Difícil fugir do clichê pra falar de Covent Garden! Foi por isso que fizemos um vídeo. =) É um dos bairros mais famosos de Londres. É parada obrigatória pra qualquer viajante, mas os londrinos também adoram passar seu tempo ali.
A arte pulsa em Covent Garden
De palhaços e malabaristas a intérpretes de clássicos do rock e cantoras de ópera e muito mais! Os artistas de rua são fantásticos! A menina que encerra nosso vídeo ilustra isso brilhantemente com um cover de Amy Winehouse que nos fez babar.
O bairro também já serviu de palco para o autor do best-seller Um gato de rua chamado Bob. O ex-junkie e hoje escritor James Bowen fazia um rock por ali antes de escrever seu livro. Aliás, essa é uma boa leitura pra viajar por Londres. O cinema também já cumpriu uma boa cota na região. My Fair Lady que o diga…
Um bairro democrático
Em poucas quadras andando por ali você vê de tudo! Nada mais Londres do que isso!
No mercado você pode se consultar com videntes, comprar obras de Banksy, se deliciar com os tradicionais fudges ingleses e por aí vai. Você pode encontrar verdadeiras pechinchas. Mas também pode gastar pequenas grandes fortunas nas lojas de grife ao redor da piazza. Para os fãs da Apple, a loja que tem ali é uma perdição.
O Transport Museum Of London também fica ali. Excelente programa pra esticar o dia na região.
Covent Garden rende um almoço incrível nas quintas-feiras, quando rola uma feirinha com delícias dos quatro cantos do mundo. Você sente os cheiros de longe…
Em qualquer outro dia você pode comer desde uma jacket potato por algumas poucas libras, tomar umas boas pints no tradicionalíssimo Punch & Judy ou se esbaldar em restaurantes top.
Ficar por ali vendo a vida passar também é um bom programa.
Pra fechar: assista o vídeo
Covent Garden tem um ar meio mágico, que surpreende, encanta, te deixa feliz e só faz com que você se apaixone ainda mais por Londres.
A gente tentou mostrar um pouco disso no vídeo. Não ficou um primor, mas prometemos melhorar nos próximos. Esse foi o primeiro de muitos que virão!
Aliás,tem alguma sugestão de vídeo? A casa é sua! =)
Ah, não esquece de clicar ali na engrenagenzinha do YouTube pra assistir em HD. =)
Enjoy!
Como chegar ao Covent Garden
O site oficial traz todas as informações que você precisa. Acesse aqui.
Sorry, guys, não consegui postar ontem o “O que fazer em Londres esta semana?”. :(
Sabe como é, né? A vida aqui anda bem agitada, e de novo chegamos tarde em casa no domingo e não dei conta do recado. :( [2]
Mas desta vez resolvi que deveria fazer o post mesmo assim. Já que hoje já é terça, não tem dica pra segunda (porquené), mas no fim tem uma dica extra, pra ver se vocês me perdoam. :)
Tãotá, chega de enrolação. Vamos logo para as dicas que estão bem bacanas…
Spirit of Christmas Fair
Minha avó materna é daquelas que decora a casa para o Natal já no começo de novembro (aliás, ontem foi aniversário dela. Parabéns, vovó Didi. <3). Como boa neta, eu não podia não amar essa época do ano, né?
Por isso, minha dica para esta terça-feira é a feira “Spirit of Christmas”, que rola em Londres até domingo e que traz para a cidade várias delícias natalinas – de decoração a quitutes, passando por presentes, claro. :)
Os ingressos custam £17.50 para adultos e £9.50 para crianças e você sabe mais sobre a feira e confere todas as informações que precisa para programar sua visita clicando aqui.
Hô, hô, hô. Feliz Natal! ;)
Música clássica brasileira em cena
Na quarta-feira, dia 06, o palco do Bolivar Hall recebe o festival “Brasil: Três séculos de música”, que tem como objetivo divulgar a música clássica brasileira para o público britânico…
Os ingressos custam 12 libras e estão à venda aqui.
É, com certeza, uma oportunidade para ouvir boa música e ainda prestigiar artistas da nossa terra natal.
Se interessou? Clique aqui para conhecer melhor o evento e anime-se ainda mais para assistir!
Uma noite na Courtauld Gallery
Que tal, na quinta à noite, fazer um programa cultural super legal por apenas £6/£5 (ou sem pagar nada, se você for vestido como seu artista favorito!)? É dia de Gallery Late na Courtauld Gallery e a entrada dá direito a workshops de arte, música ao vivo, cocktails e, claro, a explorar a coleção principal da galeria no momento: The Young Dürer: Drawing the Figure.
Este vídeo mostra um pouco do que você pode esperar desse evento…
Legal, né?
Não é preciso comprar antecipadamente o ingresso. Basta chegar lá entre 18h-21h, garantir a sua entrada e aproveitar.
Até o dia 26 deste mês o Royal Festival Hall apresenta a exposição “The World Press Photo Exhibition”, que reúne algumas das fotos mais marcantes do ano. As selecionadas são as vencedoras de uma competição da qual participaram aproximadamente seis mil fotógrafos (mais de 100.000 fotos!) de 124 países.
Estas são algumas das fotos que você vai ver lá…
A entrada para a exposição é gratuita.
Vários motivos para ir, hein?
Clique aqui para saber mais e já programar sua visita.
The Lord Mayor Show
Todos os anos, desde 1215, no segundo sábado de novembro Londres vê seu novo representante viver um ritual de sair da segura City para jurar lealdade à Coroa em Westminster. É o Lord Mayor Show.
Confesso que demorei um tempinho para entender essa história de Londres ter dois prefeitos (Boris Johnson, o que todo mundo conhece – Mayor of London; e esse outro “Lord Mayor”), mas aí hoje estudei o caso a fundo e entendi. Explico pra você..
Na verdade, o Boris é o prefeito da grande Londres, enquanto que o político que será o centro das atenções neste fim de semana é o prefeito “apenas” da City of London, e tem como missão promover os negócios londrinos fora do Reino Unido e desempenhar um papel mais cerimonial e social do que político.
Interessante, né?
E este ano a City of London elegeu uma mulher como representante! Alderman Fiona Woolf CBE é apenas a segunda mulher a ocupar este cargo. Merece nosso apoio no sabadão, não merece? :)
Pois bem, o site do evento é bem bacana e tem todas as informações que você precisa para acompanhar a festança – no fim do dia tem mais shows de fogos de artifício (aliás, a gente viu de perto o Bonfire Night sábado passado e logo, logo contaremos como foi!). Clique aqui, dê uma boa fuçada e programe-se para estar lá. Nós com certeza estaremos.
Foto: Clive Totman
*Bônus track do sábado*
Foto: Alex Lentati
Ainda no sábado tem outro programa gratuito super legal (que pode virar meio que de índio se estiver chovendo ou muuuuito lotado): o acendimento das luzes de Natal da Regent Street.
As performances musicais (minha musa Eliza Doolittle vai cantar! \o/) começam lá pelas 19h. A mestre de cerimônia do evento é a Emma Buton (ex-Spice Girls).
Tem tudo para ser super legal, mas também pode ser um porre se o clima não colaborar e se a cidade inteira resolver ir. haha
Mas, enfim, acho que vale a dica. Eu vou carregar o João pra lá. Ver Eliza é sempre bom. <3
Um dos dias mais felizes da minha vida. hihi
Remembrance Day
No dia 11 de novembro de 1918, depois de mais de quatro anos de batalhas, chegou ao fim a I Guerra Mundial. Desde então, todo dia 11/11 (ou no domingo mais próximo a ele), às 11h o Reino Unido e suas colônias homenageiam os mortos (civis e militares) da primeira grande guerra.
Muitos eventos acontecerão em Londres e em várias outras cidades no domingo (e na segunda também). Na lovely city você pode ver um concerto da Orquestra Sinfônica Britânica, assistir à parada especial que marca a data e muito mais. Basta fuçar aqui e aqui e escolher a melhor forma de prestar a sua homenagem.
:)
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E estas são as dicas desta semana. Ficou bacana, né? Acho que me redimi. hehe
Espero que você possa aproveitar pelo menos uma das sugestões. E, se aproveitar, que depois não esqueça de vir me contar. Estamos combinados? ;)
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Já sei, você leu esse título e pensou: “ixi, essa mulher endoidou”. Ou, pior, leu e chegou à conclusão que nossa temporada Londres 2013 está sendo péssima. Acertei? Pois é, mas quem errou foi você!
Nada disso tá acontecendo por aqui. Sim, eu realmente vou apresentar 5 motivos para você não vir a Londres, mas não os meus motivos (até porque eu não tenho nem um), mas os de quem vive pra tentar desmerecer nossa lovely city. E vou rebatê-los. Tudo pra deixar os haters bem quietinhos. Que tal? =D
Motivo #1 Bad weather
Chuva. Muita chuva.
Pois é, todo dia.
Céu cinza. TODO DIA.
AHAM. Dia sim, dia também.
Vento de fazer uma menina magrinha voar rapidão pra Paris.
É isso que a gente ouve quando fala que vem a Londres. Mais: tem gente que quando você diz que vai a Londres em outubro (e pra ficar uma temporadinha que cobre o inverno) manda logo um: “mas você vai pra lá no inverno? Pra quê?” – JURO que eu ouvi essa.
Não vou dizer que não chove. Claro que chove. Mas já disse outras milhares de vezes que chove menos do que em Curitiba, por exemplo. E, mais, que a chuva costuma durar menos tempo do que estamos acostumados no Brasil sil sil. E, mais ainda, que temporais são bem menos comuns aqui do que “aí”.
Sobre o céu cinza, acho que estas fotos falam melhor do que qualquer palavra.
Isso aí e cinza pra você?e isso?Uma “cinzura” que nunca vi igual.
Vento e frio? Tem mesmo. Mas tem aquecimento em todos os lugares fechados. E, gente, isso é uma bênção na terra pra quem, como nós, vem de uma cidade gelada e sem o costume de ter aquecimento em casas/restaurantes e afins. Olha só como sofria o pobre Piva na nossa casa curitibana:
Não tá fácil pra ninguém, amigo.
Motivo #1 derrubado, né?
Se isso era problema, não é mais. Pode vir, mermão! #pápum
Motivo #2 – Comida ruim
Você já deve ter ouvido falar que britânico só come peixe com batata e que o resto não tem gosto de nada, certo?
Olha, esse povo que diz isso definitivamente não conhece essa cidade. Tem restaurante do mundo inteiro aqui, pow. Se você não gosta das comidas típicas britânicas, bora explorar outros sabores! Tem restaurante típico de um milhão de nacionalidade em cada esquina. E tem dos baratezas aos caríssimos, claro.
Aí tem uma outra reclamação comum: “ah, mas eu sinto tanta saudade da comida brasileira”.
Pó pará! A gente cozinha, diariamente, “comida brasileira” aqui em casa. O sabor é igual – às vezes até melhor, porque meu marido é bom nas panelas cof cof. Olha só o que já saiu desta cozinha:
Arroz, saladinha, frango frito, suflê de milho (uma das minhas comidas preferidas <3) e batata frita. Ah, e como o Coxa tinha ganhado de 4×0 do Grêmio, ESPN Brasil na tela. Há. Nosso landlord olhou e perguntou: “quantas pessoas vêm almoçar aqui?”. hahaha. Brazilian culture, right? :)
Motivo #2 pro LIXO! Nem vem com essa historinha pra cima de mim.
Motivo #3 – Saudade da família
Eu sinto saudade da minha família dia sim, dia também. E não só de pai, mãe e irmãos, não, mas de cachorros e gato também – e de vó, vô, tio, tia, primo, afilhado (<3), sogra, sobrinha, amigos-irmãos… de todo mundo.
Mas em tempos de bolsa internet só não fala com os amores brasileiros quem não quer. Sérião.
Ok, pode ser que no Brasil sua família não tenha internet, mas sempre tem um amigo/parente que pode quebrar um galho nessa história. E aí, meu caro, alguns minutos no Skype fazem a saudade não acabar, mas diminuir bastante…
Mãe, irmãos, pai e gato. TODO DIA a gente tem nosso momento via Skype. Claro que não acaba com a saudade, mas o papo tá sempre em dia. :)Sogra e sobrinha. <3
Nessa pegada, sabe o que eu curto MUITO fazer? Andar por Londres carregando meus pais no Skype! =D
Isso mesmo: quando paro em um lugar legal (e a internet tá funcionando), ligo o Skype e chamo eles. Meu coração se enche de alegria ao ouvir minha mãe gritar falando “ai, que lindo”. :) #ficadica
E acalma minha saudade também saber que eles estão felizes por a gente estar curtindo nossa temporada aqui, sabe?
Pronto, motivo #3 derrubado. Já passamos metade do caminho! \o/
Motivo #4 – Cerveja quente
“Ui, tomei uma cerveja em um pub em Londres e ela estava quente.”
Ah não, genteeee. Sério mesmo que esse é um motivo pra não vir pra Londres? Os caras fabricam cervejas super tops e as servem na temperatura ideal – a gente é que consome água achando que é cerveja e aí tem que tomar ultra-mega-hiper gelada pra “descer redondo”.
Please, dá uma chance pras ales um pouco menos “estupidamente geladas”. Seu paladar (esse espertinho) logo vai entender que aquilo ali é que é o certo. ;)
London Pride: não dá pra vir a Londres e não experimentá-la na temperatura servida pelos pubs. Não dá MESMO. Sorte que hoje é sexta. =DCerveja artesanal londrina. Comprada em loja de bebidas e saboreada em casa – na temperatura que você preferir (mas, pleaseee, nada de estupidamente gelada, tá?).
Mas se não rolar MESMO vai nas mais comerciaizonas (Stella, Heineken e afins) que não vai ter problema!
Motivo #4 desceu redondo agora, né?
Motivo #5 – Moeda cara
Tá aí um motivo que infelizmente eu tenho que concordar. Dona libra estrelinha esterlina realmente anda bem cotada em relação às nossas preciosas dilmas – o que pode dificultar uma vinda a Londres. =/
Porém, contudo, entretanto, sempre dá pra economizar e fazer uma viagem incrível mesmo não sendo um Eike Batista da vida (poutz, se bem que o Eike anda na fossa, né, gente? #aham). A gente já tem acumuladas algumas boas dicas pra quem vem a Londres com essa ideia, mas os posts estão sendo preparados.
No Wasabi e no concorrente dele Itsu você come comida japonesa booooa gastando pouco. Vamos falar sobre os dois logo mais!
Eu sei, #motivo 5 não foi TÃO derrubado, mas demos uma viradinha nele, né? :)
Na volta pro Brasil você volta a poupar. Combinado? ;)
Motivo extra: #6 – Londres vicia
Gostou dos meus argumentos, viu que os 5 motivos listados até aqui eram mais “intriga da oposição” do que reais motivos para não vir a Londres e se convenceu a aparecer por esses cantos do mundo logo mais?
Pois bem, saiba que o motivo extra desta lista, o de número 6, é o mais verdadeiro de todos: Londres vicia! Duvida? Leia o post “8 dicas para lidar com a depressão pós-Londres” até chegar nos comentários. Os doidões que passaram por essa terrinha recentemente comprovam essa minha teoria de que na verdade Londres é uma espécie de droga altamente viciante, e se você tem medo de coisas que podem viciar tá aí um motivo pra realmente não vir.
Mas, ó, deixando de vir você vai perder coisas assim…
Será mesmo que não vale a pena arriscar?
Eu acho que vale, hein? :)
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E aí, o que achou do post? Acrescentaria algum motivo hater para não vir a Londres? Tiraria outro? Comenta deixando sua opinião, vai. Ela é super importante para nós.
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A bandeira do Reino Unido é um ícone! Sempre referência para a indústria criativa, também move o imaginário e os sonhos de gente como você e nós, apaixonados por Londres!
Mas você sabe o que ela representa? A história da *Union Jack* (a explicação para o termo está no fim do post) é bem interessante. Hoje a gente conta um pouco pra você.
História da bandeira do Reino Unido
A primeira versão da bandeira britânica surgiu em 1606. Era uma combinação das bandeiras da Inglaterra e da Escócia, que até então eram os únicos países que formavam o United Kingdom of Great Britain. Aqui vai um resuminho da história das bandeiras desses países:
St George (São Jorge), padroeiro da Inglaterra, leva os méritos pela origem da bandeira inglesa. Reza a lenda que a cruz vermelha com o fundo branco simboliza o dia em que Jorge matou um dragão para defender a vida de uma princesa após ser beijado por ela quando ainda era um sapo.
Para celebrar seu ato heróico Jorge teria, com sua espada, desenhado uma cruz em seu escudo branco com o sangue do dragão.
Alguém duvida que ele pegou a princesa?
A bandeira da Escócia
Os escoceses orgulham-se de ter a bandeira mais antiga da Europa. Sua origem data de uma lenda antiga, mais precisamente de uma batalha ocorrida em 832 A.C.
Na ocasião, o exército escocês, liderado pelo rei Angus, teria invadido um território e sido cercado por muitos e furiosos Saxões. Temendo o pior, Angus rezou aos céus.
A resposta divina se deu através de uma formação de nuvens em formato de cruz. O contraste com o céu azul remete à bandeira que conhecemos hoje.
O rei prometeu que se seu exército vencesse a batalha, St. Andrew se tornaria padroeiro do país.
Uma boa história, não? =)
Outra lenda conta que a bandeira escocesa também homenageia St. Andrews por ele ter sido crucificado em uma cruz em formato de X.
A partir de 1800 os vizinhos do leste passaram a fazer parte do Reino e contribuíram para a bandeira do Reino Unido com sua St Patricks Saltire. A antiga bandeira (os irlandeses chegaram a ter outra) também homenageia seu padroeiro, São Patrício.
St Patricks hoje leva fama mundial graças à festejada comemoração que rola todo dia 17 de março e se espalhou pelo mundo como uma bela desculpa pra encher a cara.
É, portanto, a junção dessas três bandeiras que formam a bandeira do Reino Unido que conhecemos hoje.
Este vídeo explica de forma muito simples como a união das bandeiras da Inglaterra, Escócia e Irlanda formou a tradicional bandeira do Reino Unido.
Mas e o País de Gales?
Os vizinhos galeses não são lembrados com seu clássico dragão porque em 1282 o rei da Inglaterra Edward I anexou o País de Gales ao território inglês. Sua participação na Union Jack atual se dá portanto, através da bandeira inglesa.
Em 2007 o parlamentar galês Ian Lucas abriu a a discussão para inserir o dragão vermelho à bandeira da Grã-Bretanha. Porém, procurei notícias recentes sobre o projeto e nada encontrei. Parece que ninguém deu muita bola para Lucas. Que vergonha!
Talvez esse reino não seja tão unido assim…
E aí, gostou do post?
Esse post é uma novidade aqui no Pra Ver Em Londres. Sempre focamos em contar sobre lugares dicas sobre o que fazer em Londres, mas os ares britânicos têm nos inspirando a conhecer mais a história dos caras.
Se você curtiu o post e quer ler mais sobre a História de Londres ou do UK comenta aí e diz pra gente. Mas se também não gostou por favor, diga!
Afinal, esse blog é tão nosso quanto seu! =)
*Por que a bandeira do Reino Unido é chamada de Union Jack?
De acordo com o site da realeza britânica, o termo Union Jack data do reinado da rainha Anne (1702-1714), mas sua origem é incerta. Pode ter vindo das jaquetas dos soldados ingleses e escoceses ou a partir do nome de James I. Ele foi rei da Escócia e da Inglaterra e foi quem oficializou a primeira união em 1603.
Outra alternativa para a origem da Union Jack deriva da proclamação do rei Charles II. Ele defendia a tese de que a Union Flag deveria ser usada apenas nas embarcações da Marinha Real como uma “jack”, termo empregado na época para denominar pequenas flâmulas.
Sem essa de que domingo é dia de ficar “preguiçando”, curar a ressaca do sabadão pancadeira, ver futebol na tevê (se bem que essa parte eu também curto. Há!). Domingo é dia de curtir Londres, pô. Simsenhor, simsenhora, tem um monte de coisas legais pra fazer na cidade no dia que fecha a semana, e é preciso aproveitá-las. :)
Sabendo disso, resolvemos iniciar hoje uma série de posts com dicas do que fazer no segundo dia mais odiado pela maioria das pessoas: o domingão do Faustão. =D
Para começar, apresentamos um cantinho de Londres em que NUNCA o cinza predonomina, em que não há tempo feio para vender flores, em que você encontra tudo o que você pode imaginar para fazer um jardim lindo na sua casa londrina – ou para colorir o seu quarto de hotel, o apê que você alugou, a casa do amigo que te hospeda: Columbia Road Flower Market. <3
O mercado
Ao público, o mercado de flores da Columbia Road, no borough de Hackney (coladinho com a muvuca de Shoreditch), abre todos os domingos às 8h da manhã.Mas o legal mesmo é pensar que pra ficar do jeito que a gente vê o trabalhão dos floristas, comerciantes, apaixonados por flores começa muito antes – e também termina muito depois 15h, horário oficial de fechamento do Columbia Road Flower Market… É assim que a gente entende a vida que esse lugar tem!
E é tudo assim… lindo!
E, ó, é difícil fugir dos clichês quando o assunto é este mercado de flores. Porque sim, ele tem cores e cheiros que se tornam inesquecíveis. Ele transborda alegria e amor. Ele encanta.
Sim, porque eu morri de amores por tudo que vi por lá… :)
No domingo passado (27/10), quando fizemos esse passeio, o sol sofria para encontrar um cantinho por entre as nuvens e o vento outonal congelava da cabeça aos pés. Mas isso nem de longe foi um problema. A gente se impressionou com a beleza das flores, com os preços de algumas que no Brasil são super caras (orquídea a 5 libras! #mamadipira) e curtimos demais atravessar a rua das flores londrina na companhia de gente super legal (já conto, já conto), tanto é que até eu, uma das pessoas que mais sentem frio no mundo, senti calor. :)
Pra mim, esse é um passeio que merece ser feito em todas as estações. Ver as diferenças das flores no verão, primavera, outono e inverno deve ser muito legal. Se você não levar nada pra casa ainda por cima é uma manhã agradável que sai bem baratinha. ;)
O mercado além das flores
E como se o mercado de flores por si só não fosse bom o suficiente, em volta dele ainda tem um monte de lojas super legais (de móveis, de antiguidades, de “coisas de casa”) e cafés mais do que agradáveis.
E foi justamente em um desses cafés que a gente encontrou a galerinha com quem fizemos o passeio e com quem tomamos um delicioso café da manhã.
Do lado esquerdo da foto: Thaís e o namorado Nick, Michelle, Ana e Graziela. Do lado direito, Vivian, eu e João. Obrigada pela companhia, gente. Foi bom demais! :) – Os links levam aos blogs das meninas
O café escolhido foi o Lili Vanilly, que na verdade não é bem um café, é mais uma confeitaria (que, aliás, tinha doces que pareciam incríveis – mas não adequados para o horário. hehe) que oferece café, sabe? E estava todo decorado para o Halloween..
A gente comeu uma espécie de folheado (eu pedi o de salsicha – que veio beeem recheado, o João de vegetais) que era bem gostoso (mas nada muito saudável pro começo do dia), eu tomei um chocolate quente e gastamos £10,50.Confesso que não dá pra comparar com o café que tomamos no Towpath, que foi incrivelmente delicioso e surpreendente (e fica ali pertinho também), mas também estava bem gostoso. :)
O Lili Vanilly fica na Ezra Street E2 7RH, e a estação mais próxima é a de Hoxton (Overground). Se interessou? Clique aqui para saber mais.
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É, o começo do nosso domingo não podia ter sido melhor. E foi apenas o começo. Depois ainda curtimos outros programas super legais ali por perto. Mas isso é assunto pra outro post. ;)
Espero que você tenha curtido o Columbia Road Flower Market e se anime a passear por ele. Tenho certeza que você não vai se arrepender.
Não sei se você reparou (só uma pessoa veio me dizer que sentiu falta – obrigada, Jéssica. hehe), mas semana passada, pela primeira vez desde que esta série estreou, eu falhei e não fiz o post. :( Pois é, é que a coisa aqui anda frenética, e como no domingo passado a gente chegou muito tarde em casa eu acabei não tendo energia pra pesquisar a agenda e escrever o post. Espero que você me perdoe. hehe
Mas para compensar a ausência da última segunda-feira fiz uma seleção INCRÍVEL para esta. Bora conferir?
No sábado, João, Mari (Arakaki, nossa leitora e BFF! :) e eu combinamos de ir a um festivalzinho de punk rock em Hoxton, pertinho de Shoreditch. E fomos. Mas não assistimos nem um show inteiro. E não é porque a banda que vimos era ruim, não, muito pelo contrário, era até bem legal. Mas bateu aquela vontade de explorar a cidade e depois da primeira cerveja nos mandamos pra rua! =D
E aí que olhando pra lá e pra cá uma hora deparamos com uma galeria de arte que estava exibindo uns quadros muito legais – ó alguns registros que o João fez:
Achou bonito? Precisa ver de perto. A quantidade de detalhes impressiona.Os preços dos quadros são bem elevados – tem até um de 20 mil libras! Mas é bem compreensível, pois é tudo muito grande, caprichado e bonito.Dá pra “perder” vários minutos analisando cada quadro!Caio Locke, “brasitânico” super gente boa que é “pai” desses quadros lindos!
Olhando atentamente, logo percebemos que em alguns dos trabalhos do artista (que ainda não tínhamos descoberto o nome) era possível notar referências brasileiras – um Cristo Redentor aqui, uma mulata dançando acolá, um prédio com arquitetura similar ao do Museu de Niterói no outro canto e assim por diante.
Como a assinatura do artista não ficava no canto inferior direito como costumamos ver, demoramos para encontrar uns “Caio” espalhados pelos quadros, mas assim que vimos a primeira assinatura concluímos que, é, o cara devia ter sangue verde e amarelo correndo nas veias. hehe
Pra encurtar a história: acabamos conhecendo o artista (que na verdade é filho de pai brasileiro e mãe britânica e nunca morou no Brasil – mas passa férias lá sempre), nos encantamos com a obra dele e até pedimos para gravar uma entrevista com ele. Mas, como ele estava cansado, “ficou para a próxima” (que eu acho que talvez nem aconteça, por isso mesmo tô falando JÁ sobre a exposição. :).
Bom, o fato é que dá pra ver os maravilhosos quadros do Caio na Hoxton Gallery até o dia 05/11, todos os dias, entre o meio-dia até de noitão (eles não me precisaram o horário, só falaram que é “até de noitão”. haha).
Sugiro MUITO que você visite a exposição. A gente ficou impressionado com os detalhes de cada pintura!
“Pearls” (ou pérolas, em português) não apenas reúne jóias feitas com pérolas e usadas por nomes como Charles I (NO MOMENTO DA SUA EXECUÇÃO! AHAM!) e Marilyn Monroe, como também conta como são produzidas, encontradas, vendidas essas pedras preciosas.
Assistindo o vídeo abaixo eu fiquei bem afim de ver a exposição…
Pois acho que você vai se interessar ainda mais lendo a explicação do museu sobre a exposição (aqui).
A exposição fica em cartaz até 19 de janeiro do ano que vem e os ingressos têm preços variados – você confere a tabela completa aqui.
A LEGO é uma empresa diferenciada (pra não usar um palavrão e fazer minha mãe ficar de cara comigo): além de fazer um tipo de brinquedo que faz as crianças (e os adultos, porquené?) pensarem ao mesmo tempo em que se divertem, já deu provas de que a satisfação de seus clientes é importante (pois é, algo que deveria ser óbvio, eu sei, mas não é!), como quando deu uma resposta super legal a uma cartinha de um menino que perdeu um dos bonequinhos que vinha no seu kit LEGO. E eu, mesmo sendo péssima na arte de montar coisas, adoro ver trabalhos de quem é fera nisso – caso do Warren Elsmore…
Por isso, quando vi que algumas das obras de arte (posso chamar assim, né?) desse fera estariam expostas no Family Arts Festival, em Londres, achei que deveria contar pra você, para que você se anime para ver essas belezas de perto – e, talvez, a comprar seu LEGO e criar uma obra de arte você também. :)
Entonces é o seguinte: a exposição “Brick City” pode ser vista até o dia 02/11 na Apthorp Gallery e a entrada é gratuita. Todos os detalhes estão neste link.
Se antes de ir à exposição você quiser saber mais sobre o trabalho de Warren Elsmore recomendo que clique aqui e aqui.
Quinta-feira é dia de “doces ou travessuras”, Dia das Bruxas, Halloween. Eu nunca comemorei e confesso que não tenho pira em comemorar, mas já deu pra ver que pra esses cantos do mundo a galera realmente entra no clima. Neste fim de semana vimos por aí um montão de bruxos e bruxas, monstros, enfermeiras (?), etc.
É, o horário de verão chegou ao fim, os dias passarão a ser mais curtos, o frio tá vindo… mas, pow, para de reclamar, amigão. Olha quanta coisa boa isso gera: é a temporada das comidas mais gostosas (quem não curte um fondue, boa gente não é!), dos casacos lindões, das lareiras acesas, do chocolate quente pra aquecer de dia, do vinhozinho pra esquentar à noite e DA PATINAÇÃO NO GELO. UHU! hahahaha #soudotimedasquevêmascoisasboas!
E quem abre essa temporada é nada mais, nada menos do que o Natural History Museum, um dos museus mais maravilhosos de Londres (em todos os sentidos – beleza, conteúdo, organização, etc.).
A famosíssima pista deles começa a operar dia 31/10 (e fica por lá até 05/01/2014) e os ingressos custam:
£12.65 – adulto
£8.52 – família – por pessoa, a partir de 4 pessoas
£8.80
Clique aqui para saber mais e aqui para garantir seu par de patins. :)
Sabe o Parlamento Britânico, aquele lindão que é casa do Big Ben? Então, se dependesse de Guy Fawkes e sua trupe ele não existira hoje. Pois é, pois é, este cidadão planejava colocar o Parlamento abaixo em 1605 (mais precisamente no dia 05 de novembro). Ele estava com tudo pronto para cometer esse baita crime, mas foi descoberto e interceptado antes e não conseguiu cumprir sua terrível missão! #sefodeu
Esse é o considerado o primeiro ataque terrorista da história do Reino Unido. Quer dizer, primeira tentativa de ataque, né?
E é justamente porque o ataque propriamente dito não rolou que todos os anos, no começo de novembro, os britânicos fazem uma grande festa para comemorar a vitória sobre esse time do mal. =D
É a Bonfire Night (ou Dia de Guy Fawkes), em que é possível admirar dezenas de shows de fogos de artifício em Londres e em várias outras cidades do país.
Depois de uma semana agitada um showzinho maneiro vai bem, né? :)
Pois então eu recomendo a apresentação da cantora de jazz sul africana Kate Winter no Primo Bar. O show é gratuito e começa às 20h.
Que tal?
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Eu não disse que a programação tava excelente esta semana?
Agora é com você. Veja o que mais te agrada, programe-se e aproveite. Só não invente desculpas pra sair de casa, porque isso não cola! ;)*
Beijobeijo,
Nah.
*PS: Por falar em desculpa/reclamação sobre o clima em Londres agora que o horário de verão chegou ao fim e que os dias passam a ser mais curtos, sugiro que você leia este post da Helô. Ele resume bem esse sentimento. ;)
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Eieiei, é sério que você ainda não assinou nossa newsletter? Viiiixi, tá perdendo de receber em primeira mão as novidades do blog, sabia? Pois é, pois é. Assina djá. Basta preencher o formulário abaixo.
Especialistas afirmam: “a principal refeição do dia é o café da manhã. Por isso, trate de comer direito assim que acorda, pois a boa alimentação matinal é o combustível que você precisa para ter um dia incrível”. :)
Os ingleses, espertos que são, levaram o conselho dos experts em consideração e decidiram oferecer ao mundo um verdadeiro café da manhã dos campeões: o English Breakfast!
Imagem: BBC
Isso mesmo: feijão, bacon, ovos, pães, salsicha, cogumelos e umas rodelas de tomate pra suavizar. hahaha
Um combustível e tanto, né? #not
Apesar de o título desse post revelar que experimentamos um delicioso café da manhã recentemente eu já adianto: não teve nada de 3.000 calorias. Sem bem que… ah, deixa pra lá.
AHAM, 3.000 calorias. É mais ou menos isso que tem um pratão do verdadeiro “Full English Breakfast”. É que quando ele foi inventado, lá nos tempos da Revolução Industrial, o objetivo era alimentar muito bem os operários, que precisavam trabalhar intensamente durante várias horas seguidas, e essa combinaçãozinha bem saudável foi a melhor encontrada pelos patrões para garantir que seus “escravos” rendessem o máximo possível. =/
Mas o que foi criado para o proletariado, virou tradição da nação e persiste até hoje. Apesar de, obviamente, nem todo mundo iniciar o dia com esse pratão, é comum ver em pubs e restaurantes tradicionais ingleses saboreando essa belezinha não apenas logo cedo, mas até mesmo no meio da tarde – perfeito pra curar a ressaca do dia anterior, né? =D
Enfim, o fato é que apesar de não ir com a cara do English Breakfast eu acho que um dia preciso viver essa experiência. Um dia…
Enquanto esse dia não chega eu procuro outras opções que tenham mais a minha cara. E foi em uma dessas buscas que descobrimos o incrível Towpath.
A cozinha em um dos toldos, o balcão em outro, uma área com mesas no terceiro. Este é o Towpath. Simples, mas surpreendente. Você já vai ver!
A experiência
A gente gosta da bagunça de lugares como Oxford Street, Covent Garden, Notting Hill… Porém, de vez em quando tudo o que queremos é um pouco de calma pra trocar ideias, conversar e namorar. Ohnnn… <3
Foi com esse pensamento em mente que na busca por um lugar legal para tomar café da manhã em Londres encontramos, no app da TimeOut (que o João apresentou neste post), o Towpath, que era merecedor de 4 estrelas (tanto pela TimeOut quanto pelo público), apenas uma librinha (pratos principais entre 3 e 8), além de ficar em um dos nossos cantinhos preferidos na cidade: o Regent’s Canal.
Como não amar o Regent’s Canal? Ele está encantador com as cores do outono. Programe-se para dar um rolê por ele enquanto as folhas ainda estão nas árvores, você vai adorar!Pra fugir do mundo real o Regent’s Canal é o canal. #turumpá
Fomos lá sábado passado. O clima estava super agradável (nem muito frio, nem muito quente) e o dia tinha amanhecido lindão (se bem que depois choveu bastante, mas abafa o caso): não podia ser melhor.
Nunca tínhamos andado pr’aqueles lados do canal (como chegar você descobre no fim do post!), mas assim que “entramos” naquela área nos surpreendemos com a quantidade de cafés legais. Chegamos até a pensar em entrar em outro qualquer, mas resolvemos seguir a ideia inicial. E que bom que fizemos isso! :)
Depois de uma rápida olhada no cardápio (que era um quadro pendurado na parede –> este da foto aqui do lado), eu escolhi um sanduíche de queijo grelhado e um chocolate quente e o João, mais saudável, foi no iogurte com granola.
Tudo o que a gente esperava era um café da manhã legal. Mas o que recebemos, meu caro, foi MUITO mais do que isso. Foi uma verdadeira explosão de sabores!
Pode parecer simples, mas o chocolate quente, que foi feito na nossa frente, não foi feito com chocolate em pó. Era uma calda de chocolate de verdade, coisa dos deuses – pena que era pequenininho. :(
O sanduíche… ah, o sanduíche! Eu imaginava que o “queijo grelhado” ia ser o recheio. Que nada. Ele era tipo uma parte do pão, sabe? Por dentro ele era bem “cremoso” e com uns temperinhos deliciosos. Pra quebrar o salgado tinha ainda uma geleia que, gente, deixava tudo ainda mais incrível. Sério, sério, sério: DI-VI-NO. <3
A granola com iogurte do João tinha tudo para ser só “granola com iogurte”, mas também surpreendeu. Meu excelentíssimo, que é um bom conhecedor de granolas, disse que era uma das melhores que ele já provou – se não a melhor.
Confesso pra você que quando pagamos a conta antes de receber nossas delícias estávamos achando isso tudo bem caro – 14 libras, mas foi só a gente dar as primeiras mastigadas/goles para ver que valia a pena.
Como se não bastasse o sabor inigualável (juro que não tô exagerando e muito menos que tô sendo paga para isso – quem me dera ganhar uns sandubas for free. haha), ainda tinha a questão do “feito em casa” e do ambiente delicioso. Foi uma delícia saborear essas maravilhas acompanhando a galera correndo, pedalando, passeando com os cachorros à beira do canal.
Por tudo isso, aprovamos e recomendamos. Tenho apenas uma má notícia: o Towpath fecha no inverno. Justo, porque ele fica de cara pro canal e deve ser um frio de matar ali. Neste ano, ele funciona até 03/11 (CORRE!!!) e volta ano que vem, na primeira terça-feira de MARÇO (pois é, todas chora).
Mas é uma super dica que vale anotar e se esforçar pra conferir. Uma delicinha que vale muito mais do que as 3.000 calorias do English Breakfast – na minha modesta opinião. ;)
Serviço
O Towpath fica no Regent’s Canal towpath entre Whitmore Bridge e Kingsland Road Bridge. Indo de transporte público a estação mais próxima é Haggerston (trem) e dois ônibus param pertinho: o 67 e o 149.
Ele abre de terça a sexta das 08h até o entardecer e das 09h ao entardecer sábados e domingos (só não esquece que não tem Towpath no inverno!).
É que nosso passeio pelo Canal rendeu muita foto bonita, sabia? Não podia simplesmente deixá-las guardadas no computador. Aí pensei que essas fotos podiam fechar o post com chave de ouro. Porque se elas não te convencerem a percorrer esse canal e a parar para um cafezinho no Towpath eu não sei o que mais o convencerá. Pra você:
Aham, this is Lãndãn, baby!Tem como não sorrir com uma cascata de folhas durinhas e coloridas como paisagem pra foto? :)
Pronto. Fiz minha parte. Consegui convencer você a fazer a sua?
Beijobeijo,
Nah.
—
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Vocês já devem ter lido por aí sobre o quanto a gente curte uma boa cerveja.
Nossa relação com o lúpulo tem início lá em 2010, aqui em Londres, claro. Foi quando começamos a deixar as pilsen comerciais de lado para explorar o fantástico universo cervejeiro.
Após uma introdução aos novos sabores com Guinness, Leffe, London Pride e tantas outras ales inglesas voltamos para o Brasil e, desde então aderimos ao lema das cervejarias artesanais: “beba menos, beba melhor”.
Pra nossa sorte, o mercado de cervejas artesanais no Brasil despertou nesse período. Curitiba, por exemplo, é hoje uma referência nacional. Várias e excelentes cervejarias surgiram, ótimos bares despontaram e as lojas especializadas se espalharam pela cidade!
A BrewDog: uma cervejaria de alma punk
E foi numa dessas indas e vindas que conhecemos a BrewDog: uma cervejaria escocesa de alma punk fundada em 2007 por Martin e James, dois amigos que, segundo eles próprios, “estavam cansados das lagers e ales industriais que dominavam o mercado britânico”.
Os caras fazem, sem sombra de dúvidas, algumas das melhores cervejas do mundo! Sério!!!
Texto retirado do site da BrewDog.
A BrewDog inspirou uma verdadeira revolução no mercado. Além de ser hoje referência e inspiração para cervejeiros de todo o mundo, os caras inovaram ao lançar o “Equity for Punks”, um programa para atrair investidores.
A partir £95 você pode se tornar acionista. O programa é sério, com todas as exigências de um mercado regulado, mas com os benefícios da filosofia do it yourself: Acionistas ganham descontos vitalícios, convites para a festa anual em Aberdeen e outros pequenos grandes mimos! Não vou me estender no assunto, mas fica o link se você quiser saber mais. É certamente um case de empreendedorismo que ganha ainda mais valor por fugir dos meios mais óbvios do capitalismo !
É uma pena que no Brasil a BrewDog chegue a preços tão caros. Uma lata ou garrafa de 350ml não sai, com sorte, por menos de R$ 25,00. Ou seja, com um Play Station 4 você compra compra 160 Punk Ipa. O que vale mais? ;) Aqui pelo UK, nos mercados você encontrar por pouco mais de £2. Mas vamos ao que interessa…
BrewDog em Londres
O glorioso balcão de bar
A BrewDog tem nada menos do que dois bares em terras londrinas. Em Camden, claro. E em Shoreditch, claro². Numa tacada ousada, como tudo o que costuma envolver a marca, os proprietários preparam o lançamento de uma terceira casa, em Sheperds Bush, área nada punk/alternativa/hipster .
Atualição em 08/08/2014: O terceiro bar já foi aberto e já há planos para novos. Acompanhe aqui.
BrewDog Camden
O berço do punk no mundo hospeda o primeiro bar aberto fora de terras escocesas. A BrewDog Camden fica num bequinho, no sentido oposto à muvuca central do bairro. Prepare-se: você pode esperar toda a magia que envolve a marca por lá. Quando dobramos a esquina e vimos aquela plaquinha azul e branca a comoção foi geral. Afinal, é a Disney das cervejas, porra!
Decoração alternativa, som da melhor qualidade – se você é chegado num “punk’n’roll”, claro. Gente doida, mas nem tanto e as melhores cervejas que você já tomou na sua vida por preços não muito diferentes do que você pagaria em um pub tradicional. A partir de pouco mais de £4 você saboreia uma Punk IPA, 5AM, Dogma, Tokyo (que no Brasil chega a custar R$ 100,00) e tantas outras.
Enfim, se ir pra Camden é obrigação de qualquer um que vem ou está em Londres, a passadinha na BrewDog é apenas um benefício extra! =)
Cervejas em doses diferentes e outras marcas
Algumas cervejas são servidas em ⅔ ou até ⅓ de uma pint. No caso da Tokyo (⅓), há uma boa justificativa. São nada menos do que 18% de álcool. Um soco na cara de uma mistura levemente adocicada, extremamente aromática e única. Uma cerveja perfeita pra apreciar em uma dose de pouco mais de 157ml.
Vale destacar que além das suas próprias, a BrewDog vende cervejas de outras pequenas cervejarias. Afinal, o DNA da empresa é assim! Por que não promover outras marcas para o bem do mercado?
Peço desculpas pela ausência de fotos do bar de Camden, mas naquele dia ainda estávamos sem câmera e não tiramos muitas fotos com o celular.
BrewDog Shoreditch
Mas no último domingo, em mais uma dura missão em prol do Pra Ver Em Londres e da sua estada em Londres fizemos o sacrifício de ir até o outro bar, no reduto hipster de Londres: Shoreditch.
Provavelmente é em Shoreditch que você encontra a maior concentração terráquea de gals com óculos de grau gigantes e bros com calças curtas, suspensórios e barbas estileiras.
Mas não leve pro lado ruim, não. Shoreditch vale muito o rolê! Em breve a gente traz umas dicas.
A dinâmica do bar é igual a de Camden. Boas cervejas, músicas idem, mesas compartilhadas, clima de camaradagem. E em Londres. Precisa mais pra ser feliz?
Ah, e os bares também servem comida, claro. Porções, tábuas de frios, hambúrgueres, etc. Não provamos nada, mas quem faz cervejas como a BrewDog não deve fazer uma comida que não seja, no mínimo, animal!
Pra concluir
Sendo você cervejeiro de carteirinha ou alguém que curte uma gelada, mas não se liga muito na arte, não deixe de ir na BrewDog. Pede uma Punk IPA, sente aquele cheirinho diferente de tudo o que já sentiu, beba e seja feliz!
Só não esqueça de guardar bem o seu Oyster. Vai precisar. ;)
Reunimos alguns apps para smartphones e tablets que a gente usa/curte muito e que nos ajudam demais aqui em Londres. Alguns de utilidade pública, outros pra se divertir. Ah, e são todos gratuitos!
Tem algum que você usa que não está na lista? Deixa um comentário que a gente atualiza o post com sua dica.
Pra se locomover em Londres
TfL (Transport for London)
Este não é um app (começamos mal)! Mas o site do órgão oficial de transporte de Londres tem uma versão mobile bem eficiente. Você pode planejar suas rotas a partir de endereços, códigos postais ou estações de metrô, checar eventuais problemas nas linhas do tube e conferir o mapa do underground. Bem completo pra você rodar tranquilo por aí!
Além de sua função óbvia, o Google Maps permite que você planeje seus trajetos com o transporte público de Londres – ele é integrado com o sistema da Transport for London (TfL), o órgão oficial do transporte público. O Maps também fornece roteiros a pé e de bicicleta.
Bom aplicativo para visualizar o mapa do metrô de Londres de forma rápida. Ele também informa como está o serviço das linhas em tempo real e permite planejar rotas. iOS Android
Barclays Bikes
Aplicativo oficial do sistema de aluguel debikes públicas de Londres. Nele, você localiza as estações mais próximas e planeja seu passeio. Vale lembrar que já fizemos um post sobre as Boris Bikes.
Dica da leitora Leticia Viccari. Ainda não usamos esse, mas olha o que ela fala: “Não sei dizer se este é MELHOR de bus que existe, mas usava todo dia pra sair de casa. Você pode adicionar os seus ‘stops’ favoritos, e ele mostra em quanto tempo o bus chega. Ele também detecta qual é o ponto de ônibus mais perto de você, quais linhas param nele e onde esses ônibus passam… enfim, fala tudo sobre os ônibus de Londres! É muito útil!” Valeu, Leticia! =)
iOS * Não econtrei o link na app store, mas esse é parecido.
A gente é fã da Time Out. E a versão londrina não poderia ser nada abaixo de incrível! Reúne dicas quentíssimas, seja pra você que mora em Londres ou pra você que está vindo por alguns dias.
Tem a agenda da semana, programas caros, baratos e até de graça. Sugestões de restaurantes, pubs, baladas, compras e coisas pra ver e fazer.
O app também usa e abusa da geolocalização, dando dicas de lugares legais próximos a onde você está.
Pra ficar por dentro da agenda de shows em Londres
Songkick
O Songkick é pefeito pra checar os shows que vão rolar em Londres ou em qualquer lugar do mundo. Você pode salvar diferentes cidades, seguir suas bandas e artistas favoritos e saber onde eles vão tocar. O app ainda traz links pra você comprar ingressos. Assim, perfeito! Uma curiosidade sobre a agenda de Londres. É chocante! Só hoje, uma humilde quarta-feira de outono, tem mais de 50 gigs pela cidade.
Este app facilita sua missão de encontrar o melhor pub de Londres. Se não o melhor, ao menos os mais próximos. ;). Ele gera uma lista de pubs perto de onde você está. Mas também rola procurar por uma determinada região. Ao gosto do freguês.
A rede social do cervejeiro. App imperdível pra você que, como a gente, tem uma relação com a cerveja que ultrapassa as fronteiras de simplesmente “tomar uma gelada”. O Untappd te dá dicas de cervejas que estão em alta, quais pubs ou cervejarias estão próximas de você e o que os seus amigos estão bebendo. Você também pode tirar fotos da cerveja que está tomando, dar uma nota e compartilhar em sua rede. Se você é amante da boa cerveja esse app é pra você. Em Londres, pode te ajudar a encontrar preciosidades. Confia em mim. =)
Os clubes de compra já tiveram seu auge, é verdade. Mas o Groupon London ainda pode reservar algumas boas pechinchas. Vale ficar de olho. Sempre há algo interessante por lá.
Depois de um fim de semana super gostoso aqui em Londres (sábado passeamos muuuito e encerramos o dia realizando um sonho cervejeiro – logo contamos tudo!; e domingo fomos conhecer o centrinho de Blackheath, nosso bairro, e AMAMOS!), chegou a hora de começar mais uma semana.
Das cinco-mil-trezentas-e-quarenta-e-três coisas super legais que vi que vão rolar nos próximos dias na cidade, selecionei sete que espero que você curta. Eu, como sempre, adorei. O problema é conseguir espaço na agenda pra tudo. =/
Vamos lá? :)
Se tem uma coisa que eu não curto nessa vida é ir ao supermercado. E se já era algo que eu não curtia quando solteira, depois que casei com seu João Guilherme passei a odiar ainda mais. O cara pira nas gôndolas que é uma coisa de louco. O que acontece é que uma ida que era pra comprar algo pontual vira um passeio de hoooooras. E eu fico estressada.
Mas há um jeito de me acalmar: me mandando pra fileira de chocolates! =D
Basta eu dizer isso pra você entender que eu fiquei enlouquecida quando vi que esta semana tem Chocolate Week, certo?
E, gente, tem muuuito evento legal previsto na programação, desde gratuitos até uns bem caritchos – tipo £45!
O que é legal é que não são só os londoners que podem curtir uma semana de gordices, há eventos da Chocolate Week espalhados por todo o Reino Unido.
Minha sugestão é que você fuce bem o site deles e encontre eventos que sejam sua cara. Depois, é só aproveitar.
Mas continuo de olho na programação. Se achar algo que me pareça muito legal e caiba tanto na minha agenda quanto no meu bolso aviso pelo Twitter e pelo Facebook, ok? ;)
Na quarta-feira, entre 18h e 19h, a livraria Foyles da Charing Cross Road recebe o quinteto Kavuma/Fox para um showzinho gratuito de jazz de qualidade. Uma ótima oportunidade para ouvir música boa e ainda dar uma olhada em uns livros bacanas. =D
A exposição, que custa £10 para adultos e fica em cartaz no museu até 27 de abril do ano que vem, mostra jóias e pedras preciosas dos séculos XVI e XVII. Parece interessante pra você? Então clique aqui, saiba mais e ache ainda mais interessante. :)
João e eu iniciamos nosso sábado fazendo uma visita ao incrível National History Museum…
Tinha chovido na noite anterior e o João aproveitou a poça d’água na frente do museu para fazer esta foto da fachada. :)
Tá aí um museu que vale a pena ser visitado por VÁRIOS motivos, dentre os quais é possível incluir as exposições temporárias.
Infelizmente, no sábado ainda não tinha entrado em cartaz a “Wildlife Photographer of The Year Exhibition”, exposição que, como o nome diz, reúne algumas das melhores fotos da vida selvagem do ano todo, tipo estas:
Lindas demais, né? :)
A entrada para a exposição custa £12 para adultos, é possível comprar seu ingresso por aquie você tem até 23 de março do ano que vem para ver de perto fotografias incríveis.
Anima pra ver? Todos os detalhes que você precisa saber para programar sua visita você encontra neste link. Programe-se!
Curte os garotos de Liverpool? Tenho uma boa notícia pra você (se você estiver em Londres no próximo sábado, 19/10): tem tributo a eles no Primo Bar a partir das 20h. E a entrada é gratuita. Boa pedida, nénão?
Mais uma pra série “nos vemos lá?”. ;)
Para saber mais e programar sua noite de sábado clique aqui.
Você viu que semana passada saiu uma pesquisa que disse que Londres é a melhor cidade do mundo? Aham, aham, a notícia tá aqui. Mas, tá, isso a gente já sabia, né? :) O que é bom lembrar porque nem sempre é comentado é que o Reino Unido inteiro é sensacional e merece ser beeeem explorado(as viagens que já fizemos até aqui estão relatadas nos posts que você lê clicando aqui).
Pensando em convencê-lo a não só explorar nossa lovely London, mas também o que há no UK inteiro, recomendo que até domingo (dia 20) você visite a exposição “postcards” (cartões postais) na The Photographers’ Gallery, que reúne registros do fotógrafo inglês John Hindes de alguns dos lugares mais procurados por britânicos e turistas de fora destas ilhas nos anos 60 e 70.
Pronto, pronto. Tá na mão as sugestões desta semana. Agora é com você! Veja o que faz seu perfil, pesquise mais e programe-se. O importante é aproveitar Londres ao máximo fazendo coisas que você curte. ;)
Uma ótima semana e até o próximo post.
Beijos,
Nah.
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