Em busca do lar doce lar

Logo que decidimos que viríamos para Londres começamos a pensar em como seria nossa casinha. Quem visse as nossas trocas de email na época iria imaginar que moraríamos em um mini-castelo (como eu sonhava…).

Sabendo que teríamos que chegar no aeroporto com um endereço para ficar, decidimos reservar duas semanas em uma casa de família (a escola que providenciou; falamos sobre isso mais pra frente) e nesse período procuraríamos o nosso lar doce lar. Assim, além de termos tempo para escolher direitinho nosso cantinho, ainda poderíamos praticar o inglês no dia a dia.

Chegando aqui, fomos direto para a casa da nossa hostfamily (que na verdade era uma hostmother e uma hostcat!).

A casa da Wendy era uma delícia, mas não vou falar sobre ela porque esse não é o objetivo. A questão é a seguinte: tínhamos duas semanas para achar nossa verdadeira casa ou então em 15 dias viraríamos sem-teto em Londres; que tal?

A casa da Wendy é a da esquina. Foi nossa casa por 15 dias.
A casa da Wendy é a da esquina. Foi nossa casa por 15 dias.

A tentativa de golpe

Seguimos os conselhos de amigos e conhecidos e começamos a buscar casas pela internet. Gumtree, Into London e Star Flats eram alguns dos sites. Além disso, os jornais e revistas brasileiros (Brazilian News e Leros) também estavam na lista.

No começo, tínhamos na cabeça que acharíamos uma casa só nossa. E isso foi parecendo cada vez mais possível, já que apareciam uns flats liiiindos por precinhos muito camaradas (75 libras por semana, para o casal!).

Aí, surgiu um “problema”: os donos das casas iradas e baratas pediam para que a gente fizesse um depósito antes de visitar a casa, utilizando os serviços da Western Union. Demos uma pesquisadinha e algumas pessoas nos disseram que isso era normal. “Ok, vamos fazer o depósito”, pensamos.

Mas algo nos dizia que aquilo estava estranho. Um dos apês que vimos – o mais lindo do mundo! – ficava em Marylebone (zona 2, super bem localizado) e custava só 50 libras por semana para nós dois. O cara dizia que tinha vários flats e que cobrava barato porque queria ajudar estudantes. A Wendy, nossa hostmother, só dizia “isso é estranho, muito estranho…”.

Pesquisamos novamente e descobrimos: esse é um golpe muito comum por aqui! O cara finge ter um flat legal, diz que não mora em Londres e que precisa que você faça o depósito antes para ter certeza que você não vai fazê-lo vir até aqui e decidir não ficar no flat, e depois que você faz o depósito o cara some. A polícia não tem como descobrir quem são essas pessoas porque elas não moram em Londres e continuam aplicando golpes! =/

Por sorte, desistimos em tempo. No entanto, foi-se junto o sonho de uma casinha só para nós, já que vimos que essa casa dos sonhos seria muito cara.

A decisão

A partir de então, começamos a procurar não mais apartamentos, mas quartos em casas, por que chegamos à conclusão de que só encontraríamos algo a nosso alcance (£) assim.

Selecionamos alguns quartos e começamos a fazer visitas. Sério, no primeiro dia eu quase chorei quando deitei na cama. Os quartos eram horríveis, pareciam sujos e eu sabia que ia ser infeliz neles (drama básico, é claro!).

No segundo dia, tínhamos dois para visitar: um de um brasileiro (que achamos na revista brasileira Leros, e que não tinha fotos) e um que pela internet tínhamos achado bem bacaninha.

Os dois tinham prós e contras. O do brasileiro era feio; o “outro” era lindo. O contrato no do brasileiro podia ser quebrado a qualquer hora; o do “outro” era de no mínimo cinco meses. Os dois eram bem localizados. Os dois tinham o mesmo preço; 140 libras por semana.

Eu saí do “outro” decidida: era lá que eu queria morar. O quarto era grande, arejado, a cozinha era bacana e eu sabia que ia ser feliz lá. O João estava balançado. O contrato de cinco meses fazia ele ter medo, já que sabemos que podemos conhecer alguém com uma opção melhor (£) ao longo desse tempo.

Mas, como todos sabem, a decisão de uma mulher sempre prevalece! Há. E cá estamos: no “outro”. \o/ Em Clapton, na zona 2 de Londres, há menos meia hora de trem e metrô da escola e vivendo com quatro ~irmãos: um londrino, um escocês, um chinês e um português. Mas a relação com eles rende outro post, certo?

A casa é realmente muito gostosa e estamos felizes e satisfeitos – mas mais pobres, já que gastamos 600 libras mensais só com moradia!

Nossa rua em um dia ensolarado em Londres! =)
Nossa rua em um dia ensolarado em Londres! =)
Nosso quarto é o da maior janela do segundo andar.
Nosso quarto é o da maior janela do segundo andar.

O que fica pra você

Dessa história toda, o que eu quero deixar para você, que vem para cá e vai ter que procurar um lugar para morar é o seguinte: pesquise muito antes de tomar uma decisão; saiba que propostas tentadoras podem ser tentativas de golpe e pense no que importa para você. Eu preferi pagar um pouquinho mais e viver bem do que pagar menos e ser infeliz em um lugar escuro, feio e sujo! :)

Espero que as nossas dicas tenham sido úteis. Se ficou alguma dúvida, sinta-se à vontade para nos deixar um comentário ou mandar um email (contato@praveremlondres.com). Vai ser um prazer respondê-lo!

Até o próximo post,

Natasha.

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38 thoughts on “Em busca do lar doce lar

  1. pra variaa esta demaiiis esse post amigaa… super explicativo e com aquela pitadinha de emoção que me fez sentir na sua pele hahaha… e concordo contigooo a casa é suuuper fofaa!!! ameii!!! parabens pela bela escolha amiga… e sem duvida melhor se sentir confortavel e feliz do que mal acomodada e infeliz!!… (o melhor de tudo é que verei ‘pessoalmente’ se é bonito e confortavel mesmo hahahaha)… te amoooo bjooooo

  2. Aaamiga, que bom que descobriram do golpe antes, que perigo!!
    Achei linda a coisa, espero que sejam muito felizes aí mesmo!!
    Saudades, beijinhos

  3. Queridos!!!!!
    Que casa mais londrina!!!!
    Que bom que descobriram o “golpe” .
    Como pode a distancia nos fazer sentir o que nem sabiamos que sentiamos?
    Saudades de voces!!!!!

  4. Oi, Natasha

    Estou amando o blog. Li quase tudo em voz alta para o meu marido.
    Ele morou aí em 2004 e falou que a questão de moradia é bem como vc falou, só que nessa época era mais caro ainda!

    Um gde abraço, se cuidem!!

  5. Olá, Nath! Gostei bastante do post!
    Você poderia dizer o nome do tal brasileiro? É que estou mantendo contato com um que mora aí aluga quartos na zona 2. Obrigada

    1. Oi, Evelyn! Que bom que gostou do post! =)

      Olha só, falamos com taaaaaaaantos brasileiros que alugam casas que eu não sei te informar o nome desse que eu citei no texto.
      Mas tem muitos meesmo.
      Você está no Brasil ou já aqui?
      Aqui, lendo os veículos de comunicação para brasileiros, você vê muitos anúncios de brasileiros que alugam casas e quartos.

      Beijos

  6. hoiii adorei as dicas!!Deixou me + motivada pra seguir em frente, eu viv em Portugal mas quero ir pra londres em 2012 para melhorar o meu ingles mas gostaria de ter um lugar so meu por isso não quero ir viver com as minhas primas e familiares, porque iria me sentir um peso sobre eles. O lugar pode ser em lares de estudantes,um apartamento com 1 quarto,casa de banho sala e cozinha junto. podes me dizer o saite + adquado para eu ir pesquisando os preços de quartos e apartamentos e as zonas desde agora?? sabe qual a melhor escola para iniciar a formação de ingles??

    1. Olá, Fatinha. Tudo bem?

      Que bom que gostou do blog. Ficamos felizes! :)
      Todos os sites que registramos neste post são ótimas opções para você procurar um apartamento para morar! :)

      Temos várias boas escolas para iniciar a formação de inglês. Podemos ajudá-la a encontrar a ideal, mas para isso preciso que você me responda algumas perguntas. Estou escrevendo um email para você para conversarmos melhor, ok?!

      Beijos,
      Nah e João.

  7. Olá eu e o meu marido estamos a pensar em ir trabalhar para Londres, mas não conhecemos ninguém por aí, ele é enfermeiro á 6 anos mas isto está td congelado tirou o mestrado e de nada lhe serviu… está fixo no hospital público mas o salário não é nada de especial
    eu sou designer de comunicação que trabalhei até ao dia em k a patroa me despediu porque engravidei…Até agora tenho estado com a minha filhota de 2 aninhos, e está na altura certa de irmos a procura de uma vida melhor, queria ajuda aí para nos orientarem nas melhores zonas para viver….se desse para nos darem e-mail…muito obrigado
    beijinhos

  8. Olá!

    Estou pesquisando para morar alguns meses em Londres e tenho interesse por alugar um quarto para casal também.
    Você disse que pesquisaram um da Leros, mas o que decidiram ficar foi outro, esse outro foi localizado em algum site específico de busca de quartos? Tenho visto vários mas não sei o que pode ser confiável.

    Obrigada!

  9. Natasha, o golpe ainda existe em Londres? Estou planejando me mudar com minha namorada (que será esposa até a mudanca ahuahuahua) e vi seu post, de 2010, e fiquei com essa duvida.

    1. Oi, Arthur. Tudo bem?

      Antes de mais nada, parabéns pelo casamento que vem aí. hehe
      Desejamos felicidades ao casal. :)

      Respondendo sua pergunta… sim, infelizmente o golpe ainda existe. Tentaram nos aplicar ele este ano, mas espertinhos que somos não caímos. hahaha

      Boa sorte com os preparativos para a mudança. Precisando de algo conte conosco.

      Abraços!

  10. Olá Natasha!
    Através se seu conselho, entrei em contato com a Ukstudy e conversei com a Ana. Acabei fechando com ela o curso de inglês na rose of York. Aproveito pra agradecer a dica e dizer que o atendimento foi ótimo!
    A minha preocupação agora é em relação a moradia, pois minha viagem está marcada para o dia 02/01 e ainda não encontrei um quarto para alugar. Tenho muito receio de utilizar esses sites que aluguéis, pois muitos dizem que existem golpes e que não temos como saber se é honesto ou não! Você poderia me passar o contado de alguma casa que vocês já tenham morado, até mesmo o contato da wendy, pois acertado que só por indicação não corremos o risco de cair em fraldes!

    1. Oi, Raphael! Tudo bem?
      Que bom que deu tudo certo e você fechou o curso com a Ukstudy. :)
      Acomodação é realmente um ponto complicado. Infelizmente não tenho mais o contato da Wendy e o e-mail do Ramon, da casa em que ficamos em 2010, não existe mais. :(
      Quanto tempo você vai ficar?
      Se for pouco, o AirBnB é BEM confiável. http://www.airbnb.com e pode te apresentar opções interessantes. Se não, o jeito é mesmo ficar as primeiras semanas em um hotel/hostel e nesse meio tempo ir pesquisando no Gumtree (www.gumtree.com) e no Spareroom (www.spareroom.co.uk) e ir visitando o que te interessar. O importante é não fechar com a primeira opção que encontrar e estar disposto a pesquisar bastaaante. Uma hora você encontra algo que te agrade. :)
      Chegando aqui também vale a pena conversar com colegas da escola, com o pessoal da recepção e trocar ideia. Sempre tem alguém que conhece alguém que pode ajudar. hehe
      Boa sorte!
      Precisando de qualquer coisa grita.
      Beeijo!

  11. Olá, meu amigo Bruno Rocha, que conhece vocês desde o início me indicou o site.
    Achei muito bacana!

    Estou pesquisando moradia em Londres pra esse ano e descobri um agência brasileira que chama Casalondres. Ela está há 10 anos no mercado e é parceira dos sites Mapa de Londres e Lista Brasil.
    Vocês já ouviram falar?

    Tks!

    1. Oi, Priscilla. Tudo bem?
      Que bom que o Bruno indicou o Pra Ver em Londres – melhor ainda que você gostou do que viu por aqui. :)
      Sim, conhecemos a CasaLondres. É bastante confiável e as casas são bem bacanas. Por conta da praticidade (tá tudo incluso nas contas deles) acho um pouquinho mais caro do que a média. Mas é bem bacana. Tem várias casas bem localizadas. O único problema, na minha opinião, é que às vezes tem muuuita gente nas casas – o que faz com que a gente perca um pouco da privacidade, né?
      O melhor é conversar com eles para ver se eles têm opções com menos pessoas. ;)
      Fora isso, tem o AirBnb – que você pode procurar quartos ou casas inteiras, mesma coisa com o Spareroom e o Gumtree. No AirBnb as opções geralmente são mais “tops” (e, consequentemente, mais caras), mas no Spareroom e no Gumtree você acha de tudo.
      Espero ter ajudado.
      Qualquer coisa estou à disposição.
      Beijos!

  12. Oi Natasha,
    Muito obrigada pelas dicas!
    Pelo o que pesquisei, é essa a minha sensação em relação a Casalondres. Mas vou olhar mais!
    Bjs!

  13. Ola Natasha, meu nome é Mariane, sou do interior de Sao Paulo mas moro na Italia e estou pensando de ir morar em Londres até novembro deste ano. Posso pedir teu e mail para poder tirar umas duvidas com vc a respeito? Agradeço desde jà. Abçs

  14. Olá! =)
    Antes de tudo, quero dizer que gostei bastante dos post, pois me ajudou de várias formas (já as explico), mas pra eu poder dizer qualquer coisa a mais acho devo contar um pouco de como cheguei até aqui.
    Tenho apenas 14 (:p) mas desde pequena quero ir morar em Londres. A uns dois anos atrás eu e minha amiga nos prometemos darmos o melhor de nós mesmas para conseguir realizar esse sonho, claro que com essa idade, o máximo que poderíamos fazer seria nos dedicar aos estudos e economizar (muito) dinheiro. Lembro-me que na época,chegamos a passar metade de uma noite olhando preços de apartamentos por lá, e a outra metade tentando entender como transformar libras em reais e vice e versa . Pouco tempo depois começamos um curso de inglês e agora estamos bem próximas de finaliza-lo.
    Ano passado, apenas um pouco mais crescidas, resolvemos deixar essa história esfriar, crescer um pouco mais pra saber se era isso o que realmente queríamos, porque vimos que seria imensamente mais difícil (não impossível) do que imaginávamos. Mas, por ser o meu sonho, tive medo de simplesmente desistir, era um sonho grande de mais para simplesmente desistir.
    De volta ao presente, ontem resolvi procurar imagens de casas em Londres e consegui ficar ainda mais apaixonada por lá.Procurei, por pura curiosidade, o modo de vida de alguns brasileiros que foram estudar lá e me surpreendi (de novo), e cheguei aqui.
    Seu post confirmou meu pensamento:não é nada fácil, mas nem de longe é impossível.
    Por causa da dua experiência, gostaria que, se possível, me respondessem algumas perguntas como:qual é a média dos apartamentos para dividir (não sei como chamam)? É complicado para conseguir emprego? E as faculdades? Eu vi que algumas oferecem quartos nos campus, qual sua opinião sobre elas?o que mudou desde que está aí?
    Gostaria muito que me respondessem, pois, apessr de bobo, é um sonho sincero.
    Muito obrigada :3

    1. Luiza, tudo bem?

      Antes de mais nada, obrigada pelo comentário e por compartilhar conosco sua história. Acho que somos meio parecidas, também sonhei com Londres desde sempre e batalhei MUITO para conquistar cada um dos sonhos – minha primeira ida a Londres foi com 17 anos. Depois, fui de novo com 19 e depois com 22. Por último, retornei à cidade aos 25 para passar mais uma temporada. Estou de volta ao Brasil, mas junto com meu marido estamos programando a próxima estada na cidade – que será mais longa e começará em maio do ano que vem! :)

      Preciso te dizer que as respostas que darei HOJE provavelmente serão muito diferentes do que você vai ver daqui uns 4 ou 5 anos, quando de fato realizará esse sonho, certo? Mas te ajudarei no que for possível.

      Vamos lá!

      1) Há casas/flats para dividir dos mais diversos preços. Depende da área em que você quer ficar, da quantidade de pessoas que vão dividir com você, da qualidade da casa e assim por diante. Só pra você ter uma ideia, em 2010 dividimos uma casa com mais 3 pessoas e pagávamos (CASAL!) 600 libras por mês. Ou seja, 300 libras por pessoas. Era zona 2, uma casa super legal – essa da foto. hehe
      No ano passado, dividimos com mais UMA pessoa e pagamos 665 libras – zona 3, mas uma casa ainda mais legal.
      Veja como o preço subiu – sendo que a casa era mais afastada do centro do que a primeira!
      Ou seja, dá pra ter uma ideia, mas é impossível considerá-la daqui quatro ou cinco anos, ok? Até lá muita coisa deve ter mudado.

      2) Emprego é um problema se você não tem cidadania europeia ou se não sai do Brasil já contratada, porque vistos de estudante dão direito a poucas horas de trabalho – às vezes nenhuma. Por exemplo: se você for estudar inglês, não poderá trabalhar com o visto necessário. Já se for faculdade, terá direito a algumas horas de trabalho por semana. O melhor, mesmo, é sair do Brasil com um contrato de estágio garantido, como através desta empresa: http://www.theinterngroup.com/london/
      É uma ótima forma de chegar empregado, aí cabe a você se dedicar muuuuito para ter o estágio prorrogado, depois buscar novas empresas para trabalhar por lá e por fim conseguir se fixar. ;)

      3) Não sei falar muito sobre faculdade porque a gente não fez faculdade em Londres, e sim no Brasil. Mas tivemos um parceiro que tinha opções de faculdade bem bacanas para apresentar. Falamos sobre pós neste post: http://praveremlondres.com.br/2013/07/26/que-tal-fazer-um-mba-ou-uma-pos-graduacao-em-londres-sem-ir-a-falencia/

      4) Acho que a acomodação nos campus deve ser legal para um período curto de tempo, mas depois deve ser “insuficiente” – porque geralmente você tem um quarto e só.

      Espero ter ajudado. Não é bobo, não. Sonhos nunca são. :)

      Se precisar de mais alguma coisa grita.

      Beijos

  15. olá Natasha, bom dia! tudo bom?
    tenho a imensa vontade de arriscar uma experiência em Londres, mas gostaria muito de trabalhar e estudar, não ir somente por turismo…
    o que vc pode me dizer que preciso para já sair do Brasil com essa garantia, moradia, trabalho, estudo? É possível?! pensei em babá, serviços domesticos e coisas do tipo em casas de brasileiros, até pq não tenho inglÊs fluente.
    quais as melhores opções também para escolas, moradias e quanto de grana preciso para me manter inicialmente?
    me mande no email por favor a resposta….

    obrigada desde já
    Eliane

    1. Oi, Eliane. Tudo bem por aqui, e por aí?

      Sim, isso é possível. Cursos de pós/MBA/Mestrado/Doutorado oferecem a possibilidade de você trabalhar no contraturno.
      E ao fechar um pacote como esse, você pode já garantir uma acomodação – na própria universidade, dependendo do caso, ou ainda em casa de família ou residência estudantil.

      Sobre escolas e moradias, tenho um parceiro que pode te ajudar. Se você me permitir, coloco-os em contato, ok?

      Abraço

  16. Oi Natasha!
    Estou em Londres “caçando” moradia também! Que luta!
    Gostaria de saber se vocês conhecem ou tem informação sobre a área da estação de Westferry (DLR).
    Valeu!

  17. Olá, Natasha!
    Tudo bem?

    Quero ir a Londres estudar inglês, como vou sozinha fico com bastante receio, melhor dizendo medo rsrs.
    Fiz cotações em escolas de intercâmbio e o preço é absurdo.
    Você teria alguma dica de escola e de moradia?

    Obrigada

    1. Oi, Isabella! Tudo bem por aqui, e aí?

      Pois é, os preços assustam mesmo – ainda mais com a libra nas alturas, do jeito que está agora.
      Vou te mandar um e-mail copiando um parceiro nosso que pode lhe ajudar, ok?

      Aí você conversa com ele e buscam uma boa solução. ;)

      Qualquer coisa grita!

      Beijo

  18. Nossa,quero nem pensar!!!
    Tenho minhas cadelas,só quatro, terei que morar só com meu marido e elas,mas no meu caso tenho um irmão biológico que mora aí há quase duas décadas e uma cunha italiana, acho que deve ajudar né, principalmente não cair nestes golpes(povo safadinho viu,rum) e meus planos é que vou a frente ,depois o resto da ” família”.

    1. …e sinceramente não dividido casa com ninguém mais,fiquei escaldada com isto nos meus quatorze anos de vivência em Portugal e quarto também não é opção, mas sou paciente, na hora certa dá tudo certo.Obrigada por mais um ótimo pôste.

      1. Pois é, hoje estamos morando só João e eu e está beeem melhor. hehe

        Mas são fases da vida. Acho, sinceramente, que quando somos mais jovens vale muito a pena viver essa experiência de dividir casa. Ajuda muito a nos impulsionar a crescer. ;)

        Beijo!

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Em 2010 fomos fazer um intercâmbio em Londres e lá nasceu o blog. De lá pra cá muita coisa mudou, menos a nossa vontade de explorar o mundo.

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