para quase em frente ao mercado.
Sei que o assunto “bikes em Londres” já rendeu muita notícia por aqui, mas é que realmente a cidade está vivendo um momento de paixão pelo veículo de duas rodas desde que as “bikes do prefeito” começaram a operar por aqui.
Ontem eu li uma notícia que achei bem bacana. Um designer chamado Anthony Lau, que é bem engajado no movimento pró-bike, criou umas camisetas coloridonas em que se lê “I bike London” para que os ciclistas sejam identificados de longe e, assim, trafeguem com mais segurança pelas ruas de Londres. Eu confesso que tô querendo uma. =)
quero essa!! 🙂
O projeto tem um site, o http://www.ibikelondon.com/, e as camisetas são vendidas lá e também na loja Velorution (clique aqui e saiba mais), que fica no Soho.
Números atualizados do Barclays Cycle Hire
Em uma semana (30 de julho a 06 de agosto), as bikes do prefeito foram usadas cerca de 50.000 vezes;
Mais de 32.000 pessoas se cadastraram para utilizá-las (clique aqui e se cadastre também);
Cinco mil bikes estão funcionando no momento, não seis mil, como era previsto;
A partir de setembro, quem não for cadastrado e quiser alugar uma bike poderá passar seu cartão de crédito em qualquer uma das docking stations e sair pedalando.
Antes de irmos ao que interessa, uma explicação necessária. Estamos meios ausentes por aqui recentemente e pedimos desculpas, mas é que estamos trabalhando muitão. Hehe. Prometemos que semana que vem tudo volta ao normal, ok? 😉
São 7h20 no horário de Brasília; 11h20 aqui em Londres. Estamos nos preparando para um sábado com passeios que vão render posts, mas enquanto eles não vêm vou contar algumas notícias que li ao longo da semana no London Evening Standard e que ficaram acumuladas. Vamos à primeira?
Chama-se Victoria? Tá com sorte, honey!
Essa notícia é mais engraçada e curiosa do que importante para a cidade. Li ela na quinta-feira e na hora lembrei da minha amiga Victoria Rocha. Tem mais alguma Vick lendo o blog? Vocês deviam estar aqui até o dia 10 de agosto, moças.
Uma das maiores estações de metrô/trem/ônibus de Londres é a Victoria Station. E ela está promovendo uma ação bem diferente. Todas as Victorias da cidade podem garantir tickets de trem de graça de 4 a 10 de agosto.
Para retirar o ticket, que só vale para “viagens” foram dos horários de pico, as Vicks devem acessar o Facebook do Loco Toledo, um mexicano doidão que veste uma roupa de super herói e que é apaixonado pela estação e quer encontrar uma namorada que tenha esse lindo nome.
No Facebook dele tem um voucher para ser impresso e apresentado na estação. Mas, sinceramente, eu acho que todo mundo devia acessar a página do personagem. É muito engraçado. Perdeu o link ali de cima? Clique aqui e confira!
olha só que fofura!tá aí o regulamento!
Mas o Loco diz que os caras da estação, seus “amigos” (está escrito amigos mesmo, já que ele é mexicano) são tão gente boa que além de ajudarem-no a encontrar uma Victoria para eles também estão dando descontos para nós que temos outros nomes. Se a gente imprimir o tal do voucher ganhamos 25% de desconto nas passagens. Que tal? Divertido, né?! =)
Mas bem que podia ter uma Natasha Station. Eu ia adorar.